Curiosidades Literárias #02 – 10 Livros que se passam no Brasil

Bom Dia meu povo!!!

É do conhecimento de todos que a inflação assola o Brasil e muitas vezes é mais fácil viajar para o exterior do que para estados daqui mesmo, e olha que o Brasil possui lugares turísticos maravilhosos!!!!

Enfim, nada melhor do que conhecer o nosso país sem sair de casa né?!

Confira alguns livros que recriam estados brasileiros.

 

rios e barrancosRios e Barrancos do Acre

Onde se passa: Acre

Autor: Mário Maia

Editora: Senado Federal, 1978

Páginas: 216

Sinopse: O romance conta várias histórias de acrianos que viviam da borracha, traçando com muita riqueza a historia do Acre e dos seringueiros, ao mesmo tempo em que expõe a alma humana e disserta sobre a relação do homem com a natureza. Pode-se dizer que é um romance naturalista, mesmo que haja elementos da narrativa moderna.

 

riacho doceRiacho Doce

Onde se passa: Alagoas

Autor: José Lins do Rego

Editora: José Olympio, 2006

Páginas: 326

Sinopse: Riacho Doce, uma pacata vila de pescadores em Maceió. Cenário de mistérios, traições e de uma grande paixão. Um casal de suecos chega a Alagoas, e a loura Edna se extasia com a força tropical do país que ela descobre. Apaixona-se por um mestiço nordestino, Nô, uma das figuras mais empolgantes de toda a rica ficção do autor. O envolvimento de Edna e Nô é o núcleo desse romance em que a força do Nordeste rústico é mostrada através dos sabores, das formas e das cores. Em Riacho doce, José Lins do Rego nos dá a sua visão dos desequilíbrios sociais e dos dramas humanos individuais e coletivos, provocados pela exploração do petróleo em Alagoas. Uma história impregnada de oralidade, contada por um dos mestres da literatura brasileira.

 

tenda dos milagresTenda dos Milagres

Onde se passa: Salvador

Autor: Jorge Amado

Editora: Record, 2001

Páginas: 323

Sinopse: Publicado em 1969, traduzido para dez idiomas e adaptado para o cinema e a TV, o livro Tenda dos Milagres é um grito contra o preconceito racial e religioso, um canto à miscigenação e ao sincretismo tão marcantes na obra do escritor Jorge Amado. É a história de Pedro Archanjo, um mulato de muitos amores – alguns contidos em nome da amizade -, que documentou a cultura popular e provou a ascendência negra da aristocracia baiana do início do século XX. A história de do herói pobre, boêmio e erudito, que assumiu o preço de colocar o dedo na ferida dos inimigos da mestiçagem.

 

cidade livreCidade Livre

Onde se passa: Brasília

Autor: João Amino

Editora: Record, 2010

Páginas: 204

Sinopse: Mesclando a visão imatura de um menino com o amadurecimento do adulto, o narrador de Cidade Livre – primeiro nome do Núcleo Bandeirante, uma cidade provisória destinada a ser destruída após a construção de Brasília – conta a problemática construção da cidade, os sonhos que embalaram a criação da cidade mítica e o destino de homens que morreriam por ela.

O que é verdade? O que é ficção? Neste romance instigante, João Almino recupera, pela ficção, o que não correu, mas poderia ter acontecido no entorno dos fatos históricos.

 

estórias da casaEstórias da Casa velha da Ponte

Onde se passa: Goiás

Autora: Cora Coralina

Editora: Global, 2000

Páginas: 109

Sinopse: O encantamento com que Cora Coralina nos envolve com sua poesia, o lirismo de seus versos tão humanos, delicados, sábios e fortes, também estão nos seus contos reunidos nas “Estórias da Casa Velha da Ponte”.

 

inocenciaInocência

Onde se passa: Mato Grosso do Sul

Autor: Visconde de Taunay

Editora: FTD

Páginas: 196

Sinopse: “Inocência” é um marco do Romantismo e também um dos melhores exemplos de literatura regionalista, revelando detalhadamente a vida sertaneja do interior do Mato Grosso na metade do século passado. Fiel à tendência romântica, o romance possui no seu núcleo uma história de amor impossível: a jovem cabocla Inocência está prometida por seu pai ao rude sertanejo Manecão, mas apaixona-se pelo forasteiro Cirino, gerando uma série de conflitos devido ao rigoroso código de honra da época.

 

a alma encantadora das ruasA Alma Encantadora das Ruas

Onde se passa: Rio de Janeiro

Autor: João do Rio

Editora: Martin Claret, 2007

Páginas: 240

Sinopse: João do Rio (1881-1921, pseudônimo de Paulo Barreto) fez da crônica jornalística uma janela através da qual contemplava as glórias e as misérias do Brasil republicano. Em A alma encantadora das ruas, reunião de textos publicados na imprensa carioca entre 1904 e 1907, ele percorre as ruas do Rio de Janeiro para reter a cosmópolis num caleidoscópio. A cidade vivia um processo de transformação acelerada, passando de corte modorrenta a ambiciosa capital federal. Ela será o palco das perambulações de João do Rio, o dândi para quem o hábito de flanar definia um modo de ser e um estilo de vida. João do Rio saturava seus textos de reminiscências decadentistas, mas o olhar que fixava no presente era o de um observador que se abria para os tempos modernos.

 

iracemaIracema

Onde se passa: Ceará

Autor: José de Alencar

Editora: Ática, 1992

Páginas: 82

Sinopse: A virgem tabajara Iracema apaixonou-se por Martim, um colonizador português. Entre guerras e conflitos, ciúmes e disputa de poder, a história desse amor proibido tem como pano de fundo a cultura indígena, com seus deuses e mitos, a miscigenação do branco com o índio e o surgimento de um novo país numa terra fértil.

 

a guerra no bom fimA Guerra no Bom Fim

Onde se passa: Rio Grande do Sul

Autor: Moacyr Scilar

Editora: L&PM, 2004

Páginas: 121

Sinopse: Joel é o protagonista desta novela que mistura realismo e fantasia. Ele relembra seus tempos de menino judeu, quando vivia com a família na Porto Alegre dos anos 1940, em pleno bairro Bom Fim, o coração judaico da capital gaúcha. Revivendo seus anos de aprendizado, Joel busca na memória o garoto que, em meio às notícias da guerra na Europa e uma comunidade imigrante vinda de lá, brincava com os amigos e aventurava-se pelas calçadas do bairro, conhecendo os fatos da vida. A imagem e as angústias do célebre escritor Franz Kafka são um espectro que paira sobre o passado e o presente de Joel, que, como sua família, luta para se adaptar em uma sociedade que é e não é a sua.
A guerra no Bom Fim, lançado originalmente em 1972, em plena ditadura militar, é o primeiro romance de Moacyr Scliar e também um romance de formação. Como outros livros de sua geração, testemunha a necessidade dos escritores brasileiros contemporâneos de lançar novas luzes sobre o passado e a identidade nacional.

 

o sol se poe em spO Sol se põe em São Paulo

Onde passa: De um pavilhão japonês no bairro do Paraíso a um cybercafé na Tóquio pós-moderna

Autor: Bernardo Carvalho

Editora: Companhia das Letras, 2007

Páginas: 168

Sinopse: No Japão da Segunda Guerra, um triângulo amoroso envolve Michiyo, Jokichi e Masukichi – uma moça de boa família, um filho de industrial e um ator de kyogen, o teatro cômico japonês. À primeira vista, isso é tudo que Setsuko, a dona do restaurante japonês, tem a contar ao narrador de O sol se põe em São Paulo, de Bernardo Carvalho. Mas logo a trama se complica e se desdobra em outras mais, passadas e presentes, que desnorteiam o narrador involuntário, agora compelido a um verdadeiro trabalho de detetive para completar a história em que se viu enredado. Pois o relato de Setsuko aponta para além do desejo, da humilhação e do ressentimento amorosos, e se vincula aos momentos mais terríveis da História contemporânea – tanto do Japão como do Brasil. Obra sem fronteiras, que une a Osaka de outrora à São Paulo de hoje, e esta à Tóquio do século XXI, o romance de Bernardo Carvalho entrelaça tempos e espaços que o leitor julgaria essencialmente separados – e nos quais a prosa de ficção brasileira não costuma se arriscar. Caberá ao narrador transitar de um pavilhão japonês no bairro do Paraíso a um cybercafé na Tóquio pós-moderna, das fazendas do interior de São Paulo aos campos de batalha da guerra no Pacífico. Tudo a fim de desvendar uma trama tortuosa, que envolve ainda um soldado raso, um primo do imperador e um escritor famoso (o romancista Junichiro Tanizaki) – e também sua própria pessoa, sua própria identidade – pária ou escritor?

 

E aí gostou?

Conhece outros livros que se passam aqui no Brasil? Conte-nos!

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assinatura natalia

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