Resenha: O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald

a0b0b48ace5277d2f7440f8cca50dba4

Autor: F. Scott Fitzgerald    Páginas: 252            

Sinopse: 

O mundo febril da “geração perdida” da época posterior à Primeira Guerra Mundial. Uma trama densa, cheia de paixões, conflitos, intrigas, na “era do jazz”. A história de Jay Gatsby e sua dramática ânsia de ascensão social. A falta de sentimentos, a violência e o materialismo das metrópoles do leste norte-americano. O desespero de personagens oprimidos pela existência rotineira, buscando a fuga pelo rompimento de velhas convenções sociais e correndo de encontro a um grande vazio. Na raiz do drama, como nos outros livros de Fitzgerald, está o dinheiro. Mas o romantismo obsessivo de Gatsby com relação a Daisy se contrapõe ao materialismo do sonho americano, traduzido exclusivamente em riqueza.

Gatsby acreditava na luz verde, no futuro orgástico que, ano após ano, costuma recuar diante de nós. Ontem fomos iludidos, mas não importa – amanhã correremos mais rápido, esticando nossos braços mais além… E em uma bela manhã… E assim avançamos, botes contra a corrente, impelidos incessantemente de volta ao passado.

“The Jazz Age” (A Era do Jazz) A história por trás de O Grande Gatsby é sobre a decadência moral que assolou os EUA durante os anos 20. Embora houvessem divisões de classe em outros países, os EUA tinham o equivalente a uma classe alta na forma de patrícios ou membros de famílias ricas de longa data. Estes aristocratas do Novo Mundo assenhoreavam a si mesmos acima das outras pessoas e gastaram a maior parte de suas vidas festejando pela Era do Jazz. Além disso, 1920 tinha visto a proibição do álcool, e consequentemente, organizações criminais viram uma boa forma de ganhar dinheiro através do contrabando ou de venda ilegal de bebidas. Quando ambos os grupos juntam-se, eles formam uma ordem social de diletantismo – pessoas que assumem e cultivam pretensões de sofisticação. O enredo de O Grande Gatsby gira em torno da sucessão de eventos – homicídio involuntário, assassinato e suicídio – trágicos que parecem mais horríveis do que os excessos que vieram antes. Sem contar que a história de amor entre Jay Gatsby e Daisy Buchanan é de cair de joelhos!

Papo de Gente Grande

Cinefilia O Grande Gatsby sofreu diversas adaptações para o cinema, minhas favoritas são as de 1974 (bem detalhado) e 2013 (bem caro). Abaixo, o trailer da versão de 2013, com o Leo DiCaprio e Carey Mulligan (minha Daisy preferida):

#Dica: A música “Over The Love”, da Florence and The Machine, ao final do trailer, capta a história como ninguém. Linda! Vale a pena abrir outra janela no Youtube só pra prestar atenção na letra inteira.

Até a próxima!

assinatura Barbara

 

Anúncios

2 comentários sobre “Resenha: O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald

Conte o que você achou!

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s