Mangá: Death Note

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Titulo: Death Note          Autor: Tsugumi Ohba

Gênero: Sobrenatural/Suspense   Ano: 2003

Um universo mágico, magnífico e OBSCURO! Death Note!

Com traços exuberantes, o estudante Ligth Yagami,  acha no chão o tão famoso “Caderno da Morte”, no qual há o poder de matar as pessoas apenas escrevendo o nome da vitima e pensando em sua fisionomia. Mesmo relutante, Ligth escreve dois nomes e segundos depois as vitimas morrem de ataques cardíacos. Após alguns dias ele é visitado pelo verdadeiro proprietário do Death Note, um shinigami chamado Ryuk, e conta que deixou o caderno cair na Terra porque estava entediado. Ligth diz que precisa ficar com o caderno para livrar a Terra de criminosos e assim temos o começo da história! 

Na história conhecemos outros personagens como Misa, que também possui um Death Note e L, um detetive particular contratado para descobrir quem está assassinando tantos criminosos no Japão.

Além de horripilante existem várias maneiras de morrer.

Como sempre existem regras nos poderes adquiridos, no Death Note nãoDeath-Note-image-death-note-36192335-640-960 seria diferente! Todo caderno que está no mundo dos “shinigamis” ou no mundo dos humanos tem regras totalmente anormais ou normais, ( depende do que você acha “normal”), umas das melhores e principais regras pra mim é:

“O humano no qual possuir um death note pode fazer “a troca”, na qual ele dá metade do seu tempo de vida ao shinigami dono do caderno. A troca dá ao humano o poder de ver o tempo de vida que resta de cada humano e o seu nome REAL, que pode ser o da certidão ou o nome que ele mais goste, porem não poderá ver o seu próprio tempo”

ESSA REGRA É TIPO uma loucura! Você consegue matar quem quiser mas perde metade do seu tempo de vida com isso. Só tomem cuidado para não esquecer os nomes, já que serão tantos!

Aparentemente, quando for ver o mangá pode achar um pouco parado, mas depois de 15 PAGINAS você verá como é fantástico mundo de mortes e fantasia! Além do mais, quem não gostaria de matar aquele professor chato que já era pra estar na cova ou aquela garota que roubou seu namorado ( estou promovendo ideias, não as concretize! )

No geral o anime é agradável, não contem tantas cenas de morte, já no mangá isso é totalmente o contrário, podendo até aparecer cadáveres. A classificação está horrível! +18 anos, não contendo nada de mais. Por ser BR, no minimo deveria ser pra maiores de 14, mas não vamos entrar no assunto.

Depois de passar uma semana lendo todos os mangás o minimo que eu digo é: vão amar e vão ler e se apaixonar!

Até a próxima!

assinatura wesley

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Mangá: Resenha No Game No Life

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Editora: New Pop          Ano: 2013 

Autor: Yu Kamiya 

Modo de Leitura: Direita para Esquerda

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Um anime literalmente perfeito! Escrito e ilustrado por um brasileiro! Sim, um brasileiro! Inovador não? Ah, o nome dele é Yu Kamiya, mesmo sendo brasileiro ainda tem traços japoneses! A história conta sobre os irmãos inseparáveis, Sora e Shiro, hackers profissionais reclusos/anti-sociais, podemos perceber isto desde o primeiro episódio! 

Shiro, com uma inteligência absurdamente absurda (Shiro é uma mulher, vale lembrar, e consegue fazer coisas surpreendentes como, planejar a hora e data de morte de um personagem no jogo e ela conseguir matar!!!) E Sora, um estrategista que praticamente é invencível, descobre falhas nas regras do jogo e faz elas ao seu favor de forma que seus inimigos não consigam ganhar dele!

Conhecidos em um Game RPG online por “brancos” –  personagens de alto nível onde conseguem fazer façanhas incríveis e pontuações altíssimas só que, acusados de serem hackers os nomes dos jogadores ficam sempre em branco –  um certo dia eles são levados ao mundo dos jogos ( literalmente ) pelo Tiet, denominado de grande deus rei dos jogos.

Lá a guerra é esquecida e todos devem lutar pelo os seus direitos através de jogos! Nessa terra tem os Ymanti uma raça que foi dona de grande parte deste mundo, mas perdida pelo o seu “Rei louco ou tolo” se vocês perceberem algumas coisas que ele fez…

A cada edição você conhece mais um pouco sobre o mundo que eles foram enviados e os personagens.

É uma manga bem colorido (aparentemente um arco-iris) e já aviso que contém ilustrações de nudez, como todo mangá Ecchi ( em um outro post eu explico o que é isso!).

Indico com toda certeza!

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Bem, esse é o primeiro texto que publico aqui, gostaria de agradecer a todos! Espero que gostem e visitem minha página no face Oficina Yaoi/Yuri.

Obrigado! 

assinatura wesley

Nova Coluna do Blog: Mangás!

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Oi gente bonita!

Esse mês o blog ganhou um novo colaborador, Wesley Patrick, que vai falar sobre o universo mangálicio hahahaha…brincadeira heim! Ele vai falar sobre Mangás, postar resenhas, tirar dúvidas, contar curiosidades…Sinto que será uma experiência muito boa e produtiva!

Eu nunca tive a oportunidade de ler e sei que muita gente aqui está no mesmo barco que eu, nunca leu,  não sabe o que é, da onde veio, o que come…Então decidi fazer um breve resumo explicando para vocês! Bora lá!

” O termo mangá surgiu em 1814, nos hokusai mangá, que trazem caricaturas e ilustrações sobre a cultura japonesa. Já o mangá moderno tem influência dos cartuns ocidentais e de quadrinhos clássicos da Disney. O primeiro mangá lançado no Brasil foi Lobo Solitário, em 1988, pela Cedibra, mas adaptado para a leitura ocidental. Isso invertia as artes originais e quase todos os personagens viravam canhotos. Só quando a Conrad lançou Dragon Ball, em 2000, os mangás passaram a sair no seu formato original, e lidos “de trás pra frente”.  Os maiores mercados estrangeiros para os mangás são os EUA (mais de 200 milhões de dólares em vendas), França e Alemanha. A produção de animês também é extraordinária: a cada ano, os 400 estúdios de animação japoneses produzem mais de 2 500 episódios, numa indústria que movimenta mais de 1 bilhão de dólares. 

As histórias costumam ser publicadas capítulo a capítulo, em almanaques de até 500 páginas (geralmente em papel reciclado), com cerca de 20 séries diferentes e periodicidade semanal ou mensal. Esses bitelões são voltados para meninos (como a Shonen Jump), meninas (como a Nakayoshi, de Sailor Moon), crianças (como Koro-Koro, de Pokémon), ou adultos (como a Weekly Morning, de Vagabond). Depois de lidos, os japoneses costumam jogá-los no lixo. As séries mais populares ganham destaque na capa e nas primeiras páginas. Depois que vários capítulos são publicados, a história é republicada em edições colecionáveis conhecidas como tankohon – o formato no qual a maioria dos mangás sai no Brasil.

E Por que os personagens têm expressões tão exageradas? Os japoneses têm uma longa tradição de humor baseada em caretas e outras expressões engraçadas – a palavra mangá significa “desenhos irreverentes”. Outra explicação vem da herança que os mangás receberam das caricaturas. Por isso, os mangás e animês desenvolveram uma linguagem própria para as expressões dos personagens.Fonte Mundo Estranho 

Bom, espero ter dado uma base para quem não sabe nada, e se vocês já é fã de mangá, seja bem vindo ao nosso blog!

Até mais!

Beijo, outro, tchau!

assinatura ana