Resenha e frases: O pequeno príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

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                  Autor: Antoine de Saint-Exupéry                 Ano: 1943 – Páginas: 128

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.

” Eles não estavam contentes, lá onde eles estavam?
– Nunca estamos contentes onde estamos.”

Esses dias eu estava indo trabalhar toda chateada porque teria que pegar trem…e quem anda de trem em São Paulo sabe como é triste rs…e o pior, eu estava sem livro. Daí por sorte eu passei na frente daquelas máquinas que vendem livro e encontrei um lá do Pequeno Príncipe por 5,00!

Comprei principalmente porque eu precisava de ajuda para superar o desafio de ficar 25 minutos no trem hahaha

E eu reli o Pequeno Príncipe e fiquei surpresa de ter percebido coisas que eu nunca tinha notado quando li a primeira vez, com 12 anos de idade. Não vou dizer que eu entendi o livro, porque eu continuo sem entender, mas ele fez mais sentido. O livro trás a ingenuidade de uma criança e a importância de valorizar os sentimentos alheios.

Para quem não conhece, o livro conta a história de um homem que cai de avião no meio do deserto e depois de alguns dias encontra o pequeno Príncipe. Eles começam a conversar e o Príncipe começa a contar como acabou chegando na Terra. Ele passou por outros planetas, conheceu pessoas com personalidades diferentes e contou sobre sua amizade com sua rosa, que ele deixou no seu planeta e agora sente-se culpado por isso.

O livro tem MUITAS ANALOGIAS. Essa história com a rosa está fazendo minha cabeça fervilhar! A rosa era uma pessoa??? Ah e também tem frases ótimas, eu não conseguia passar uma página sem grifar alguma coisa.

Quem não leu e vê aquele povo postando a foto do chapéu e perguntando ” você vê um chapéu ou um elefante dentro de uma cobra“? Eu vou explicar, porque quem posta não explica. O aviador, conta que quando criança ele desenhou uma cobra que tinha engolido um elefante. Quando ele mostrava esse desenho para os adultos, todos viam um chapéu. Daí ele desenhou o interior da cobra e os adultos pediram para ele parar de desenhar essas coisas e se dedicar a geografia, cálculo…. Ele finaliza com ” as pessoas grandes não entendem nunca as coisas sozinhas e é cansativo para as crianças sempre e sempre dar-lhe explicações”. É interessante, não é? Pegou a coisa aqui?

As pessoas que o Pequeno Príncipe encontrou na sua viagem também serve como crítica ao mundo dos adultos. Pessoas que só pensam em trabalhar, em dinheiro ou em possuir coisas. 

Eu gostei muito do livro, gostei até da dedicatória rs.

E agora para terminar, separei algumas frases do livro para vocês. E fica aí o questionamento: o pequeno príncipe realmente existiu ou foi uma alucinação do aviador no meio do deserto?

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” – O que é essa coisa?
– Não é uma coisa, é um avião, ele voa.
– Então você também vem do céu? De qual planeta você é?
– Você vem de outro planeta então?
Mas ele não me respondeu.”opequenoprincipe

” Eu sofro tanto contando essas memórias. Já faz seis anos que meu amigo partiu com seu carneiro. Se eu tento descrevê-lo é para não esquecê-lo. É triste esquecer um amigo. Nem todos tiveram um amigo.”

”  – Um dia, eu vi o sol se pôr 44 vezes!
E um pouco mais tarde ele acrescentou:
   – Sabe…Quando estamos muito tristes, gostamos dos pores do sol…
   – No dia das 44 vezes, você estava muito triste, então?
Mas o pequeno príncipe não respondeu”

pequenoprincipe” Eu não soube entender nada! Eu deveria tê-la julgado por seus atos e não por suas palavras. Ela me perfumava e me iluminava. Eu não deveria nunca ter fugido! Deveria ter adivinhado sua ternura por trás de suas pobres astúcias. As flores são tão contraditórias. Mas eu era muito jovem para saber amá-la”

” – Você julgará a si mesmo então – respondeu-lhe o rei – É o mais difícil. É muito mais difícil julgar a si mesmo que julgar outrem. Se você conseguir julgar-se bem, então você é um verdadeiro sábio”

” – Apenas conhecemos as coisas que cativamos – disse a raposa – Os homens não têm mais tempo para conhecer nada. Eles compram coisas já prontas nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se você quer ser meu amigo, cative-me!”pequeno principe

” Eis o meu segredo. Ele é muito simples: só vemos bem com o coração. O essencial
é invisível aos olhos.”

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Incrível não é? Sentiu vontade ler? Já leu e quer me contar sua opinião? Gente, comenta! Eu adoro falar sobre livros rs

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: A extraordinária garota chamada Estrela, Jerry Spinelli

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Autor: Jerry Spinelli – Editora: Gutenberg            Ano: 2014 – Páginas: 192

Classificação 2/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela captura totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução de liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e emocional sobre os percalços de precisar ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.

“De todas as características incomuns de Estrela, essa para mim era mais marcante. As coisas ruins não a afetavam.”

Uma amiga minha me disse que esse era seu livro favorito, e quando alguém fala isso eu fico muito MUITO curiosa. Então ela me emprestou e hoje vamos falar um pouquinho dele. Simbora!

Quem narra a história é Leo Borlock. Ele mais a escola inteira se impressionaram quando uma aluna nova chamada Estrela ingressou no colégio. A primeira impressão dela foi chamar a atenção de todos pela sua aparência exageradamente incomum. Usava roupas e acessórios chamativos, além de tocar um instrumento chamado ukulele, parecido com um violão.

Além disso, Estrela tem uma personalidade maravilhosamente cativante! Deixava as pessoas ao seu redor felizes. Sempre se mostrou prestativa, acabando por ser chamada para o time de líderes de torcida, se tornando popular. Mas ela não se enchia disso, não inflamava o ego.

Porém, seus dias de popularidade chegam ao fim muito depressa. Isso porque, além das roupas, seu jeito também desagradava as pessoas. Não que havia algo de errado, ela simplesmente era boa demais. Mas convenhamos que Estrela é bem doidinha.

“Ao mesmo tempo, nos contínhamos. Porque ela era diferente. Diferente”.

Leo e Estrela haviam se tornado amigos bem próximos. Isso o incomodou, pois ele reparou que seus amigos da escola estavam ignorando-o com sucesso. Para ele, o que as pessoas acham ou o que vão achar é o mais importante. Tudo isso porque o viram andando com a garota.

“(…) todos desviavam de nós”.

Não bastava ser ignorada, Estrela era alvo de bullying. O mais fantástico era que ela não revidava. O seu interior permanecia da mesma maneira, independente da maldade de certos alunos. Como o próprio título diz, Estrela é extraordinária.

“Eles estavam todos em é agora, apontando os dedos, avançando, gritando, estivessem com o microfone ou não”.

Por fim, esse livro é direcionado para o público infanto juvenil, mas é indicado para todas as idades. A leitura é rápida, fácil e agradável. Além da mensagem, que é passada de maneira simples para o público jovem.

assinatura nova luiza

Resenha: Jogos Macabros, R.L Stine

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      Autor: R.L Stine – Editora: Globo Livros              Ano: 2016 – Páginas: 280

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Conhecido mundialmente por seus livros de terror e suspense, com centenas de milhões de exemplares vendidos, R. L. Stine desponta no cenário da ficção juvenil pela genialidade na criação de enredos sinistros. O“Stephen King da literatura juvenil” ficou famoso na década de 1990 com a aplaudida coleção Rua do Medo. Quase duas décadas depois do último volume, Stine atende aos pedidos dos leitores e lança o livro inédito Jogos macabros, publicado no Brasil pela Globo Alt.

Tal como os outros títulos da coleção, a história se passa na velha cidade de Shadyside, nos EUA, conhecida por ser palco de acontecimentos misteriosos e aterrorizantes envolvendo os alunos da escola local. Todos na região conhecem a excêntrica e rica família Fear, e sabem também do passado terrível que os assombra. Apesar desses histórico nada promissor, Brendan Fear parece ser um garoto diferente de sua família. Gentil e simpático, o jovem vive rodeado de colegas e chama a atenção de Rachel Martin, uma garota simples, colega de classe dele.

Quando o aniversário de Brendan está prestes a chegar, ele começa a planejar uma comemoração um tanto diferente na isolada ilha do Medo, onde existe um casarão de veraneio pertencente à família Fear. Rachel é uma das convidadas para passar o final de semana no local sombrio e, contrariando os avisos dos amigos, decide ir. No caminho, coisas estranhas já começam a acontecer e, ao chegarem à mansão, Brendan dá as coordenadas para o início de um jogo que se revelará o mais mortal de todos.

Repleto de reviravoltas, Jogos macabros mantém o leitor apreensivo da primeira à última página. Como todo bom enredo de R. L. Stine, a história dá espaço a fantasmas, assassinato, traição e romance, e marca, enfim, um retorno triunfal do autor à Rua do medo.

” Só fico contente por ter descoberto o psicopata que você é ” (p. 40).

Rachel Martin trabalha em um café após o período de estudo. É durante um de seus turnos que ela é convidada para a festa de aniversário de 18 anos pelo (lindo, maravilhoso, encantador, crush eterno) Brendan Fear. Aquilo a desconcertou bastante, pois ele nunca havia se dirigido à ela. Sem nem relutar, Rachel aceita o convite e é assim que sua melhor amiga, Amy, e seu ex, Mac, enlouquecem. 

Os Fear era conhecida por ter um passado tenebroso e mistérios obscuros, o que garantia todos a distância. Ninguém era louco o suficiente para se misturar àquela família. Por esse motivo, o que não faltou foram reprovações de seus amigos. Apesar disso, Rachel já estava decidida. 

A festa, que duraria a noite toda, ocorreria na ilha do Medo na casa de Veraneio dos Fear (Essa da foto. Assustadora, não é?). Para chegar lá, um barco ficou responsável pela travessia do grupo de convidados. Já estava escuro quando chegaram. Eles são levados por uma trilha de terra em meio a mata até alcançarem a casa. Chegando lá, o grupo é surpreendido com um jogo criado pelo aniversariante: cada um, junto a sua dupla, deveria procurar objetos (take a look no que tinha na lista: pernas de corvo, tarântula viva, um dedo de múmia) escondidos pela casa descritos em um envelope que receberam ao chegar. O que eles não sabiam era que o jogo se inverteria e eles que acabariam tendo que se esconder.

” Eu não tinha como saber que o pesadelo havia apenas começado ” (p.56).

Gostei bastante do ambiente e dos personagens. Tem toda aquela turma divertida, do tipo high school. Dá uma pegada teen com suspense.

” Cada folha que soprava em meu tornozelo me assustava. Cada sombra que se movia fazia eu me encolher de medo” (p. 271).

O que mais me impressionou foi a maneira que R.L. Stine conduziu a história. Não consigo explicar o quão perfeita sua escrita é! Ele escreve cadeias que se encaixam perfeitamente nas que se sucedem. Gostei muito também do fato de não detectar aqueles tipos de parágrafos que só estão lá para encher as páginas.

Confesso que não estava esperando gostar tanto do livro. O nome parece clichê, mas podem ter certeza de que sua história não é. Pela experiência com a leitura do autor, sei que sempre tem uma surpresinha no final, mas igual a de Jogos Macabros nunca vi! Se eu já gostava do autor, depois desse livro virei fã de carteirinha!

assinatura nova luiza

Resenha: A droga da obediência, Pedro Bandeira

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Autor: Pedro Bandeira – Editora: Moderna                Ano: 2003 – Páginas: 192

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Num clima de muito mistério e suspense, cinco estudantes — os Karas — enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I. pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga! E essa droga já está sendo experimentada em alunos dos melhores colégios de São Paulo.
Esse é um trabalho para os Karas: o avesso dos coroas, o contrário dos caretas!

 

Pedro Bandeira: Gênio das palavras, inventor do mistério, dono da minha (e da de milhões de brasileiros) infância. Sem sombra de duvida esse cara é um dos meus autores favoritos! E sem sombra de duvidas “A Droga da Obediência” é o meu livro favorito.

A trama narra a história de quatro amigos (que mais tarde viram cinco), Miguél, Calú, Magrí e Crânio, que formaram um tipo de organização secreta no colégio Elite, com o propósito de investigar o que fosse; Esses são os Karas!

Os Karas se reuniam em um velho galpão, que ficava escondido no quartinho dos zeladores, e até então, nunca haviam tido uma missão de verdade. Até que em uma certa manhã o líder dos Karas convoca todos para uma reunião. Ele só não contava que nessa reunião haveria um intruso, Chumbinho: O único menino de todo o colégio Elite que sabia tudo sobre os Karas. Cada sinal, cada reunião, cada código dos Karas estava sob o conhecimento do pequeno intruso.

Depois de se “divertirem” com o mais novo integrante da turma, os Karas começam a investigar o desaparecimento de vários jovens, que parecem estar conectados. Bom, se eu continuar falando, te conto a história inteira… Te conto como os Karas, cinco adolescentes (que são considerados crianças e por isso nunca são levados a sério) descobriram uma droga que mudaria o mundo e assim o salvaram (na boa, meu sonho é viver uma aventura tipo a dos Karas, ou fazer parte do elenco do filme [sim eu ainda estou a espera do filme] ou até mesmo escrever o roteiro do filme), te conto sobre os pequenos romances que foram delicadamente inseridos na narrativa (ta parei!).

Mas, falando sério, o que eu mais gostei desse livro é que ele te faz pensar sobre até que ponto o ser humano pode chegar por poder. Eu cheguei a conclusão que aos poucos, estamos vendendo nossa humanidade por pedaços coloridos de papel, e isso me assusta!

Mas, voltando ao livro: De 0 á 5 minha nota é 5 (e vocês sabem o quanto é difícil um livro ganhar 5 em minhas mãos). O autor soube criar um plano perfeito sobre a dominação do mundo, que é um tema muito usado em desenhos e criar vilões e heróis que condizem com a realidade.

Espero que gostem da leitura e que se um dia tiverem que salvar o mundo, me chamem! Ah e não se esqueça que o vilão é aquele que você menos espera!

assinatura leticia

Resenha: Atlântida, o enigma perdido de Flystwick, Ronnyel Sanpe

ATLÂNTIDA O ENIGMA PERDIDO DE FLYSTWICK

Autor:  Ronnyel Sanpe – Editora: Giostri              Ano: 2016 – Páginas: 266

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Após longos anos separados, 4 amigos reúnem-se para encontrar um enigma deixado por um historiador chamado John Flystwick. Desvendar esse enigma pode levá-los ao tesouro do rei de Atlântida, sendo isso uma prova irrefutável de que tal local existiu. Uma grande aventura repleta de acontecimentos surpreendentes e a descoberta dos maiores segredos de uma civilização há muito tempo perdida.

 

 

” – Me encontraram – sussurou penosamente para si mesmo. Mas como? Ninguém além da velha senhora sabia da sua existência. O que ele poderia ter feito para ser descoberto?
Não importava, ele tinha que fugir.”

Antes de tudo: muito obrigada Ronnyel por esse livro incrível! E muito obrigada por ter autografado ele! Meu primeiro livro com autógrafo!

Tudo começa quando as crianças Carol, Victor, Mônica e Diogo ouviram pela primeira vez a história do tesouro do rei de Atlântida, contada pelo Sr. Antônio, avô de Camila. Apesar de ficarem impressionados eles não levaram a história adiante, afinal todos acharam que era apenas uma história. Anos depois eles se reencontram no velório Sr. Antônio e descobrem que ele deixou em testamento um baú para Vitor. Para surpresa geral, dentro do baú tem um mapa para o tal tesouro! O que era uma simples história acaba se tornando a maior aventura da vida deles! Por que convenhamos, se aparece um mapa do tesouro em suas mãos, você vai atrás né?

Bom, eu vou.

” Descobrindo que o tesouro era real, ele não só descobriu um tesouro antigo. Descobriu a prova que faltava de que Atlântida realmente existiu, e que havia uma grande população no continente que afundara.”

” Essas perguntas não saíam da cabeça do rapaz. O que mais o deixava nervoso não eram as perguntas e sim a agonia de não ter as respostas para elas.”

E a jornada se torna uma missão no estilo ‘ Indiana Jones’, tem enigma, perseguição, mapa, tiroteio, descoberta de civilização…E tudo isso no Brasil! Sim! E o mais legal é que tudo acontece no nordeste. O autor soube usar muito bem as cidades para criar um clima de mistério.

” – Você mente…- grunhiu  velho. – Eu sei o que vocês querem. E digo: lá vocês não vão encontrar nada. Apenas a morte e coisas aterrorizantes. Coisas que vocês jamais viram nas suas vidas. “

Outro ponto positivo é que eu aprendi mais sobre o Brasil e as cidades. Tem uma passagem que os amigos vão na Pedra da Galinha Choca, no Ceará e rola um comentário que nesse lugar rodaram o  filme dos Trapalhões. Gente me bateu uma nostalgia…quase chorei. Eu vi esse filme! rs

E sobre a cidade de Atlântida, eu amei a ideia de como ela ainda existe e tem até um vocabulário próprio do lugar! Eu queria que boa parte do livro tivesse acontecido nela e não na  busca do tesouro. Talvez a história tenha uma continuação e isso aconteça..quem sabe 😎 Ah e os personagens…gente não consegui sentir simpatia por nenhum rs…tinha hora que eu torcia pra alguém levar um tiro ou cair num buraco hahaha..

E vocês, se interessam por cidades perdidas, tipo Atlântida? Eu acho incrível!

Fico aqui aguardando os comentários de vocês!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Goosebumps, Acampamento Fantasma#2 – R. L. Stine

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Autor: R.L Stine       Editora: Fundamento            Ano: 2006     Páginas: 104

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Piada sem graça!

Harry e seu irmão Alex querem muito fazer amizade com o pessoal no Acampamento do Espírito da Lua. Mas o lugar tem algumas tradições estranhas: a saudação boba, o cumprimento esquisito e o jeito como os campistas mais antigos gostam de pregar peças nos recém-chegados.

Pouco a pouco, as brincadeiras começam a ficar estranhas, perigosas… e bem assustadoras! Primeiro, uma menina põe o braço na fogueira. Depois, um garoto enfia uma estaca no pé…

Mas é tudo brincadeira! Ou será que não?…

“A estaca pontuda tinha perfurado e prendido o peito do pé de Sam no chão(…). Com calma, ele puxou a estaca do pé com as duas mãos.

Soltei um gemido, porque o meu pé doeu, acho que por solidariedade”.

Desde muito tempo a Editora Fundamento vem lançando os livros da coleção Goosebumps, mas somente de um tempinho para cá estes tomaram uma proporção maior de popularidade em razão de sua adaptação cinematográfica lançada dia 22 de outubro desse ano (Goosebumps: Monstros e Arrepios). Particularmente, já conhecia os livros, no entanto só agora que tive a oportunidade de ler um. E o primeiro livro dessa coletânea que li não me decepcionou, ao contrário, me fez querer completar minha coleção!

Harry e Alex são irmãos e estão a caminho do Acampamento do Espírito da Lua. Assim que chegam lá, são surpreendidos por um silêncio amedrontador. Até pensam que o acampamento poderia ter esquecido da chegada dos dois. Mas logo logo os campistas surgem e se divertem fazendo uma pegadinha com os irmãos. Eles percebem que o lugar é cheio de tradições, como por exemplo, histórias de fantasmas ao redor da fogueira e comprimentos bobos. Quanto mais tempo passam ali, mais Alex quer ficar e mais Harry que dar o fora. De fato, Harry percebeu que lá poderia acabar sendo divertido, só não conseguia esquecer das coisas sinistras que achava que via.

Ao menos que isso fosse realmente coisa da cabeça de Harry, o garoto esqueceria sua ideia de sair dali, todavia não foi isso que ocorreu. Continuava a ver um monte de coisas macabras acontecendo com os campistas, e foi aí que descobriu de todos eram fantasmas. Harry, em desespero, correu com Alex em seu calcanhar. Mas eles não deixariam que os irmãos fugissem assim sem mais nem menos. Disso podem ter certeza!

Todos os livros dessa coleção têm clichês típicos de terror, mas é certo que não há como fugir deles. O modo como R.L. Stine mescla esses estereótipos nas crianças e nos adolescentes faz parecer mais cômico do que aterrorizante, e isso se destaca nos livros de Stine. Ele escreve terror para jovens de modo que não predomine sexo, violência intensa ou drogas. Eu mesma cheguei a dar muitas risadas com Harry.

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

Indicação de livros para crianças de 3 aos 10 anos

A Tábata já disse aqui  e eu reforço: ler para uma criança é muito importante! 

A leitura estimula a imaginação, ensina e diverte. E ao ler para os pequenos você está criando um vínculo de cumplicidade, ler é um ato de amor, é o momento de vocês dois e essas memórias são importantes. 

É interessante que os pais leiam também, mesmo que seja um jornal ou revista, porque as crianças copiam as atitudes dos adultos. E a partir desse exemplo você terá um pequeno leitor em casa. 

Alguns livros trazem lições sobre a fase que a criança está passando e eu trouxe alguns exemplos nas indicações. Tem livro que fala sobre a chegada de um novo irmão, outro que fala sobre ser generoso, outro sobre a primeira vez na escola e até um que fala sobre uma menina chamada Rapunzel que sofre bulling na escola por ter o cabelo cacheado. Fala sério, olha quanta coisa uma criança pode aprender lendo! 

Confere as indicações, é só clicar na imagem!

Vocês encontram esses livros no site da Editora Chiado!

Tem mais indicações? Conta aqui!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana