Resenha: Sobrenatural, Paige Mckenzie

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        Autor: Paige McKenzie – Editora: Rocco        Ano: 2015 – Páginas: 304

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Você acredita em fantasmas? Sunshine Griffith é uma garota que acaba de fazer dezesseis anos. Depois de sua mãe receber uma proposta de emprego, as duas se mudam para a fria cidade de Ridgemont, em Washington. A transição de Austin, uma cidade acalorada do Texas, para Ridgemont já é bem complicada para Sunshine, mas esse é o menor de seus problemas. Logo ela descobre que além de seu quarto ser todo, hum…, bem rosa, sua nova residência é uma casa poeirenta e assombrada. À medida que os fenômenos vão ficando mais frequentes, assustadores e perigosos, a mãe de Sunshine vai demonstrando um comportamento mais estranho. Restará a Sunshine aceitar seu destino e – juntamente com Nolan, a única pessoa que acredita na garota e seu único amigo na cidade – salvar sua mãe de um futuro tenebroso.

” O que senti na noite passada não foi saudade de casa. Saudade de casa deixa a pessoa triste, não com medo

Gente eu queria ler esse livro já fazia tanto tempo, mas tanto tempo, que eu não acreditei quando ele entrou em promoção na blackfriday por doze reais 😍 

E olha, me arrependi de não ter comprado antes, de ter me apegado a dinheiro. Eu amei a leitura, amei a história, os personagens, o desfecho..amei a autora ter curtido a foto no insta também rs…e eu acho que é ela na capa do livro heim.

Esse livro foi inspirado em uma série  de um canal no youtube que a autora produziu, dirigiu e atuou. O sucesso foi tanto que ela acabou tornando a história em uma série de livros. Esse é o primeiro que em inglês se chama ” The haunting of Sunshine Girl”. Se você lê em inglês então pode se preparar para comprar os dois últimos livros que serão lançados em Abril de 2017:” The Awakening of Sunshine Girl” e o último livro ” The sacrifice of Sunshine Girl”. 

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O terceiro livro não tem capa definida.

A história é sobre Sunshine, uma garota de dezesseis anos que se muda para uma cidade nublada e fria com sua mãe Katherine. Logo na primeira noite Sunshine escuta passos e sons pela casa que a deixam de cabelo em pé. No decorrer dos dias as atividades paranormais se tornam mais intensas e apesar de ter provas claras, Katherine não acredita na filha. 

Disposta a resolver o mistério da nova casa, Sunshine começa a se ‘ comunicar’ com o fantasma que fica no seu quarto, mexendo em suas coisas e deixando recados. Ela descobre que esse fantasma é de uma garotinha que morreu afogada e mais, que existe um demônio na casa que está possuindo sua mãe e planeja matá-la. 

Em meio a noites mal dormidas, assombrações e questionando sua lucidez,  Sunshine conhece Nolan, um estudante da sua aula de artes que acredita em fantasmas e está disposto a ajudá-la.

” Mamãe estava só me provocando quando perguntou se eu me sentia segura em ficar em uma casa assombrada. Mas agora eu sei: depois que você se muda para uma, você nunca mais fica sozinha.”

” Eu a amo tanto que não vou deixar esse fantasma ou demônio ou poltergeist ou espírito das sombras ou o que quer que esteja nessa casa machucá-la”

O legal desse livro é que não tem enrolação, o fantasma aparece e ponto. As respostas não levam cinquenta páginas para aparecerem. Eu adorei! É claro que tem aquele drama adolescente, a garota que não se enturma, que não tem amigos…mas assim, isso é tão supérfluo perto de fantasmas e demônios…

A relação de Sunshine com sua mãe é muito linda! E a coragem dela em encarar esses fantasmas é surreal. Eu jamais ia dormir numa casa, ou ficar sozinha, sabendo que tem um fantasma e um demônio, um querendo falar comigo e outro possuindo minha mãe. SAI FORA 👀  😐 

Olha esse booktrailer maravilhoso do livro, eu fiquei com mais medo assistindo do que lendo rs

Booktrailer:

 

” Mas juro, quando estou perdendo a consciência, naquele ponto em que você está mais dormindo que acordado, ouço outra coisa. Uma frase pronunciada com voz infantil, não mais que um murmúrio: boa noite.

Curtiram? Eu recomendo a leitura com certeza!

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: A nona configuração, Willian Peter Blatty

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Autor: William Peter Blatty – Editora: HarperCollins – Ano: 2014 – Páginas: 160

Classificação 1/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Um médico psiquiatra, encarregado de tratar pacientes em uma macabra e secreta mansão gótica transformada em manicômio para ex-combatentes, se vê questionando sua fé e compaixão, em meio à loucura que impera no lugar. Logo esse trabalho começa a colocar em cheque todas as suas crenças, a tal ponto de ele não saber mais o limite entre o real e o falso, a sanidade e e o delírio.

Em A nona configuração, do autor best-seller de O exorcista, o psiquiatra Coronel Kane passa por muitas provações à medida que o centro é tomado pelo caos, e se depara com o seu maior desafio: enfrentar os próprios demônios… Nesta narrativa tensa e violenta, o suspense e terror psicológico imperam. Nada é o que parece ser e o final reserva grandes surpresas.

” Kane. Havia algo estranho nele, pensava Groper. Mas não sabia dizer exatamente o que. Algo deslocado, porém familiar. Algo que o deixava desconfortável.”

Quando você olha para a capa logo pensa “ hum, é de terror?“, daí você vê que o autor é o mesmo do livro ” O Exorcista”, e conclui ” eita é de terro sim“.

Imagem relacionada

Não é não amiguinho!  😭

Não tem nada de terror, nada de suspense, nada de temperatura caindo misteriosamente, portas rangendo ou crianças possuídas. Nada. 

O livro narra a história do psiquiatra Kane, que vai para o manicômio ‘Centro Dezoito’ tratar ex-combatentes da Marinha Americana, que surtaram durante missões de guerra e foram afastados dos seus cargos.  A marinha acredita que tudo é uma farsa, que esses fuzileiros não estão loucos, querem apenas receber auxilio financeiro do governo enquanto descansam. Mas muitos deles são oficiais condecorados, com ótima reputação. E é isso que o psiquiatra vai investigar.

” Não acho que o mal surja da loucura. Acho que a loucura surge do mal.”

Durante as sessões e encontros nos corredores, os pacientes questionam a fé em Deus do Dr. Kane e o que é sanidade. O livro fala muito sobre traumas de guerra e como isso afeta o ser humano. Tinha grandes chances de ser uma boa história, mas conversas sem sentido nenhum e  diálogos massantes transformaram ele num livro chato, muito chato! Uma estrela na classificação é o suficiente. 

Não recomendo. E não falo isso porque achei que era de terror, é porque o livro não faz sentido nenhum!

E quem assistiu a Ilha do Medo, com o Leonardo DiCaprio vai encontrar o mesmo desfecho. Pois é, acabei de dar um spoiler hahah

Ah é isso, não vou me prolongar porque esse livro me deu nos nervos.

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

 

 

Resenha: Quantum Break, Cam Rodgers

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 Autor: Cam Rodgers – Editora: Outro Planeta                  Ano: 2016 – Páginas: 384

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Jack Joyce passou seis anos tentando escapar. Escapar da vida, do tempo, da loucura de seu irmão, Will. Mas quando ele finalmente volta para casa, descobre que seu irmão não era louco como ele imaginava. Will criou uma máquina do tempo, com o potencial de salvar a humanidade. Guerras? Agora podem ser previstas. Desastres naturais? Podem ser evitados.
Só há um pequeno problema… sua máquina também vai causar o final do tempo, tal como o conhecemos. Agora Jack te apenas uma chance de voltar ao passado, de consertar o que está errado e de salvar o mundo.
‘Quantum Break: estado zero’ é o romance oficial do game de mesmo nome, dos mesmos criadores de Max Payne e Alan
Wake, conhecidos por transformar suas produções em verdadeiros filmes de ação, com atores conhecidos e efeitos especiais de última geração.

[…] eu queria o máximo de tempo possível para construir algo que nos ajudaria a desafiar o fim do mundo, o fim do tempo, sobreviver a ele (P. 91).

Seis anos haviam se passado. Seis. E agora Jack Joyce voltou para sua cidade natal a fim de encontrar Paul Serene, um velho amigo, e escutar o que ele tem a lhe dizer. Paul enviara um e-mail a Jack alegando que Willam Joyce, irmão de Jack e um grande físico, parecia estar enlouquecendo. Aproveitou e disse que precisava mostrar algo que mudaria sua vida. 

  Os pais dos garotos faleceram quando eram ainda bem jovens, caindo sobre Will toda responsabilidade sobre o irmão mais novo. O fato desencadeou algumas discórdias entre os dois e uma delas envolvia o motivo pelo qual Jack se mantivera afastado por tanto tempo: o projeto que seu irmão estava ajudando a desenvolver.

Projeto Passarela era uma máquina investido por Paul Serene através da Monarch Solutions, um centro de pesquisa, com a possibilidade de viajar no tempo. A intenção do projeto era prever e evitar todo tipo de destruição que a humanidade possivelmente enfrentaria. Antes de Will, outro físico trabalhava no projeto, mas este morrera de maneira misteriosa. Sem saber o porquê, o Will se voltou contra a pesquisa pela qual trabalhou a vida inteira e Paul então o via como uma ameaça que precisava ser eliminada o mais rápido possível. Jack fica dividido entre seu melhor amigo e seu irmão, passado e presente, vingança e amor.

   A Monarch não existe para mudar o futuro… existe para nos ajudar a sobreviver a ele (P. 154).

  Em Quantum Break a focalização da narrativa é externa, ou seja, em terceira pessoa. A linha dos eventos traçam uma trajetória recheada de ação, tanto que praticamente tudo transcorre durante um dia inteiro, começando pelas 4 da manhã! Os poucos momentos em que conseguimos respirar são para nos aprofundarmos melhor no enredo. Conhecemos melhor Paul Serene e Sofia Amaral, seu par romântico e também brasileira, também Zed, September e Beth. 

  Confesso que achei que odiaria o livro quando comecei a ler. Pensei comigo mesma que a leitura poderia ser muito complicada e cansativa, ainda mais tratando de ficção científica (Ainda mais ainda de um game!). Mas quando não, a história me envolveu tanto que assisti a games play e resenhas do jogo e senti vontade de jogar! Não tenho o jogo e não posso fazer comparações, mas é certo de que o livro trouxe muitas informações valiosas que não contém no game. Vale a pena ficar por dentro!

  Cam sugeriu  incluir algumas informações e conceitos que estavam presentes nos primeiros rascunhos da história (Sam Lake, Prefácio).

  Por fim, assistam ao trailer do jogo aqui embaixo. Dá vontade de saber mais sobre o mundo de Quantum Break? Sim ou com certeza?

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Resenha: A última dança de Chaplin, Fábio Stassi

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Autor: Fabio Stassi – Editora: Intrinseca              Ano: 2015 – Páginas: 224

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Combinando elementos reais com ficção, A última dança de Chaplin conta os últimos anos de um dos maiores ícones do cinema americano. Na noite de Natal de 1971, Charlie Chaplin recebe a visita da Morte. O famoso ator está com oitenta e dois anos, mas ainda não se sente preparado para ver as cortinas se fecharem uma última vez. Desesperado por acompanhar o crescimento do filho mais novo, o ator propõe à Morte um acordo: se conseguir fazê-la rir, ganhará mais um ano de vida.

Enquanto espera o encontro fatídico, Chaplin escreve uma carta para o filho, contando a ele seu passado: da infância pobre na Inglaterra, com o pai alcoólatra e a mãe louca, ao auge do sucesso nas telas de cinema dos Estados Unidos, passando pelo circo, pelo vaudeville e por empregos estranhos, como tipógrafo, boxeador e embalsamador.

” Quando eu contar a minha história, eu dizia a mim mesmo, começarei daí. Do momento em que a manivela do projetor começa a girar”

O que eu conheço do Chaplin é a fama, até porque nunca assisti seus filmes ou biografia, e para minha surpresa, olha eu lendo um livro sobre a vida dele! Ok, é uma ficção, mas algumas passagens são reais.

Minha relação com o Chaplin é um pouco confusa, porque eu sempre fiquei boquiaberta com sua inteligencia e criatividade, mas quando descobri que ele foi acusado de estupro, hum, sei lá, sabe?

” Com as mulheres nunca fui tímido. Cresci na promiscuidade dos teatros, no meio de centenas de corpos de atrizes e cantoras que se despiam juntas entre um número e outro”

Mas vamos falar da obra, não do homem.

” Nunca contei isso a ninguém. Ouça bem.”

O livro é uma carta de Charlie para seu filho adolescente. É noite de Natal e Charlie sabe que dessa vez não conseguirá fazer a morte rir. Como ele não poderá ver seu filho crescer, ele decide escrever uma carta contando sua vida e talvez com isso seu filho possa conhecer melhor o pai.

A carta começa do nascimento até a noite em questão. Pouco fala sobre os filmes, o foco é na vida pessoal, infância, a ida para os Estados Unidos, a relação com os pais e o irmão, sua vida no circo e os encontros com a Morte no fim da vida.

” A morte desaparece da poltrona. O homem se apoia com dificuldade na escrivaninha e solta um grande suspiro de alívio”

” Sim, quantas vezes nascemos na vida? Tantas que precisamos logo aprender a nos criarmos sozinhos, a não parar de nascer.”

Chaplin sempre foi um espirito livre, não conseguia ficar no mesmo lugar e no mesmo emprego por muito tempo, por esse motivo ele já passou por vários estados e países e por todas as profissões possíveis, de palhaço de circo a embalsamador. Mas ele sempre voltava para o teatro, sua grande paixão. Chaplin era desapegado até do seu irmão, seu único vínculo familiar, já que seu pai morreu e sua mãe estava internada com alzheimer. Ele abandou o irmão e caiu no mundo sem nenhum ressentimento.

E como todo ator na década de 50 e 60, ele era pobre de maré de si. Pobre de não ter o que comer e usar a mesma roupa por semanas…de alugar quartinhos em hotéis precários. Mas ele nunca perdeu a vontade de viver ou amaldiçoou sua condição. Ele parecia estar satisfeito com a vida que tinha.

” A vida me fez baixo suficiente para que eu não precise me ajoelhar diante de ninguém”

O livro tem passagens muito interessantes, fala sobre a época que o cinema foi inventado e como isso abalou o teatro e o circo e fala também como os filmes eram produzidos.

A leitura desse livro foi um pouco estranha, eu tinha preguiça de ler mas quando retomava ia longe…eu parava e no dia seguinte enrolava para ler, e essa situação durou três semanas. Sei lá, nunca senti isso antes, por isso fica na dúvida se recomendo ou não.

Comentem a opinião de vocês! Alguém aqui é fã do Chaplin? 

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Nerve, Jeanne Ryan

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      Autor: Jeanne Ryan – Editora: Outro Planeta Ano: 2016 – Páginas: 304

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Você já se sentiu desafiado a fazer algo que, mesmo sabendo que pode se arrepender depois, acaba levando em frente? A heroína deste livro também.
Vee cansou de ser só mais uma garota no colégio, e quer deixar os bastidores da vida para assumir seu merecido posto sob os holofotes. E o jogo online Nerve, febre nacional transmitida ao vivo, pode ser o início dessa trajetória de sucesso. Basta que ela clique no botão “Jogador” em vez de “Espectador” para entrar na disputa, que propõe, a cada etapa, um desafio novo.
A adolescente acaba formando uma dupla imbatível com Ian, um garoto desconhecido com quem trava contato ao se inscrever em Nerve. Juntos, vão galgando posições no jogo. Mas, conforme os dois avançam na disputa, os desafios ficam cada vez mais complexos… e perigosos.

” – Se quer mesmo se envolver com o nerve, acesse o site amanhã como observadora

Quando eu comecei a leitura eu senti que já tinha visto isso antes..e vi mesmo, ano passado quando li o livro The Game [ O jogo] 😳 😳 

Em nerve, a adolescente Vee trabalha como assistente em um teatro onde sua melhor amiga é a estrela da peça. Vee tem um vida bem comum, sem grandes emoções, principalmente depois de um mal entendido que a deixou de castigo pelo resto da vida. Cansada de todos dizendo que ela devia se arriscar mais, ela resolve fazer um desafio do jogo online Nerve. Mas só para provar que ela pode fazer umas loucurinhas quando quiser.

” É difícil acreditar que pouco antes eu estava deprimida atrás de uma cortina empoeirada vendo minha melhor amiga me esfaquear pelas costas. E agora? Prêmios, diversão e dinheiro, talvez. Adoro esse jogo”.

Esse jogo online disponibiliza desafios para os usuários, e quem fizer mais sucesso é selecionado para a etapa seguinte. Coisas simples, como virar um copo de água na cabeça no meio da cafeteria ou cantar bem alto em público…a cada jogada o desafio fica mais difícil e o prêmio aumenta…como uma bolsa de estudos, um carro, uma viagem…o interessante é que o jogo sabe o prêmio que o jogador quer e usa isso a favor.

E aí meus queridos que a Vee toma gosto e quando nota, está completamente envolvida e mais encrencada que nunca. 

” Solto um sorriso e respiro fundo. E de novo. É hora do show”

” Quanto mais rápido eu cumprir o desafio, maior é a chance de sobreviver a ele. Ou não desmaiar, pelo menos”.

No meio dos desafios ela encontra Ian, um outro jogador. Nerve decide que eles serão uma dupla e passam a realizar os desafios juntos. Além dos jogadores temos os observadores, eles pagam para assistir o jogo, sugerem desafios e muitas vezes acompanham as missões. 

Mas nem tudo é diversão. O jogo começa a tomar um rumo muito sombrio, com desafios pessoais que ameaçam relacionamentos e o bem estar da dupla. Mas os prêmios são tão bons que eles decidem ir até o desafio final. Esse desafio envolve todos os outros jogadores que conseguiram cumprir todas as missões e o jogo preparou uma grande surpresa para eles. Confesso que não gostei dessa parte, enrolou muito e ficou confuso…

” Todo mundo prende a respiração. Há sete pistolas penduradas no fundo do armário”

Mas no geral o livro é viciante! Li em dois dias e queria uma continuação. Super recomendado!

Recentemente saiu um filme inspirado no livro. Isso mesmo, inspirado. Porque NÃO TEM NADA A VER COM O LIVRO. Nada. Agora eu sei como os fãs de Percy Jackson se sentiram 💔 

Confere aqui o trailer:

É isso pessoal! O que acharam? Já leram ou assistiram o filme?

Conta aqui tudo o que passa nessas cabeçinhas!

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Terra Morta #1 – Fuga, Tiago Toy

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               Autor: Tiago Toy – Editora: Draco           Ano: 2011 – Páginas: 248

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Romance de estréia de Tiago Toy, “Terra Morta – Fuga” imagina o apocalipse zumbi ambientado em São Paulo.

Em ‘Terra Morta: Fuga’, o leitor acompanhará uma saga de sobrevivência ao terrível mal que assolou o interior de São Paulo e agora se dirige à capital.

Tiago é um rapaz introspectivo que sempre sonhou em viver na megalópole de São Paulo e buscar novos desafios. Só não imaginava que sua chance chegaria da pior maneira possível. Jaboticabal, sua cidade natal, é o cenário de um terrível apocalipse zumbi, uma tragédia que parece saída de um videogame ou filme de terror.

De repente, o jovem acostumado a treinos de parkour e muito trabalho precisa lutar para sobreviver. Nenhum local é seguro, ninguém mais é confiável, água e comida não são mais garantidas no dia a dia. Mesmo que a mente custe a acreditar, não há tempo para duvidar da realidade. A única opção é fugir.

A cada pessoa que Tiago encontra, uma surpresa. Aliado ou inimigo? Nunca uma certeza.

Tiago e seus companheiros deverão enfrentar o passado e seus medos, e em meio a um mar de zumbis canibais, descobrirão que o maior inimigo ainda são os humanos.

Descubra a origem da infecção enquanto corre sem parar, uma aventura dramática que é sucesso na internet e agora se torna uma série de livros. Pegue apenas o necessário e corra sem olhar para trás.

“Sabemos que somos mais sortudos que espertos por continuarmos vivos”

Uma cidade no interior de São Paulo foi atingida por um mal que transformava as pessoas em mortos vivos com uma tremenda fome de carne humana. Tiago (Sim, o personagem principal e o autor têm o mesmo nome hsuahs), um dos sobreviventes, estava sozinho. Seu plano era fugir para a capital em busca de socorro.

No meio de sua fuga, ele cruzou com dezenas de “zombies”, mas também com pessoas que apenas estavam tentando sobreviver, como ele. Uma que merece destaque é a Daniela. Os dois acabaram se tornando cúmplices. Tiago, de início, relutou em aceitar caminhar junto com ela. Ele parecia muito grosseiro e ignorante, mas era compreensível pois, como tudo estava em jogo, bons modos era a última coisa a se pensar.

“A vontade de sobreviver é maior do que qualquer desconforto” 

Os garotos também perceberam que o perigo não estava somente nos corpos sedentos de carne fresca que andavam sem rumo pelas ruas, mas também estava nos não infectados. Houve lutas por comida e abrigo, e todos queriam a mesma coisa. Infelizmente, os recursos estavam se acabando aos poucos, por isso só quem chegasse primeiro conseguiria não passar fome.

“Não é fácil destruir a esperança de alguém que está em total desespero”

Em razão do destino, muitos chegaram ao “topo”, mas logicamente não houve lugar para todos. Por esse motivo, Tiago teve que enfrentá-los para garantir o seu. 

“Não sou eu quem devia ditar seu destino. Não sou eu que devia cravar um facão no meio de suas cabeças para evitar ser um deles”

Já queria ter começado a ler livros com esse tema há tempos, mas nenhum me chamou a atenção justamente por eu não achar que valeria a pena. Afinal, nunca tinha lido livros do gênero antes, mas já tinha assistido a muitos filmes, então pensei que Terra Morta seria apenas mais um livro de zombie. E, meus queridinhos, não era nada disso que eu estava pensando. Eu, sinceramente, esqueci da vida lendo o e-book. 

Enquanto lia, me perdi um pouco nas cenas de luta corporal, parece que elas foram rápidas demais. Acredito serem as mais difíceis de descrever. Algo que me chamou muito a atenção foi a forma que os zombies eram descritos. Eu consegui imaginar a figura. Dava medo (Não é brincadeira gente kkkk Tanto que evitava ler antes de dormir kkkkkk). 

O autor demonstrou, na minha humilde opinião, muito talento! Ele tinha tanto controle sobre as situações descritas que foi capaz de me prender com correntes e cadeados (kkkkkkk) Não queria largar até descobrir o final de tudo aquilo. 

Terra Morta: Fuga tem uma continuação chamada Terra Morta: Infecção. Espero ansiosamente a oportunidade de lê-lo em breve!

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Resenha: Órfão X, Gregg Hurwitz

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         Autor: Gregg Hurwitz – Editora: Planeta     Ano: 2016 – Páginas: 336

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Quando garoto, Evan Smoak foi recrutado no orfanato onde vivia para fazer parte de um programa americano ultrassecreto. Rebatizado de Órfão X, ele foi treinado para ser um exímio assassino e enviado aos piores lugares do mundo para missões que ninguém mais conseguia executar. Depois de longos anos de atividade, Evan deixa o programa e usa as habilidades de agente secreto para “desaparecer” e viver para um único propósito, agora sob o codinome de “Homem de lugar nenhum”: salvar e proteger pessoas pobres e  indefesas como ele havia sido. No entanto, seu passado de matador sangrento passará a assombrá-lo e também a seus protegidos. Alguém tão bem treinado quanto ele – talvez um ex-colega de programa?– está na sua cola, para tentar eliminá-lo.

“Evan respirou. ‘Nunca leve para o lado pessoal. Não presuma nada. Nunca leve para o lado pessoal. Não presuma nada’, pensou ele.

Podia sentir o peso da pistola sobre o joelho. A arma estava sempre ali, leal e confiável, uma constante. Aço e chumbo reagiam de maneira previsível. Eram finitos, imutáveis, domáveis. Evan podia contar com eles.”

Evan Smoak é um assassino profissional, que foi treinado pelo governo num programa que transforma órfãos em máquinas de destruição. Lhe foi dado o codinome de Órfão X, e antes dele tiveram Órfãos com todas as letras do alfabeto.

Evan teve como mentor e treinador Jack, e quando ele é morto, o Órfão X decide fugir do programa e usar o que sabe para ajudar as pessoas. Muda-se para um apartamento em Los Angeles, onde através de um celular, que não pode ser rastreado, ele recebe as ligações pedindo sua ajuda.

Morena é uma garota de 17 anos que vive em um bairro humilde junto com a irmã de 11 anos, Carmen. Elas haviam sido abandonadas pelo pai e a mãe havia falecido fazia um ano. Morena sofria abusos sexuais pelo investigador William Chambers. Ela entra em contato com Evan, conhecido como o Homem de Lugar Nenhum, para pedir sua ajuda, pois teme o momento em que William resolva começar a abusar de sua irmã.

“- Você faz parte do que chamamos de Programa Órfão. É excepcionalmente equilibrado e muito comedido diante do desconhecido e foi escolhido para o programa justamente por ter essas qualidades. Há outros como você. Mas jamais os conhecerá.”

Evan encara essa missão e, rapidamente, põe fim à vida do investigador. Ele era assim, um anti-herói, um matador do bem, se é que isso existe. Após concluir a missão, ele despede-se de Morena e diz para ela encontrar outra pessoa que precise de ajuda e dar seu número de telefone.

Em meio a suas missões, ao fingir ter uma vida pacata, Evan conhece Mia, uma promotora de justiça, moradora de seu prédio, e seu filho de 8 anos Peter. Ele se aproxima cada vez mais dessa pequena família, tendo noção de como é uma vida normal.

“- O que faz você feliz?

Dessa vez, não houve intervalo entre pensamento e resposta:

– Suas sardas.

Mia entreabriu os lábios. Deu alguns passos para trás, para dentro do quarto. Ameaçou falar alguma coisa, mas parou.”

Apenas 5 dias após concluir a missão, ele recebe a ligação de Katrin pedindo sua ajuda, ela diz que foi indicada por Morena e está sob ameaça por dívidas de jogo. Ao encontrar com Katrin em um restaurante, eles sofrem um atentado, mas conseguem sair ilesos. Ela diz que o pai  dela, Sam, encontra-se nas mãos dos bandidos. Esses bandidos eram Slatcher e  Candy, comandados por Top Dog.

Evan começa uma investigação, mas ainda sem conseguir ajudar Katrin, não sabe a identidade nem o paradeiro de quem a ameaça, ele recebe outro telefonema, um pedido de ajuda de Memo Vasquez, que também diz tem sido indicado por Morena. Evan tinha deixado bem claro para Morena que ela deveria indicar somente uma pessoa, então vai atrás dela para descobrir o que aconteceu.

Um dos dois, ou Memo, ou Katrin, está mentindo, e Evan descobre que está sob ameaça, alguém quer ele morto. Agora terá que lutar para sobreviver, ao mesmo tempo em que tenta salvar as pessoas que pedem sua ajuda.

Órfão X é um livro de suspense com muita ação, onde nem tudo é o que parece. No desenrolar da história temos alguns flashbacks de quando Evan ainda era novo e estava em treinamento. Tem muitas partes com lutas, em que ele fica entre a vida e a morte, mas a última é a melhor de todas. O livro é cheio de momentos tensos e não tem quase nada de romance. Tem 59 capítulos e a partir do capítulo 37 é uma emoção atrás da outra.

Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: Qualquer outro lugar, A.G Howard

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    Autor: A.G Howard – Editora: Novo Conceito Ano: 2016 – Páginas: 416

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Alyssa está tentando entrar novamente no País das Maravilhas. Os portais para o reino se fecharam, não sem antes levarem sua mãe. Jeb e Morfeu estão presos em Qualquer Outro Lugar, reino em que intraterrenos expulsos do País das Maravilhas estão vivendo.
Para resgatá-los, ela precisa recorrer à ajuda de seu pai. Juntos, eles iniciam uma missão quase impossível para tentar resgatar entes queridos, restaurar o equilíbrio dos reinos e o lugar dela como Rainha.
Alyssa precisa lutar não só com a Rainha Vermelha, um espírito malicioso que tem a intenção de refazer o País das Maravilhas à própria imagem, mas também reconstruir seu relacionamento com Jeb, o mortal que ela ama, e Morfeu, o ser fantástico que também reivindica seu coração.
E, se todos tiverem sucesso e saírem vivos, eles poderão finalmente ter o felizes para sempre .

” A toca do coelho, o portal para o reino interior, foi destruída por mim. E agora Qualquer outro lugar é a única porta de entrada.”

E finalmente a novo conceito liberou o último livro da saga! Todos ansiosos? Todos muito ansiosos! Morfeu ou Jeb? Quem a Alyssa vai escolher?

” – Eu amo você – eu sussuro, porque ele tem o direito de saber a verdade antes que eu o mate.”

O último livro começa como terminou o segundo, com a Alyssa e o pai indo para o País das Maravilhas. Muitas questões são esclarecidas e é tanta informação que eu fiquei confusa. Juro, não consegui entender muita coisa não hahah…mas isso é um problema meu mesmo, porque desde o primeiro livro eu tive dificuldade de imaginar o cenário, as roupas…O problema é que dessa vez eu não entendi a trama, eu só li e me deixei levar, sem pensar ou raciocinar.

Bom, como lembramos a Alyssa fechou a toca do coelho e agora ninguém consegue entrar ou sair do País das Maravilhas. A mãe de Alyssa, Jeb e Morfeu estão presos lá e o País das Maravilhas está correndo perigo porque a Rainha Vermelha e a Rainha de Copas estão com planos maléficos para repaginar o País e possuir o corpo de Alyssa. Novos parentes entram na trama, pessoas comuns ficam com poderes incríveis, até Lewis Carrol aparece na história! Ah e claro, temos romance, muito romance! Tanto com Jeb quanto com Morfeu, porque a Alyssa não perde tempo hahaha

” A metade intraterrena de meu coração se expande para se libertar das emoções humanas nele enredadas. Não haverá trégua até eu encontrar meus amados e consertar as coisas no País das Maravilhas”

” Quando eu encontrar a Rainha Vermelha, ela vai implorar para que eu só corte sua cabeça.”

Eu nunca gostei do Morfeu e nesse último livro não seria diferente. Cara arrogante, mentiroso, manipulador…sério, não consigo entender como tem leitor que defende ele. Eu fiquei ansiosa pelo momento em que a Alyssa daria uma surra nele ou mandasse ele embora de vez…Não gostei do desfecho com o Jeb também. E a Alyssa..ai, ai..eu sempre impliquei com ela porque a achava muito fraquinha, não tem personalidade ou opinião própria. E nesse livro ela continuou assim, só foi tomar as rédeas no final do livro. Mulher, você é a RAINHA do País das Maravilhas, põe ordem, mostra quem manda!

” – Finalmente eu tenho um segredo só meu. Não é tão divertido ficar do outro lado, heim?
– Pelo contrário minha Rainha. Não consigo imaginar nada mais delicioso do que despi-la de suas defesas, camada por camada, e desnudar seu precioso…segredo.”

Mas mesmo reclamando eu gostei da saga. Essa história sempre foi a minha preferida e ler outras versões é sempre divertido! Só um tipo de leitor vai gostar do final e tudo depende pra quem você torce: Morfeu ou Jeb.

Contem aqui a opinião de vocês. 

” – Minha preciosa Alyssa, compartilhe a realidade comigo. Dê-me a eternidade. Juntos causaremos os mais belos estragos.”

” – Justo? Todo esse tempo ele esteve com você nas horas em que estava acordada. Eu só a tinha durante seus sonhos. Quero você na realidade. Já esperei pelo que parecem ser mil anos. É hora da nossa eternidade começar.”

Ah e não acabou não! Ainda tem um quarto livro! Simmmmm! É aquele com a Alyssa vestida de noiva e com o título em inglês ‘ Untamed”. Sem previsão de lançamento aqui viu gente.  Mas ele é bem parecido com o livro ‘ A mariposa no espelho”, não é uma continuação, é uma versão estendida sobre o futuro da Alyssa. E pra terminar, fiquem com essas fan art que são lindas e merecem aplausos…os fãs são ótimos né! Só acho que faltou ilustração do Jeb 😦 

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

 

Resenha: O livro das coisas perdidas, John Connolly

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Autor: John Connolly – Editora: Bertrand Brasil Ano: 2012 – Páginas: 364

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Após a morte da mãe, David, de 12 anos, passa a maior parte do tempo em seu quarto tendo com os livros como companhia. Quando eles começam a sussurrar para o menino, realidade e imaginação se misturam até que, ao brincar no jardim, entra em um reino encantado, onde encontrará heróis, monstros e um rei fracassado que guarda seus segredos em um livro misterioso. John Connolly, em O Livro das Coisas Perdidas, desconstruirá fábulas conhecidas, como A Branca de Neve e os Sete Anões e João e Maria, por meio de muita imaginação e mistério. Um livro para todas as idades que virou mania quando lançado na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos.

” Nem mesmo os rituais que repetia incessantemente haviam sido suficientes para mantê-la viva. Mais tarde, ficaria se perguntando se, por acaso, deixara de executá-los de maneira apropriada, se, por acaso, havia contado mal na manhã daquele dia ou se deixara de acrescentar alguma ação às demais e então teria podido modificar as coisas. Agora não importava mais. Ela se fora.”

Me apaixonei logo de cara pela capa, só que o livro é tenso demais. O que eu não sabia era do grau de perversidade dos vilões da história. Ficava tão vibrada que nem conseguia piscar. Apesar de sua capa parecer com um livro de contos infantis, ele não é aconselhado para crianças. O Livro das Coisas Perdidas, por inteiro, não é o que parece ser.

 Narrado em terceira pessoa, os fatos giram em torno de uma criança de 12 anos chamada David. Este perdera a mãe para o câncer, e desde então nunca superou sua morte. A criança vive em conflito com Rose, a nova mulher de seu pai, e já odiava o filho (seu meio irmão) que ela estava gerando. Isso provavelmente estimulou a cabeça dele a ouvir a voz de sua mãe já falecida. Ela o chamava em direção ao jardim, onde David não relutou em ir e acabou entrando em uma passagem que o levou a um lugar onde absolutamente tudo tinha um quê tenebroso.

“Podia ver onde o pescoço humano terminava e onde o corpo de veadinho começava, porque uma cicatriz vermelha marcava o lugar onde os dois seres haviam sido unidos (…) Quando teve coragem para olhar de novo, a cabeça da menina havia sido decepada do corpo de veado e o caçador a arrastava pelo cabelo, enquanto um rastro escuro de sangue escorria do pescoço sobre o solo da floresta”.

 A criança emergiu em um ambiente totalmente desfavorável, sujeitado ao extinto de sobrevivência. Muitas de suas escolhas oscilavam entre a viver e morrer. Nessa jornada, David descobre o adulto que habitava em si.

 O livro faz um jogo sombrio com várias criaturas das histórias que escutamos quando crianças. Sempre ficava nervosa ao iniciar minhas sessões de leitura, pois tudo o que eu esperava, John Connolly dava a volta e mostrava diferente. Se isso me questionou a desistir da leitura? Nem um pouco! Leia O Livro das Coisas Perdidas e descubra o que foi perdido. A propósito, o que você acha que foi?

 Espero que tenham gostado! Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é válida!

  Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

 

Resenha: Intergaláctica, F. P. Trotta

Intergaláctica

Autor: F. P. Trotta – Editora: Livros Ilimitados Páginas: 279 – Ano: 2015

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Uma conspiração para controlar o rumo da mais importante expedição espacial da história da humanidade. 3 de Maio de 2031 – No dia de lançamento da aguardada expedição da NASA para explorar a lua de Júpiter, uma das candidatas para habitar vida extraterrestre, a psiquiatra Amanda Collins acorda de um coma após meses batalhando contra uma meningite aguda.Junto com seus pacientes Stryker, Ripley e sua amiga Lina, eles descobrem que fazem parte de um crescente quebra-cabeça envolvendo uma corporação geopolítica underground chamada A Firma, que planeja sabotar a missão, usufruindo de uma nova tecnologia para saquear a nave e destiná-la para um planeta habitável localizado dezessete anos luz da Terra. O quarteto então inicia uma operação para descobrir a verdade por trás da conspiração, mergulhando de cabeça na maior expedição planetária da história da humanidade.

“- Assim que você entender que você é um insignificante e sem importância sinal sonoro no radar do tempo – uma das bilhões de pessoas que vieram e se foram em alguns milhões de anos – e se tornar humilde com a ideia que tudo o que você sabe e conhece do mundo hoje é o que outros grandes homens lhe contaram a partir de suas próprias observações.”

“Intergaláctica – Onde estaria a segunda Terra?” é um livro de ficção científica que conta a história de Amanda. Em 2009, ainda menina, sonha em ser inventora como o pai Oswald, e sua curiosidade faz com que em uma noite entre escondida no laboratório dele. Com ânsia por descobertas, ela manuseia a criação do pai, chamada Órbita, e acaba machucando-se. Shirley é a babá, que sempre a socorre, pois Oswald tem uma relação complicada com a filha e está muito envolvido em seu trabalho.

Na adolescência, Amanda é vítima dos experimentos científicos do pai, e quando acordo amarrada em uma cama, não pensa duas vezes antes de fugir com Shirley pela Floresta Hallo, na Islândia, que é o local de instalação do laboratório.

Nesse momento a história tem um lapso, Amanda tornou-se psiquiatra, está com 30 anos e mora em Chicago. Ela entra em contato com o ex oficial da marinha Ripley e a analista de sistema Stryker que marcam de encontrá-la juntamente com a executiva financeira Lina. Amanda treina-os para se infiltrarem na Firma e participarem da missão Europa, financiada por Oswald.

“- Não é isso. Você criou a faceta errada. Você fez o erro que a maioria das pessoas faz. Mas você não fez isso por você, você fez isso por medo. Medo de ficar sozinho, de não ser amado, mal interpretado, de não ser aceito.”

Eles partem para a Islândia e, usando do amor paterno ainda existente, Amanda consegue convencer o pai a permitir que ela, Lina, Stryker e Ripley participem da missão.

Enfim começa a aventura que dá título ao livro, com o lançamento Europa One em Washington. Os quatro são criogenicamente congelados e ficam assim até o ano de 2041.

Quando chegam ao planeta definido pelos humanos como Gliese nos deparamos com alienígenas de todos os tipos, na minha opinião, é a parte mais interessante do livro.

“… até que as cabeças das criaturas apareceram e eles notaram cabelos sedosos e quase brancos, brilhando contra o reflexo do sol que descia… e suas cabeças levavam à ombros e costas esguios.”

Todos os cenários são muito bem descritos e é uma história criativa. Apenas senti falta de uma descrição dos personagens humanos. Talvez por esse motivo não tenha simpatizado muito com a personagem principal.

Eu nunca havia lido nada desse gênero e foi uma boa experiência. O autor conseguiu unir uma coisa tão humana como uma desavença familiar com o ainda não descoberto mundo espacial. O final é inesperado e provavelmente tem continuação.

Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: Prodigy, Marie Lu

Prodigy-Trilogia-Legend-Marie-Lu

               Autor: Marie Lu    Editora: Rocco                  Ano: 2013   Páginas: 304

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Os opostos perto do caos. Depois que um cataclismo atingiu o planeta Terra, extinguindo continentes inteiros, os Estados Unidos se dividiram em duas nações em guerra: a República da América, a oeste, e as Colônias, formadas pelo que restou da costa leste da América do Norte. June e Day, a menina prodígio e o criminoso mais procurado da República, já estiveram em lados opostos uma vez. Agora eles têm a oportunidade de lutar lado a lado contra o controle e a tirania da República e, assim, alterar para sempre o rumo da guerra entre as duas nações. Resta saber se estão preparados para pagar o preço que as transformações exigirão deles.

Esse é o segundo livro da saga Legend! A resenha do primeiro livro você encontra -> aqui <-

“- Existe uma hora e um lugar para tudo. (…) Acabar com a pessoa encarregada de todo esse maldito sistema me parece um pequeno preço a se pagar para começar uma revolução”

Quando terminei o primeiro livro, Legend, peguei a sequencia e já devorei. Ainda bem que consegui desviar da ressaca literária tipo o Neo em Matrix.

O segundo livro tem muito mais ação que o primeiro como toda boa saga deve ser ( no primeiro apresentam a história, no segundo tem muita ação e alguma enrolação e o terceiro é quando todo mundo morre e descobrimos o porque de tudo hahahah). Normalmente o segundo livro costuma ser decepcionante mas esse me surpreendeu. Na trama June e Day estão fugindo de trem para Las Vegas encontrar os patriotas e buscando uma solução para a confusão que se meteram ( do mesmo ponto que termina o primeiro livro). Quando chegam lá descobrem que o Primeiro Eleitor morreu e seu filho Anden assumiu o controle. Isso dividiu muito o governo e a população.

Os patriotas sugerem que Day e June se separem, pois eles tem um plano para assassinar o Primeiro Eleitor e sugerem que June volte e conquiste a confiança de Anden dizendo que foi sequestrada e quer seu cargo de volta na Republica. Já  Day deve se alistar aos patriotas e ser o cara que vai atirar em Anden.  Quem leu o primeiro livro sabe que Day quer ver o capeta mas não quer ser um patriota, só que ele acaba topando até porque eles prometeram resgatar seu irmão que ainda está com a Republica. 

” A animação de Pascoa me anima um pouco. Incomodar a República? Eu nasci pra isso!”

” Talvez ele tenha morrido, esse é o preço que as pessoas pagam por cruzarem meu caminho”

Quando June volta para a República ela descobre que muitas coisas ditas pelos patriotas não fazem sentido. A primeira delas é que Anden não é tirano como seu pai e ele tem planos de mudar muitas leis na República, tornar o lugar mais seguro. Já Day está alimentando cada vez mais raiva da República e do Primeiro Eleitor, viver com os patriotas tem mostrado o quanto a República destrói a vida das pessoas.

E aí começa a confusão.

June não consegue avisar Day que os Patriotas estão mentindo. Day não consegue avisar June que ela está se deixando seduzir por Anden e o dia do assassinato está chegando.

Esse é um livro com muitas revelações. É sério, muitas! Revelações que te pegam de surpresa e mortes que vão te deixar bem chateada e bônus: surge um romance homossexual.  Alguns personagens secundários ganham destaque, como a Tess, Kaede e Thomas. E nossa esse Thomas me irritou profundamente.

” – Metias estava apaixonado por você – sussuro” –

Se você gostou do primeiro tem grandes chances de ler esse em poucos dias!

E agora, bora lá ler o terceiro livro né!

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: A menina que não sabia ler, John Harding

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              Autor: John Harding   Editora: Leya                      Ano: 2010  Páginas: 288

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante. Até que um dia Florence encontra a biblioteca proibida da mansão. E passa a devorar os livros em segredo. Mas existem mistérios naquela casa que jamais deveriam ser revelados. Quem eram seus pais? Por que Florence sonha sempre com uma misteriosa mulher ameaçando Giles, seu irmão caçula? O que esconde a Srta. Taylor? E por que o tio a proibiu de ler? Florence precisa reunir todas as pistas possíveis e encontrar respostas que ajudem a defender seu irmão e preservar sua paixão secreta pelos livros – únicos companheiros e confidentes – antes que alguém descubra quem ousou abrir as portas do mundo literário. Ou será que tudo isso não seria somente delírios de uma jovem com muita imaginação?

“Eu me sinto em casa com todos esses livros em torno de mim. É como estar entre amigos. São tantas histórias que posso imaginar me baseando nas imagens. Quem tem imaginação, nunca será prisioneiro.”

Esse é um livro que realmente me surpreendeu! É um livro cheio de mistérios, segredos e traições. É o típico livro onde você se frustra por não ter a maioria das suas perguntas respondidas, ou seja, ou você ama o livro, ou você odeia o livro! (Aqui em casa eu e minha mãe lemos e uma gostou e outra odiou. Uma dica: Eu fui a que gostou).

O livro conta a história de dois irmãos, Florence, de 12 anos, e Giles, de aproximadamente 8. Os dois são filhos de mães diferentes e acabaram ficando órfãos muito cedo e sob os cuidados do seu tio, um homem preconceituoso que é contra a educação das mulheres. Florence, a narradora do livro é uma menina um pouco estranha que tem como missão cuidar de seu irmãozinho.

No começo o livro é super chato, com uma narrativa repetitiva, muito detalhista e que deixa qualquer leitor com sono. Frases como “Pela primeira vez compreendi que não havia nada inteiramente bom e nada inteiramente ruim, que cada página tem uma mancha e, por essa mesma razão, eu esperava todas as noites sombrias por uma pequena luz brilhante. Isso me deu esperança…” são facilmente encontradas no livro e por isso a leitura fica cansativa. Isso na minha humilde opinião, é claro. Basicamente essa parte conta como a Flor vivia na casa do tio. Conta como ela fazia para ler escondido e tentar se esconder do seu vizinho, Theo. Até aí o mais interessante é o fato de Flor acreditar que seu irmão pode estar sofrendo na escola por ser muito lento nos estudos, então ela fica muito feliz toda vez que ele retorna para casa ou toda vez que o seu tio contrata alguém para ensiná-lo em casa.

O livro começa a ficar interessante após a morte da primeira pessoa que é contratada para cuidar do menino, em um acidente no lago perto da propriedade. É quando chega a Srta. Taylor para cuidar das crianças. Com a antipatia óbvia da Srta. Taylor por Flor e com Flor achando que ela é um tipo de ser sobrenatural que veio do além para machucar seu irmão, o livro  fica cada vez mais surpreendente. O que mais puxa esse lance sobrenatural é o fato de só a Flor conseguir ver a senhora Taylor em sua forma mais sombria.

“- Não está vendo? Você não a vê?

– Quem Flor? Quem?”

Esse foi um dos diálogos que Flor teve com seu irmão enquanto estava na frente da criatura. Isso nos leva a pensar que talvez seja tudo fruto da imaginação de uma menina que escondia que sabia ler e que todas as noites saia escondido e ia até a biblioteca.

“No final, decidi fazer o que sempre fazia nessas horas, descer até a biblioteca e ler durante horas, até ficar cansada o bastante para ir dormir” (Essa é das minhas rsrs).

A narrativa do autor nos faz criar várias teorias sobre o que é verdade e o que não é. Confesso que no final do livro eu estava com o coração na mão e com varais teorias na cabeça. O livro é intrigante porque no final, o leitor conclui o que quiser. De um lado, havia muitas evidências de que a Srta. Taylor desejava algo em relação a Giles, do outro temos Florence, que sempre foi muito convicta de sua razão e certezas.

Minha nota para o livro é 2,5 de 5. O livro é bom e o autor conseguiu manter o clima de mistério durante todo o livro, mas o final… Acho que poderia ter esclarecido o livro, mesmo que estivesse esmagando todas as nossas teorias.

Até a próxima.

assinatura leticia

Resenha: Cidade dos Etéreos – Livro II, Ransom Riggs

cidade dos etéreos

Autor: Ransom Riggs – Editora: Intrínseca   Páginas: 284 – Ano: 2016

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Cidade dos Etéreos dá sequência ao celebrado O orfanato da srta. Peregrine para crianças peculiares, em que o jovem Jacob Portman, para descobrir a verdade sobre a morte do avô, segue pistas que o levam a um antigo lar para crianças em uma ilha galesa. O orfanato abriga crianças com dons sobrenaturais, protegidas graças à poderosa magia da diretora, a srta. Peregrine.

Neste segundo livro, o grupo de peculiares precisa deter um exército de monstros terríveis, e a srta. Peregrine, única pessoa que pode ajudá-los, está presa no corpo de uma ave. Jacob e seus novos amigos partem rumo a Londres, cidade onde os peculiares se concentram. Eles têm a esperança de, lá, encontrar uma cura para a amada srta. Peregrine, mas, na cidade devastada pela guerra, surpresas ameaçadoras estão à espreita em cada esquina. E, além de levar as crianças a um lugar seguro, Jacob terá que tomar uma decisão importante quanto a seu amor por Emma, uma das peculiares.

Telecinesia e viagens no tempo, ciganos e atrações de circo, malignos seres invisíveis e um desfile de animais inusitados, além de uma inédita coleção de fotografias de época — tudo isso se combina para fazer de Cidade dos etéreos uma história de fantasia comovente, uma experiência de leitura única e impactante.

“Eu estava ali por um motivo. Havia algo que eu precisava fazer, não apenas ser; e não era fugir ou me esconder, muito menos desistir no instante em que as coisas começassem aparecer aterrorizantes ou impossíveis”. (p. 95)

cidade dos etereos

fotos do livro

Esse é o segundo livro da série O Orfanato da Srta. Peregrine Para Crianças Peculiares. O primeiro está sendo adaptado por Tim Burton, divo das anormalidades, senhor das coisas estranhas, rei da melancolia, amante do terror e das olheiras fundas. E não era pra menos. Burton é genial! Todos os seus trabalhos têm um toque especial que, logo de cara, já nota-se que é sua criação. Sem mais, vamos para a resenha!

Como todos já sabem, ou não, Jacob e os peculiares estão em retirada. O orfanato foi destruído, e com eles estão alguns objetos simbólicos; o que restou para se lembrar do seu lar. Além disso, eles também contam com a presença da srta. Peregrine presa em forma de uma ave. A Ymbryne poderia, no máximo, permanecer por três dias nessa forma, pois a natureza animal poderia neutralizar seu interior humano. Com isso, eles partem à procura de uma salvação para a srta. Peregrine.

cidade dos etereos cidade dos etereos cidade dos etereos

Durante a jornada, eles encontram muitos acólitos e etéreos, os quais tentam enclausurá-los. Jacob, nosso narrador, é um peculiar diferente do grupo; matou um etéreo. Não só por isso, mas ele deixou sua família, sua vida pra trás a fim de ajudar os peculiares do orfanato.

“Naquele momento, fiquei profundamente grato aos ciganos e à cumplicidade da parte animal de meu cérebro, que achava uma refeição quente, uma canção e o sorriso de uma pessoa amada suficientes para me distrair de toda escuridão, mesmo que por pouco tempo”. (p.125)

Emma, por quem nutre um forte sentimento, o questiona várias vezes sobre insistir em ajudá-los. A garota enxergava o que Jacob abandonou, e, de fato, era tudo o que os outros peculiares sonhariam em ter.

“(…) eu optara por mergulhar em um mundo que jamais imaginara, onde vivia entre as pessoas mais vivas que eu já tinha conhecido, onde fazia coisas que nunca tinha imaginado ser capaz de fazer e sobrevivia a coisas às quais nunca tinha sonhado sobreviver”. (p.130)

As partes mais importantes do livro são o início e o fim. Muitas passagens no meio foram prolongadas. Embora, as vezes, no livro haja algo de grande proporção, enquanto poderia ser menor, não o compromete. Muitos que leram também puderam perceber isso através das fotos que foram encaixadas nas cenas. São as cenas que se adequam às fotos, e não o escritor que as conduz. Foi assim que aconteceu com primeiro livro da série, como explica Ransom Riggs.

Logo nas últimas páginas, temos uma listagem dos donos de algumas delas, além de uma entrevista exclusiva com o autor onde o mesmo explica que as fotos foram encaixadas nas cenas, e não ao contrário. Diz ele que elas tomaram papel secundário aqui.

cidade dos etereos

Imagem que achei mais sinistra.

Ainda sobre as fotos, o livro não é tão sombio quanto as mesmas sugerem. O ritmo me lembrou bastante Percy Jackson. Minha expectativa era de encarar um texto obscuro e apavorante. Quando não, ele chega até a ser engraçado. Não me decepcionou, só fez mais juz ao ditado: não julgue um livro pela capa. Óbvio que têm certas coisas, digamos, peculiares. De outro modo, não seria Tim Burton interessado.

Enquanto lia, imaginei a cena e dei uma risada:

” – Eu já era mais leve que o ar no instante em que nasci – comentou Olive, com orgulho. – Saí da barriga da minha mãe e fui flutuando para o teto do hospital! A única coisa que me impediu de sair pela janela e subir até as nuvens foi o cordão umbilical. Dizem que o médico desmaiou de choque!”. (p.139)

Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

Resenha: Guerra Civil, Stuart Moore

guerra civil

Autor: Stuart Moore  Editora: Novo Século   Páginas: 398                 Ano: 2014

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

A épica história que provoca a separação do Universo Marvel! Homem de Ferro e Capitão América: dois membros essenciais para os Vingadores, a maior equipe de super-heróis do mundo. Quando uma trágica batalha deixa um buraco na cidade de Stamford, matando centenas de pessoas, o governo americano exige que todos os super-heróis revelem sua identidade e registrem seus poderes. Para Tony Stark o Homem de Ferro é um passo lamentável, porém necessário, o que o leva a apoiar a lei. Para o Capitão América, é uma intolerável agressão à liberdade cívica. Assim começa a Guerra Civil

“Então, uma figura surgiu na porta, sua silhueta contornada pelo fogo enfurecido. Um homem alto e musculoso usando um uniforme vermelho, azul e branco rasgado. Capitão América, a lenda viva da Segunda Guerra Mundial, dava um passo cauteloso de cada vez, deixando o inferno para trás, carregando uma mulher inconsciente em seus braços fortes.”

Os Novos Guerreiros são jovens e inexperientes, mas querem ser valorizados. Por isso, resolvem que irão enfrentar uma gangue de vilões muito acima do nível de poder deles. O que acontece é que oitocentos e cinquenta e nove moradores de Stamford, Connecticut morrem nesse dia.

“E uma vez você me disse: quando o outro lado tem mais homens do que nós, mais armas do que nós, numa proporção de vinte para um, é hora de parar de lutar.

– É verdade, quando você está errado – Capitão o encarou. – Quando você está certo, finca o pé no chão e não tira o time de campo.”

Um programa de TV filmava todo o acontecimento e a população que assistia àquilo começou a sentir medo, pois não podiam mais confiar nos heróis. A qualquer momento uma pessoa, até então comum, podia vestir uma roupa colorida, e, sem nenhum tipo de treinamento, colocar em risco a vida de pessoas.

O bilionário Tony Stark, o Homem de Ferro, havia reunido os heróis que hoje formavam os Vingadores, tinha fé no poder da indústria e da tecnologia. Capitão América era guiado pelo coração e pelo instinto. Agora vou revelar um spoiler #SPOILERALERT que aparece logo no começo do livro. O que mantinha o eixo, o centro dos Vingadores era Thor, e agora o amigo e companheiro deles aparentemente morrera sozinho, em uma guerra disputada bem longe dali.

“Tony pegou o objeto. Homem-Aranha espreitou e viu o que era: uma moeda de prata de dólar comum.

– Eu… eu não estou entendendo – disse Tony.

O Demolidor virou-se um pouco para ele.

– Agora você tem trinta e uma moedas de prata, Judas.”

Tony vai para Washington falar com o Congresso sobre a situação dos super-humanos nos EUA. Nesse meio tempo, Peter Parker, o Homem-Aranha, torna-se o novo Vingador.

“- A culpa não é sua. Assim como não podemos culpar um policial por atirar em um criminoso que aponta uma arma para ele.

– Sra. Sharpe…

– Shh. Eu também queria lhe dar isso – ela procurou na bolsa. – Era o brinquedo preferido do meu filho Damien desde que ele tinha três anos.

Ele pegou o brinquedo e fitou-o através da chuva. O boneco do Homem de Ferro…”

A Lei de Registro de Super-Humanos (LRS) prevê que todos os meta-humanos teriam que se registrar e passar por um treinamento para ter permissão de usar seus dons para praticar atos de heroísmo. Ela também dá ao governo poderes extremamente amplos de repressão.

E a partir daí começa a Guerra Civil, escolha seu lado! Homem de Ferro lidera o grupo a favor da lei, e assume o comando de sua implementação, formado por Quarteto Fantástico, Homem-Aranha, Miss Marvel, Viúva Negra, Mulher-Hulk e com todo o apoio da SHIELD e seus agentes.

Capitão América sabe que a LRS acabará com as máscaras, com a identidade secreta, colocando em risco a família dos heróis, também teme o controle do governo e da SHIELD, e o pior é que quem não se registrar, será preso sem julgamento, mesmo ao fazer o bem. Ele lidera a Resistência, que é contra a LRS, formada por Patriota, Luke Cage, Wiccano, Falcão, Demolidor, Golias, Manto, Tigresa, Adaga, Gavião Arqueiro, Hulkling, Célere e  Estatura.

“Capitão balançou a cabeça. Esses dois só tinham um ao outro; Manto dependia da Adaga para sobreviver. Como alguém podia pedir para dois jovens como eles se registrarem, entregarem suas vidas ao governo?”

São duas batalhas entre os a favor da LRS e a Resistência. Lógico que não vou dizer quem vence, vou dar só alguns detalhes. Na primeira batalha um herói morre. A segunda batalha revela um traidor, envolve heróis dos X-Men e de Atlântida e tem um resultado que eu não esperava.

A história do livro gira em torno de cinco heróis principais: Homem de Ferro, Capitão América, Homem-Aranha e a família de Reed e Sue Richards, ou Sr. Fantástico e Mulher Invisível, eles agora são casados e tem dois filhos. E o autor apresenta-nos quatro epílogos de cada um.

Agora vamos à minha opinião. Eu torci o tempo todo pelo Capitão, acho que é porque sou meio rebelde. No fim, percebi que ninguém era o dono da verdade, os dois estavam certos, só com pontos de vista diferentes.

É a primeira vez que leio uma história de super-heróis, no geral, achei interessante. O problema é que eu não conhecia muitos desses personagens e foi difícil criar uma aparência em minha cabeça, mesmo com a descrição de todos, precisei de muita imaginação. As batalhas tem muita ação, se o leitor não prestar atenção aos detalhes, acaba perdendo-se na narrativa.

“No limite da fábrica, Demolidor e Viúva Negra corriam um atrás do outro pelas paredes quebradas, através de janelas estilhaçadas, aparecendo e sumindo na forte chuva. No topo de um recipiente químico, Demolidor parou e olhou para trás para Viúva Negra, a decepção estampada em seu rosto.

Sue teve a impressão de ver os lábis dele formando as palavras: Você não sabe o que é liberdade.”

Estou esperando ansiosamente pelo filme, depois que assistir, eu faço a comparação, mas já acho que a história não é a mesma, só o título.

Se alguém quiser me indicar outro livro desse gênero, coloca nos comentários, por favor!

Ah! Tenho obrigação de soltar outro spoiler #SPOILERALERT, se não quiser saber, pare de ler!…

O Homem-Aranha revela ao mundo sua identidade e, antes disso, quando ele conta para a tia May é muito engraçado.

Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: Animais Fantásticos e onde habitam, J. K. Rowling

animais fantásticos

Autor: J. K. Rowling    Editora: Rocco                     Ano: 2001   Páginas: 64

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

A acromântula é uma aranha monstruosa de oito olhos e dotada de fala humana, foi desenvolvida pelos bruxos para guardar suas casas ou tesouros… O basilisco, também chamado de rei das cobras, é verde-vivo e pode alcançar até quinze metros de comprimento. Sua criação foi declarada ilegal, desde a época medieval. O dragão é o animal mais mágico do mundo; seu couro, sangue, coração, fígado e chifre têm grandes propriedades ilusionistas.
Estas breves descrições são apenas uma amostra do que o leitor pode encontrar em Animais fantásticos & onde habitam , de J. K. Rowling, escrito sob o pseudônimo de Newt Scamander, e com prefácio do sábio Alvo Dumbledore. Ao livro, adotado pelos professores da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e considerado uma obra-prima, atribui-se a responsabilidade pelo bons resultados dos alunos nos exames de Trato das Criaturas Mágicas. E a obra não é recomendada só para estudantes. “Nenhuma casa bruxa está completa se não possuir um exemplar.” Trata-se de um guia com mais de 80 espécies de animais e seus respectivos hábitos, costumes e origem.
Este exemplar lançado no mundo dos trouxas (não-bruxos) é uma duplicata do Animais fantásticos & onde habitam de Harry Potter, editado, inclusive, com notas informativas que ele e seus amigos fizeram à margem das páginas. Segundo Scamander, Animais… já está em sua 52ª edição e esclarece, entre outras dúvidas, o significado de animal para a comunidade mágica; fornece sua classificação; a percepção dos trouxas sobre esses seres; ensina como e por que mantê-los ocultos em hábitats seguros, desobediência esta que incorre em multa; e faz um histórico das normas impostas pelo Departamento para Regulamentação e Controle das Criaturas Mágicas do Ministério da Magia, ao longo dos séculos, para preservar as feras fantásticas e assegurar aos bruxos o prazer de apreciar seus poderes e beleza.

Esse livro não é exatamente uma prosa, onde há acontecimentos em ordem cronológica. Ele existe dentro do universo de Harry Potter, e os próprios alunos de Hogwarts tem um exemplar. Este pertence a Harry Potter. Vale lembrar que o bruxinho ainda é um pré adolescente o momento em que esse livro apareceu na história, as anotações são dos primeiros anos na escola.

Aqui, temos um pouco sobre quem era o autor, o prefácio escrito por Albus Dumbledore, uma pequena introdução, a descrição de um animal e um pouco sobre o quê os trouxas sabem dos animais fantásticos. Isso decorre em umas vinte páginas, e por restante encontramos todas as setenta e cinco espécies de animais fantásticos que existem no mundo bruxo. Além, também, de muitas muuuuuitas referências. Está tranquilo de associar para quem já leu a saga. haha
 
J.K. Rowling escreveu Animais Fantásticos com intuito de ajudar populações mais pobres. Todo dinheiro arrecadado é enviado para a Comic Relief. 

animais fantásticos

Nesta imagem tem mais uma referência. Apesar do livro ser de Harry, não foi ele quem escreveu. Dá para imaginar quem foi?

  Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

 

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza