Resenha: A Gruta das Orquídeas, Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho

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Autor: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho      Editora: Petit – Ano: 2007 – Páginas: 296

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Nico é um rico e influente fazendeiro, ameaçado por um grupo de criminosos suspeito de praticar magia negra. Preocupado com o neto e com outras crianças, contrata um detetive particular, a quem delega a missão de descobrir quem são os culpados dos crimes hediondos ocorridos na cidade. No decorrer das investigações, acontecimentos imprevisíveis se sucedem envolvendo Antônio Carlos e Mary, espíritos socorristas que vieram para ajudar a evitar novas tragédias. Afinal, quem são as estranhas criaturas que, em nome do mal, se reúnem às escondidas, na calada da noite, em lugar tão sinistro e misterioso? Abra o livro: acompanhe o Espírito Antônio Carlos até “A Gruta das Orquídeas” e descubra tudo o que o bem pode fazer para ajudar aqueles que sofrem o assédio das sombras…

“- Nico, amo você! Do amor pode haver sexo, mas sexo não é amor! Amo você pelo espírito. É minha alma que ama a sua! Podemos viver nos amando sem sexo e nosso amor será muito mais puro, espiritual. Não conseguirei viver sem sua presença.”

Eu li o livro ‘Violetas na Janela’ da mesma autora já faz um tempo e quando vi esse livro me deu vontade de ler. O livro é psicografado pelo espírito de Antônio Carlos, e tem muitas referências ao Espiritismo. Apesar de ser católica, sou curiosa por todo tipo de religiões. Vamos à história!

Nico é um senhor de 56 anos, muito inteligente e bom administrador, tido como o maior latifundiário da região, dono majoritário das ações de uma fábrica de tecidos. Após ficar viúvo e perder seu filho, sua única alegria e o que dava significado à sua vida era seu neto Nicolas. Tinha muitos parentes, todos interessados em sua fortuna, o único em quem confiava era seu sobrinho Fernando, gerente de sua fábrica.

Dirceu, Lázaro, Tonho, Lemão e Naldo formavam um grupo intitulado Sociedade da Magia Negra, que reuniam-se em uma gruta, chamada de gruta proibida. Eles eram liderados pelo Sexto, nenhum dos cinco sabia quem era ou a aparência do chefe do grupo, nem mesmo se era vivo ou morto (ou como dizem encarnado ou desencarnado). Esse grupo estava com planos de sacrificar crianças, tendo como única determinação que elas tivessem sete letras no nome e sete anos de idade.

“- Vovô, sonho que estou sozinho num lugar fechado. Um homem de capuz com uma faca se aproxima, a faca brilha e eu grito. Outras vezes estou amarrado e em outras eu corro e o homem também corre atrás de mim. Sempre é o homem de capuz preto e não vejo seu rosto.” 

Antônio Carlos e Mary são desencarnados que foram designados para cumprir a tarefa de tentar impedir que isso aconteça e ajudar os espíritos das crianças que vieram a ser assassinadas.

Após saber de dois assassinatos, Nico fica desesperado com o destino de seu neto Nícolas, fará de tudo para que nada de mau aconteça com ele e contará com a ajuda do espírito de sua esposa Lílian.

A história não me prendeu muito a atenção, achei que enrolou muito até chegar a um objetivo, e só tem uma surpresa no final do livro. Mas achei interessante as partes do contato do mundo dos espíritos com o nosso.

“A atividade egoísta é altamente destrutiva. A atitude de um assassino é de egoísmo intenso. Beber sangue do outro querendo a energia vital para si em busca de poder é uma ação de crueldade e ele será réu.”

E você já leu algum livro desse gênero? Se tiver algum para me indicar, escreva nos comentários! Beijocas!

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