Resenha: A Herdeira, Kiera Cass

a herdeira

Autor: Kiera Cass      Editora: Seguinte           Páginas: 390   Ano: 2015

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

Á venda l Submarino l Americanas

Sinopse:

No quarto volume da série que já vendeu mais de 700 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do “felizes para sempre”.
Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais… Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

“Preferiria passar a vida com medo a admitir que estava assustada”.

Estamos vinte anos após a Seleção do príncipe Maxon. Já casado com America, eles têm quatro filhos, sendo Eadlyn a mais velha. Por isso, a garota está destinada a ser rainha e governar toda Iléia. Porém, a ideia não é tão simples quanto parece. Após seu pai Maxon se tornar rei, ele aboliu a lei de castas, e isso está gerando muitas complicações em seu povo. Descobrir o que fazer para reverter a situação é o objetivo principal do rei, mas como ele faria isso? Simples. Submeter Eadlyn sobre livre e espontânea pressão (mentira) a participar de uma nova Seleção! Como a garota é treinada desde sempre para cumprir seu papel de responsabilidades reais, ela concorda relutante.

Eadlyn é uma mulher muito forte. Tem juízo e sabe lidar com situações inesperadas. Mas isso pode acabar prejudicando à ela mesma e ao seu povo. A princesa pensa muito com a cabeça e pouquíssimas vezes deixa seu coração falar. Como já nasceu com tudo entregue de bandeja, sua personalidade se desenvolveu de uma maneira que fez com que muitos leitores se confundam, acabando por achá-la mimada. Essa suposição não é dispensável, afinal, tudo precisa ser do jeito que ela quer, senão não basta. É indispensável que todos a vejam como uma mulher poderosa.

A princesa Eadlyn tem plena convicção de que não precisa de um homem para governar uma nação, muito menos para dividir sua vida. É muito segura de si e não tolera que a desrespeitem.  Imagine ter que passar seu tempo com trinta e cinco homens, quantos encontros ela tem de comparecer, quantas conversas, privações, particularidades…

“O amor servia apenas para destruir nossas defesas, e eu não poderia me dar esse luxo”.

Enquanto eu lia, consegui compreender perfeitamente a garota. Muitas vezes ela me dava nos nervos por ela ter sido fresca em algumas cenas em particular. Eadlyn sempre destacava de alguma maneira o quão forte e compacta uma mulher poderia ser.

“Se a loira platinada matasse alguém, talvez eu tivesse achado um pouco mais de graça”.

Entretanto, ninguém é de ferro. A certeza que Eadlyn tinha sobre sua personalidade acaba se abalando por amor. Ela confirma que esse sentimento pode tornar as pessoas fracas, porém essa fraqueza é a de enxergar com outros olhos um mundo que não seja o dela. Isso era uma definição de fraqueza. A Seleção irá transformar muito mais do que apenas as complicações do fim das castas.

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

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