Resenha: Nem tudo será esquecido, Wendy Walker

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     Autor: Wendy Walker – Editora: Planeta                 Ano: 2016 – Páginas: 288

Classificação 3.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Um dos suspenses psicológicos mais elogiados nos Estados Unidos Tudo parece perfeito na pequena Fairview, em Connecticut, até a noite em que a adolescente Jenny Kramer é violentada durante uma festa. Nas horas posteriores, ela é medicada com uma droga controversa para que as memórias da violência sejam apagadas. Mas, nas semanas que se seguem, enquanto se cura das dores físicas, Jenny percebe que guardou nuances daquela noite. O pai, obcecado por sua incapacidade de descobrir quem abusou de sua filha, busca  justiça, enquanto a mãe tenta fazer de conta de que o crime não abalou seu mundo cuidadosamente construído. Segredos da família e do círculo próximo começam a vir à tona durante a busca incessante pelo monstro que invadiu a comunidade – ou que talvez sempre tenha estado lá –, guiando este thriller psicológico para um fim chocante e inesperado.

“A música tocava muito alto, e ela a teria ouvido da cena do ataque. A playlist estava cheia de mega hits pop, aqueles que ela disse que conhecia bem, com letras do tipo que grudam na cabeça. Mesmo com a música e as risadas que escapavam pelas janelas abertas, ela teria ouvido os outros sons mais próximos, os suspiros sórdidos de seu agressor, suas próprias súplicas guturais”

Jenny é uma garota de 16 anos, tem cabelo loiro comprido, olhos azuis, é esbelta e atlética, ela tem sardas e uma pequena covinha do lado direito da boca. Mora com os pais, Tom e Charlotte, e com o irmão mais novo, Lucas. Em uma noite, que prometia ser melhor que qualquer outro momento de sua vida, ela vai à uma festa.

Havia sido convidada por Doug, mas quando chega lá, encontra ele com outra garota. Desiludiada, Jenny começa a beber sem controle. Depois de passar mal, fica com vergonha de sua atitude e chorando corre para fora da festa, direto para o meio da mata.

Então, o pior acontece: Jenny é estuprada. Após uma hora de violência, tinha sido encontrada por um casal de namorados largada com o corpo esgotado no chão sujo, ela foi salva. Seus pais decidem que o melhor a fazer é autorizar um tratamento para induzir a amnésia anterógrada limitada de acontecimentos traumáticos.

“Não havia emoções ligadas à voz dele nem emoções positivas de ser salva. Eu tinha o poder de dar essa explicação e, ainda assim, não podia, porque eu precisava que ela ficasse com essa teoria, com a falsa memória, mesmo que eu fingisse convencê-la do contrário. Fechei a boca e engoli as palavras. A verdade.”

Quando acorda, Jenny não lembra-se de nada, fica apenas um vazio, além das cicatrizes físicas, incluindo um entalhe nas costas, um machucado feito com um graveto pelo agressor. O detetive Parsons assume o caso sem muito sucesso, o estuprador usou camisinha, havia se depilado e usado luvas, não havia nenhum rastro para seguir.

Num ato de desespero, Jenny resolve por fim à vida e corta os pulsos. Ela é socorrida por sua mãe e seu amante. Após esse incidente, Charlotte, Jenny e Tom começam a fazer tratamento individualmente com o psiquiatra Alan. Nas sessões, Jenny tenta relembrar o que aconteceu naquela noite. Segredos são revelados, como o caso de Charlotte com Bob, dono da concessionária e chefe de seu marido Tom.

Em meio ao tratamento da família, o psiquiatra Alan também cuida do paciente Sean, um ex-fuzileiro naval, que também havia sido submetido ao tratamento para induzir a amnésia, após ter perdido um companheiro de trabalho e o próprio braço durante um ataque com bomba. Jenny e Sean começam a frequentar um grupo de terapia de vítimas de trauma, e ficam mais próximos.

“Um paciente senta diante de você. Ele perdeu o braço em combate. Ele perdeu a memória do combate. Ou, mais precisamente, ela foi tirada dele. Agora ele perdeu a si mesmo para sua própria mente. Esse homem não é merecedor de seu tempo?”

Surgem duas pistas, um Honda Civic azul foi visto parado perto da mata na hora do atentado, e um rapaz usando um casaco azul estampado com um pássaro vermelho foi visto entrando na mata. Ao mesmo tempo, Jenny começa a ficar cada vez mais próxima do que realmente aconteceu, surgem como suspeitos o chefe de seu pai Bob e o filho do psiquiatra Jason. Ela segue na ânsia por justiça, tentando achar em sua memória o motivo da sua dor.

Nem tudo será esquecido é uma narrativa do psiquiatra Alan do que se passa em seu consultório, na vida dos personagens e em sua vida desde o atentado, o que nos dá a sensação de como é o tratamento de pessoas que passam por traumas.

Toca de forma delicada no assunto estupro, e em como não só a vítima, mas toda sua família sofrem com o ocorrido. Mostra também que apagar da memória o trauma não é a melhor coisa a se fazer, que o melhor é enfrentar os monstros em nossa cabeça e superar os problemas, mesmo sendo difícil vencer um trauma.

“Só quero que isso acabe.

Ela repetiu isso entre fungadas e lágrimas.”

Noventa por cento do livro acontece dentro do consultório de Alan, e através do tratamento, cada personagem vai enfrentando seus monstros e descobrindo seu verdadeiro eu. A história segue com o objetivo de encontrar o estuprador, e eu tive meus palpites, mas no final é alguém que nem imaginamos, e o leitor descobre que o psiquiatra e a paciente Jenny tem monstros iguais.

Plus: O livro será adaptado para o cinema e a diretora será a talentosa Reese Witherspoon em parceria com a Warner Brothers. Vale lembrar que Reese foi uma das responsáveis pelo sucesso da adaptação de “Garota Exemplar”.

É um livro interessante, eu indico a leitura! Beijocas!

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Resenha: Cilada, Harlan Coben

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           Autor: Harlan Coben – Editora: Arqueiro                Ano: 2010 – Páginas: 272

Classificação 3.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Haley McWaid tem 17 anos. É aluna exemplar, disciplinada, ama esportes e sonha entrar para uma boa faculdade. Por isso, quando certa noite ela não volta para casa e três meses transcorrem sem que se tenha nenhuma notícia dela, todos na cidade começam a imaginar o pior.
O assistente social Dan Mercer recebe um estranho telefonema de uma adolescente e vai a seu encontro. Ao chegar ao local, ele é surpreendido pela equipe de um programa de televisão, que o exibe em rede nacional como pedófilo. Inocentado por falta de provas, Dan é morto logo em seguida.
Na junção dessas duas histórias está Wendy Tynes, a repórter que armou a cilada para Dan e que se torna a única testemunha de seu assassinato. Wendy sempre confiou apenas nos fatos, mas seu instinto lhe diz que Mercer talvez não fosse culpado. Agora ela precisa descobrir se desmascarou um criminoso ou causou a morte de um inocente.
Nas investigações da morte de Dan e do desaparecimento de Haley, verdades inimagináveis são reveladas e a fragilidade de vidas aparentemente normais é posta à prova. Todos têm algo a esconder e os segredos se interligam e se completam em um elaborado mosaico de mistérios.
Harlan Coben mais uma vez deixa o leitor sem ar. Cilada fala de culpa, luto e perdão em uma trama repleta de reviravoltas surpreendentes. Nada é o que parece e tudo pode ser desfeito até a última página.

” Era impossível afastar a sensação de perigo iminente. Cada passo me custava certo esforço, como se eu estivesse pisando em cimento fresco. O corpo dava todos os avisos:frio na espinha, pelos eriçados nos braços, arrepio na nunca e no couro cabeludo”

Eu li esse livros duas vezes. DUAS VEZES! A primeira foi em 2011 e lembro que não gostei do livro, daí anos depois, exatamente dois meses atrás, eu estava olhando minha estante a procura de livros não lidos e encontrei ele. Eu sabia que já tinha lido mas não lembrava do final. O pior é que quando vim escrever a resenha, eu percebi que esqueci o final de novo! Gente como pode? hahaha

Mas já lembrei, calma, calma!rs E o lado bom é que dessa vez eu gostei do livro. Sou bem instável mesmo, me deixa hahah

Esse livro é interessante porque além de ter aquele suspense de ” quem matou?”, nós vemos várias histórias que parecem não ter conexão, mas que no fim tudo se encaixa. Gosto muito de livros assim. #AdoroSuspense 

Na história conhecemos Dan, um assistente social e treinador do ensino médio que cai numa ” cilada” e é acusado de pedofilia. Ao mesmo tempo temos o desaparecimento de Haley, uma adolescente da mesma escola que Dan trabalha. No meio disso, conhecemos a repórter sem escrúpulos Wendy Tynes, ela tem um programa sensacionalista que desmascara pedófilos, ela cria situações para que eles sejam pegos no flagra.

” A realidade, Marcia agora sabia, era que os bandidos mais idiotas conseguiam escapar ilesos depois de cometerem crimes hediondos. A realidade era: ninguém estava seguro”

Dan é liberado das acusações mas sua carreira e sua vida vão para a sarjeta. Ele passa a viver sem endereço, se escondendo e sofrendo ameaças…até o dia que ele é assassinado. Durante as investigações novas provas surgem, segredos são  revelados de pessoas que até então eram inocentes, a própria Wendy tem a reputação posta a prova ( bem feito!) e o quebra cabeça do desaparecimento de Haley e a acusação de Dan tem um desfecho inimaginável ( nossa que palavra difícil de escrever e falar rs).

” – Seja lá o que você estiver pensando, seja lá qual for a verdade para você, uma coisa é certa.
– O quê?
– Você causou a morte dele”

Como fala na sinopse, nesse livro nada é o que parece. Eu fiquei surpresa com o final. Harlan Coben sendo Harlan Coben né gente. 

” Eu sabia. Todos nós escondemos, não é? Ninguém conhece tudo sobre outra pessoa. Sei que é um grande clichê, mas a verdade é que nunca conhecemos o outro de verdade”

Uma observação pessoal:

No livro é discutido o consumo de álcool & adolescentes. A escola é contra o consumo, seja no baile de fim de ano ou em casa, já que alguns pais compram bebidas para os filhos darem festas em casa. Na cabeça desses pais o pensamento é: nós sabemos que eles vão beber, então já que vão beber, que seja dentro de casa sob nossa supervisão.

Isso é um assunto que não fica apenas na ficção, nós vivemos isso todos os dias. Por algum motivo os jovens acham que ficar bêbado é uma coisa SUPER legal. Não é. Mesmo que alguns parem de beber, muitos outros se tornam dependentes do álcool ou pior, sofrem acidentes. E infelizmente não dá pra saber o rumo que cada um vai tomar. Eu nunca vi uma história com final feliz de pessoas que se tornarem dependentes de álcool. Famílias são destruídas por causa disso.

Mas peraí, eu tanto bebo viu! Adoro tomar um vinho e uma caipirinha. Mas o importante é não perder o controle, perder a memória ou precisar disso todos os dias.  E os pais tem um papel importante na fase em que os adolescentes descobrem o que é o álcool. Essa conversa de ” já que vai beber, bebe aqui em casa” é besteira. Eu posso rezar um terço aqui sobre esse assunto, mas não quero ser mais chata do que já fui até agora rs. Só repito o que eu disse: Famílias são destruídas por causa disso, não espere acontecer um acidente para tomar consciência disso.

E voltando ao livro, recomendo ele sim! Quem é fã de suspense e livros policias vai adorar!

E fico aqui aguardando o comentário de vocês!

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: A garota perfeita, Mary Kubica

A Garota Perfeita

Autor: Mary Kubica     Editora: Planeta         Páginas: 336    Ano: 2016

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida.
Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.
Quando a encontra, porém, a professora esté em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?

” – Você está bêbada. Não pode sair assim.
Ela sorri e diz que minha atitude é meiga. Pensa que estou preocupado com ela. Pobre coitada. Eu não me importava nem um pouco com ela.”

Eu comecei a leitura um pouco chateada, porque a história não estava me prendendo. Mas lá pela página 30 as coisas começaram a mudar e deslanchei na leitura! #Saudades

A história central é sobre o sequestro de Mia, uma jovem de 25 anos e filha de um famoso Juiz. O livro é narrado em primeira pessoa por três personagens: Eve, a mãe de Mia, o detetive do caso Gabe Hoffman e o sequestrador Colin Thatcher. Cada capitulo é dedicado a um personagem e alternam em durante o sequestro e depois. Eu gosto muito de livros assim, principalmente porque você conhece cada personagem “pessoalmente”.  Um ponto importante é que a própria Mia não tem voz no livro, o único capitulo dedicado a ela é o último. Pensem agora na agonia que senti e a vontade de pular para o final haha

E bom, a sinopse já diz que encontram Mia mas ela está sem memória certo? Eu vou mais além e digo a vocês que ela está tão desorientada que jura de pé junto que seu nome é Chloe. 

“- Como isso funciona? Você se lembra de que eu sou seu pai, essa é sua mãe, mas pensa que seu nome é Chloe…Sabe quantos anos tem e que tem uma irmã, mas não tem ideia de quem é Colin Thatcher. Sendo franca, você não sabe mesmo onde esteve nos últimos três meses?”

Obviamente vocês descobrem o que aconteceu para deixar Mia tão abalada, mas até lá vocês sofrem com ela. É um bom livro para estudantes de psicologia que precisam estudar sobre mudança de personalidade e a tal da síndrome de Estocolmo. Mas além disso, conhecemos pelo ponto de vista da Eve como foi a criação de Mia, com a família está desmoronando e como foi difícil a relação da filha com o pai. Pontos de interrogação começam a surgir…

Outro ponto interessante é como as pessoas sem comportam durante a trama. Eve  se afunda em culpa e a cada dia se martiriza por ter sido uma mãe relapsa. Temos o pai de Mia que é um grosso e acredita que Mia fugiu. Já o detetive passa seus dias decidido a encontrar Mia e encerrar esse caso. Temos o sequestrador Colin, que NÃO.DÁ.PRA.ENTENDER.O.QUE.TÁ.QUERENDO.DA.VIDA. E por fim temos Mia, você não sabe se tudo é encenação, tristeza, realidade…

“E se…? E se ela não estiver bem? E se estiver bem e nunca a encontrarmos? E se estiver morta e nunca descobrirmos? E se estiver morta e ficarmos sabendo quando o detetive nos pedir para identificarmos seus restos mortais?”

Não quero entrar em detalhes para não estragar as teorias antes da leitura. Eu mesma montei várias e no fim fiquei de boca aberta soltando um lindo ” oxeeeeeeee” .

Oxeeeeeee!!!!!???

A autora está de parabéns por criar uma história e conseguir manter o suspense sendo que os leitores já sabem do sequestro e que a vitima foi encontrada. É um ótimo thriller psicológico.

Recomendo a leitura e tenho certeza que poucas pessoas vão descobrir o que realmente aconteceu com Mia antes do final.

E me contem a opinião de vocês!

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: A garota no trem, Paula Hawkins

a garota no trem

Autor: Paula Hawkins     Editora: Record      Páginas: 378  Ano: 2015

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse: 

A trama, que gira em torno do desaparecimento de uma jovem mulher, com três narradoras femininas duvidosas, conquistou fãs como o mestre do mistério Stephen King, que publicou em sua conta do Twitter que o “excelente suspense” o manteve acordado a noite inteira: “a narradora alcoólatra é mortalmente perfeita”. O livro segue uma linha de recentes sucessos literários de uma nova geração de autoras que vem redefinindo as convenções do gênero policial, com personagens femininos complexos que fogem do estereótipo de vítimas ou megeras, e tramas que criam suspense a partir de evoluções psicológicas sutis e dinâmicas ardilosas do casamento e relacionamentos.

Em menos de um mês, o livro – que vem sendo comparado pela crítica a uma mistura de Garota exemplar e Janela indiscreta – ultrapassou a impressionante marca de 500 mil exemplares vendidos e alcançou o primeiro lugar nas listas de mais vendidos em todos os países em que foi publicado (Reino Unido, Irlanda, EUA e Canadá) desde seu lançamento em janeiro. Com os direitos vendidos para 37 países e uma adaptação para o cinema em andamento pela Dreamworks.

“Uma para tristeza, duas para alegria, três para menina. Três para menina. Fico empacada nas três. Não consigo passar disso. Minha cabeça está repleta de sons, minha boca, repleta de sangue. Três para menina. Posso ouvir as aves, as pega-rabudas – estão rindo, debochando de mim, um crocitar estridente. Um bando. Mau agouro. Posso vê-las agora, negras contra o sol. Não as aves, outra coisa. Alguém está vindo. Alguém está falando comigo. Veja só. Veja só o que você me obrigou a fazer.”

Quando você abre a primeira página do livro se depara com o final – a partir daí o leitor vai descobrir o que levou até aquele desfecho – e só então nos são apresentados os personagens.

Rachel viaja todos os dias de trem para ir e voltar do trabalho, ela é divorciada e mora com uma amiga, Cathy. Seu ex-marido, Tom, atualmente está casado com a mulher que fora sua amante, Anna. Agora eles moram na casa que já pertenceu à Rachel, por onde ela passa todos os dias de trem. Eles tem uma filha, uma linda família, para a tristeza de Rachel. Mas Anna não se importa, está feliz com sua vida, só poderia ser mais feliz se a ex-mulher parasse de infernizar a vida deles.

“Nunca entendi como as pessoas podem neglicenciar com tanta frieza os danos que causam ao seguir o que manda o coração. Quem foi que disse que fazer o que manda o coração é uma coisa boa? É puro egocentrismo, um egoísmo de querer ter tudo.”

Em suas viagens, Rachel gosta de observar a vida de um casal que mora próximo à sua antiga casa. Todo dia, de dentro do trem, vê um pedacinho da vida deles e o que não vê, preenche com a imaginação, um casal perfeito, que no passado ela formou com Tom, a quem ela nomeia de Jess e Jason.

Na realidade, eles são Megan e Scott. Megan é dona de um passado difícil, com muitas perdas, trabalhava em uma galeria de arte, mas depois que o negócio fechou as portas, ela ficou sem rumo, então permanece entediada em casa,  sai apenas para ir à aula de pilates e sua consulta com seu psicanalista Kamal.

Um dia Rachel vê pela janela do trem que Megan está na varanda com um homem, mas esse homem não é Scott, ela vê quando eles se beijam e fica indignada por o casal perfeito existir só na sua imaginação.

No dia seguinte, Rachel resolve que deve contar à Scott o que viu. E é com essa loucura e todos os seus problemas alcoólicos que ela embarca no trem. Então, vem um apagão, ela acorda em seu quarto e não se lembra de nada do que aconteceu.

“Eu me sinto assustada e confusa. Alguém está tentando me bater. Posso ver o punho vindo e me agacho, as mãos para o alto tentando proteger a cabeça. Já não estou no trem, mas na rua. Ouço gargalhadas de novo, ou gritos. Estou na escada, estou na calçada, é tudo tão confuso, meu coração bate acelerado.”

Em uma notícia da internet ela vê a foto de Megan e a manchete “Moradora de Witney Desaparecida”. Rachel fica obcecada em saber o que aconteceu, ainda mais porque foi na noite em que ela teve o apagão. Começa sua busca para tentar desvendar o mistério e ela vai a cada lembrança chegando mais perto da verdade.

“A garota no trem” é um thriller psicológico. Fui me envolvendo na história aos poucos, e ia de um suspeito a outro tentando descobrir o que aconteceu, até que, quase no final, a autora revela um detalhe que era a peça chave que faltava. Foi escrito em primeira pessoa, como se fosse um diário das três mulheres envolvidas na trama, Rachel, Megan e Anna.

É um livro para quem é curioso devorar. Mas não posso revelar mais detalhes, quem quiser saber o que acontece vai ter que ler. Me contem depois o que acharam! Ah, o filme será lançado em novembro desse ano.

Beijocas!

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Resenha: The Game [ O Jogo], Anders de La Motte

 

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Autor: Anders de la Motte      Editora: DarkSide Páginas: 272        Ano: 2015

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Você quer jogar? É só um jogo. Isso é o que pensa Henrik “HP” Peterson, protagonista da Trilogia The Game, ao aceitar um convite anônimo, via celular, para participar de missões inusitadas pelas ruas de Estocolmo. Mas a cada tarefa cumprida, e devidamente compartilhada na rede, ele tem a sensação de que a brincadeira está ficando séria demais. Será paranoia? Ou será que HP está realmente caindo numa poderosa rede de intrigas, com conexões que poderiam chegar aos responsáveis pelo assassinato do primeiro ministro sueco em 1986 ou até mesmo aos ataques do 11 de setembro? Quem afinal está por trás desse JOGO? Você tem coragem de investigar? Então você precisa ler [O Jogo], primeiro livro da Trilogia The Game, de Anders de la Motte. Uma saga eletrizante que combina a escola sueca de suspense (vide Stieg Larsson) com o vazamento de informações no mundo pós Edward Snowden. Anders de la Motte é um ex-policial e diretor de segurança de informação de uma das maiores companhias de TI do mundo. Está desenvolvendo uma série para a TV americana com o produtor executivo de Homeland e 24 Horas.  A Trilogia The Game conta a história de HP, o pequeno trambiqueiro que está só contando o tempo necessário para largar o subemprego e voltar a receber o seguro social. A outra jogadora é a detetive Rebecca Normén, recém promovida para o grupo de elite do Serviço de Segurança sueco. Enquanto sua carreira decola quase por acaso, mensagens anônimas deixam claro que segredos do seu passado não estão tão bem guardados assim. Fenômeno em diversos países, a Trilogia The Game é surpreendente, divertida e assustadora na medida certa.

Um thriller dos tempos de hoje, onde tudo o que acontece numa tela touchscreen já não pode mais ser considerado virtual.

” Bem-vindo ao jogo HP”

Esse livro foi um presente da editora DarkSide e fiquei encantada com tudo. Desde a embalagem até a história. A impressão do livro é fantástica, capa dura, edição, cores…DarkSide, assim vocês matam a gente de tanta perfeição!

Agora vamos falar do livro!

O livro The Game faz parte de uma trilogia do escritor sueco Anders de La Motte, e a história se passa na Suécia, o que foi bem legal por que nunca tinha lido uma história nesse País e assim como os livros do Dan Brown, você é apresentado a toda cidade. Um tour literário. Prepare-se para encontrar cidades e bairros com nomes impronunciáveis, como ” Fjardhundra” e ” “Torshamnsgatan”. É claro que dei uma abrasileirada nessas palavras enquanto lia, por que não sou obrigada. 😂 😂 😂 

A história tem dois personagens centrais, um é o idiota com problemas de responsabilidade Henrik Peterson ou HP para os íntimos. ( O escritor foi muito confiante em colocar um apelido que remete automaticamente para Harry Potter). O outro personagem é a policial ‘não gosto de relacionamentos, meu passado me condena’ Rebecca Normén. 

o-jogo_headerHenrik encontra um celular no metrô e para sua surpresa é convidado a participar de um jogo. As regras são bem simples: não conte a ninguém sobre o jogo, complete as missões que vamos passar e a casa missão concluída você ganha um valor X de dólares. Para um vagabundo isso é o paraíso né? Henrik topa e passa  se sentir o rei do mundo. As missões variam, vão de roubar um guarda chuva a jogar uma bomba durante o cortejo real.

” Entre milhares de outros vagabundos, O Jogo o havia selecionado especificamente. Todos haviam visto seu potencial, avaliaram seus talentos e o colocaram em ação.”

O livro tem uma trama muito envolvente, é sério, é uma mega trama! Eu fui pega de surpresa várias vezes e a curiosidade fica a mil.

” Eles haviam apertado todos os botões, ultrapassado todos os limites e fizeram com que ele jogasse alegremente. Ele era realmente tão fácil de enganar, porra?”

O livro é adulto, os personagens estão na faixa dos 30 anos, tem sexo e palavrão a vontade. Gostei bastante de ler um livro assim, por que não suporto livro com adolescentes que estão naquela fase ‘ será que faço isso para agradar’, ‘ será que ela gosta de mim ainda’, ‘ meus pais não me entendem’…blá blá blá…

O segundo livro, Ruído, já está nas livrarias, o que é surpreendente já que o primeiro foi lançado esse ano hahahaha…Gosto assim!

E vocês já leram? Vão ler? Conta aqui e vamos conversar!

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana

Resenha: Objetos Cortantes, Gillian Flynn

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Autor: Gillian Flynn          Editora: Rocco/Intrínseca

Páginas: 299                Ano:  2008/2015

Sinopse:

Na própria carne, um romance policial com nuanças psicológicas recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica dos EUA que prende o leitor do início ao fim. Na trama, a jornalista Camille Preaker é designada para cobrir o assassinato de duas pré-adolescentes na pequena cidade onde cresceu, e acaba reencontrando, após anos distante, a mãe neurótica e a meia-irmã que mal conhece. As poucas pistas da polícia a empurram para uma investigação paralela sobre a ação do suposto serial killer, que avança sobre os mistérios de Wind Gap, revelando segredos terríveis sobre a cidade, sua família e sobre sua vida.

 “Eu me corto, sabe? Também retalho, fatio, gravo, espeto…Sou um caso bem especial. Tenho uma razão. A minha pele, sabe, ela grita.”

Camille Preaker, editora de polícia do jornal Daily Post em Chicago, carrega consigo o vício pela bebida, um passado doloroso e muitas marcas pelo corpo. Literalmente. Marcas autoinflingidas em que registra seus tão confusos sentimentos, suas decepções, suas descobertas. Cicatrizes que “falam” por si só e marcam cada sentimento, cada momento de sua vida durante a adolescência: “cozinhar”, “bonequinha”, “perversa”, “calcinha”, “virgem”, “desaparecer”.

Numa pequena comunidade ao Sul de Missouri, Wind Gap, sua cidade natal, que há tanto ela deixou pra trás, junto de seu passado marcado pela morte de sua irmã caçula, um suposto serial killer que tem preferência por meninas começa a atacar e ela se vê obrigada a cobrir profissionalmente a investigação.

Apesar do caso em si já não ser agradável, o que mais a preocupa e aumenta sua ansiedade é o fato de retomar um pouco do convívio com sua família: sua mãe Adora, com sua personalidade fria, seu padrasto Alan, que parece viver alheio a realidade de sua própria casa, e sua meia-irmã, Amma, que carrega uma personalidade dupla: a menininha da família e a adolescente maliciosa, fria.

Camille precisará de coragem e muito autocontrole tanto para conseguir enfrentar a população assustada e arredia de Wind Gap em busca de algo que possa lhe ajudar a desvendar o perfil do tão temido assassino e principalmente de muito controle para lidar com seu anseio por automutilação.

Suas cicatrizes, antigas e dolorosas, tanto na carne quanto em sua alma, a levam de volta a seu passado, contam histórias, mas também poderão trazer as respostas para os dias de hoje.

“Cada pessoa tem sua própria versão de uma lembrança.”

Na Própria Carne foi o romance de estreia da autora Gillian Flynn, a mesma tão conhecida por Garota Exemplar, lançado pela editora Rocco em 2008 e relançado pela Intrínseca como Objetos Cortantes, em 2015. Sim, é o mesmo livro com resumos na contracapa diferentes…

No decorrer da leitura percebe-se o quanto a autora evoluiu se comparado ao Garota Exemplar, mas assim como Garota Exemplar (e podem começar as críticas em 1, 2…), a narrativa não me convenceu…Esperava um pouco de ação, uma história que me prendesse um pouco mais.

Em todos os resumos que li o livro é colocado com uma “narrativa tensa e cheia de reviravoltas”, um “livro viciante”, mas na verdade, e deixo bem claro, na minha opinião, cria-se uma expectativa que não é correspondida ao longo da leitura. Em muitos trechos o texto fica inclusive monótono, repetitivo.

Por sua vez, consegue-se sentir as emoções angustiantes da protagonista, sua total consciência de seus problemas e sua incapacidade de lidar com eles.

Ou seja, não é que o livro seja ruim, apenas não é a meu ver um livro que te prende da mesma forma do começo ao fim. Tem reviravoltas? Algumas. Mas para um bom leitor de romances policiais, ao longo da história fica fácil perceber exatamente quem são os vilões e os mocinhos, usando esse clichê, e como a trama se desenvolverá.

A protagonista Camille é bem intensa, transmite emoções fortes, angustiantes e consegue passar toda sua instabilidade emocional para nós leitores.

Na verdade, todos os personagens são bem construídos, cada um com suas características peculiares, suas personalidades e seus anseios.

“Uso este vestidinho por causa de Adora. Quando estou em casa, sou a bonequinha dela. 
– E quando não está?
– Sou outras coisas. Você é Camille, minha meia-irmã. A primeira filha de Adora, antes de Marian. Você é pré e eu sou pós.”

O enredo é interessante, aborda questões como relacionamento familiar, automutilação, relações conturbadas entre os membros de uma pequena comunidade, assassinatos.

Mas apesar disso tudo a narrativa não evolui. Ao menos pra mim.

Talvez estivesse com expectativas demais, esperando um romance com mais ação, mais emoção, baseado em tudo que li, mas se quer saber, leia!

Pode ser empolgante pra você!

Até a próxima!

assinatura camila

Resenha: Anjo da Escuridão, Sidney Sheldon

anjo da escuridão

Autor: Sidney Sheldon           Editora: Record Páginas: 398                              Ano: 2012

Classificação 2/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Um rico negociador de artes é brutalmente assassinado em sua mansão em Hollywood Hills. No chão do quarto, uma verdadeira cena de horror: Andrew Jakes está amarrado ao corpo nu de sua jovem e bela esposa, violentamente espancada e estuprada. O detetive Danny McGuire, comovido com a tragédia da linda e vulnerável mulher, empenha-se na busca do culpado. Mas todos os seus esforços mostram-se em vão e Angela Jakes desaparece misteriosamente depois de doar sua milionária herança. Anos depois, Danny está casado e trabalha como agente da Interpol na França quando é procurado por Matt Daley, filho do homem cruelmente assassinado. Danny não hesita em seguir as promissoras evidências que apontam para um único suspeito: uma brilhante assassina que está sempre um passo à frente de todos e que pode estar a um triz de encontrar sua nova vítima.

” O sangue em todos os lugares, nas paredes, no tapete, nos sofás. Os horríveis ferimentos na cabeça, rosto e pescoço do marido….E a esposa nua e ferida amarrada ao cadáver em frangalhos do marido.”

Se Sidney Sheldon queria me irritar quando escreveu esse livro, só quero dizer que conseguiu! E só não desisti da leitura por que fiquei curiosa para saber o desfecho e ver aquel# v@$% se dar mal.

Sempre gostei dos livros do Sidney (nós temos intimidade), eu sempre soube que os livros deles seguem um padrão ‘ protagonista linda, corpo perfeito, sensual, inteligente e que precisa de ajuda, pois houve um crime e ela está envolvida’, mas nossa, dessa vez ele pegou pesado. Fiquei com tanta raiva de todos os personagens que queria desistir da leitura. Não consigo acreditar que uma mulher pode ser tão linda a ponto de enfeitiçar os homens e eles ficarem tão babacas. Se fosse um livro de ficção eu poderia aceitar, mas não é.

Então, vamos ao livro.

“Seu cliente estava muito irritado na noite anterior e esperava que estivesse mais calma essa manhã. Era cedo demais para gritaria. Infelizmente quando entrou pelas portas duplas da sala de estar, os gritos eram ensurdecedores. Mas não eram de seu cliente. Eram seus.”

Fazendo um resumão da história: Assassinatos similares acontecem em diferentes países e com intervalos de anos, sempre envolvendo um homem idoso e rico e uma esposa jovem e extremamente bela. Os maridos são brutalmente assassinados e as esposas ficam gravemente feridas. Durante a investigação policial a esposa doa todo o dinheiro a instituições de caridade e some no mundo, nunca mais se tem noticia. Um policial chamado Danny Mguire fica obcecado pela esposa de um dos ataques e decide investigar a todo custo, e isso quase lhe custa a carreira e o casamento.

Outro personagem que aparecem durante a trama para esquentar a história e merece ser citado como o mais idiota, é Matt Dailey, filho de um dos maridos assassinados. 

Cada capitulo é dedicado a um personagem, e as histórias se cruzam. Isso é um ponto positivo por que sempre gostei de livros assim, dessa forma é possível conhecer cada personagem intimamente. 

O livro fica realmente bom no final, durante o julgamento de condenação. Nessa parte conhecemos o motivo e a personalidade doentia que levou o assassino a cometer tais crimes. Essa foi a única parte que eu realmente me interessei em ler. E o final me deixou com uma expressão de  “what a well?”.

” As tábuas de madeira eram tão escorregadias quanto um derramamento de óleo. Mas não era óleo que estava deixando as tábuas escorregadias. Era sangue.”

 

” Se eu, pelo menos, pudesse ficar com ele para sempre. Se eu, pelo menos, pudesse contar a verdade para ele. Mas ela sabia que nunca poderia.”

Se eu recomendo? Não. De verdade, tem outros livros melhores do Sidney. Mas essa é minha opinião, pode ser que alguém me chame de louca e diga que esse é o melhor livro dele…nunca se sabe rs.

Me contem a opinião de vocês!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana

Resenha: O Cirurgião, Tess Gerritsen

O-Cirurgiao

Autora: Tess Gerritsen                Editora: Record Páginas: 379                      Ano: 2001

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Boston, Massachusetts. Verão com dias úmidos e noites abafadas.

Nessas madrugadas quentes, muitas pessoas deixam suas janelas abertas a espera de uma brisa noturna. O que elas não esperam é que alguém as esteja espreitando. Mulheres, que moram sozinhas e levam suas vidas corriqueiras, dormem tranquilas em suas casas, mas então o mau as observa e as escolhe. Com a determinação de um caçador ele as domina em sua própria cama, amarra seus membros e dorso, tapa suas bocas com fita adesiva, e o mais importante, as mantém acordadas, bem despertas, para que possam acompanhar todo o horror a que se serão submetidas nas intermináveis horas que se seguem. Com a destreza e firmeza de um cirurgião, abre uma incisão em seu ventre e lhes arranca o que as caracterizam como mulher: seu útero. E em meio ao terror absoluto, ainda vivas, veem seu agressor transformar seu abdômen numa poça de sangue, para que logo após, agindo com precisão, lhes aplica um golpe de misericórdia cortando suas gargantas, limpando toda cena do crime e dobrando suas camisolas metodicamente.

“Para um caçador, não existe nada mais excitante do que o cheiro de uma presa ferida”.

Dra. Catherine Cordell, médica cirurgiã de um Pronto Socorro sabe exatamente o que essas mulheres passaram. Ela sobreviveu a um ataque brutal da mesma natureza há 2 anos, em Savannah, mas conseguiu matar seu agressor.

Guarda essa triste parte de sua história para si e aproveita seu dia a dia tumultuado e sua grande competência como cirurgiã para camuflar o medo que a atormenta. Quando chega em casa, tenta não permitir que o mal a encontre novamente, e em meio a alarmes e sistemas de segurança, encontra consolo em grupos de ajuda na internet. Mas isso não a protege de seus pensamentos.

Ela não é mais a mesma desde seu trauma, nunca será.

“ Por mais que você tente manter a ordem em sua vida, por mais que você tente se guardar contra erros, contra imperfeiçoes, sempre há alguma mancha, alguma falha, espreitando onde não pode ser vista. Aguardando para surpreender você.”

Casos de mulheres violentadas e brutalmente assassinadas começam a aparecer neste verão e apesar do assassino de Cordell ter sido morto, as semelhanças são inegáveis. Detalhes nunca antes apresentados na mídia se tornam recorrentes nas cenas analisadas. Tudo remete ao caso da Dra Cordell. Seria um imitador? Será que ele veio reclamar o que é dele e lhe foi negado há dois anos?

“ Por mais cuidadosas que sejamos, o mal sabe onde nós moramos, pensou. Ele sabe como nos encontrar.”

A detetive de homicídios Jane Rizzoli, encarregada do caso, faz de tudo para que sua feminilidade não transpareça, age de maneira bruta, tentando parecer mais durona do que o restante de sua equipe, pois precisa provar aos muitos homens de seu departamento que é capaz. Ela trabalhará juntamente com o detetive Thomas Moore, um viúvo, calmo e observador e que em nada se parece com ela.

Eles precisam deixar suas diferenças em segundo plano e ao menos se aturarem para que o trabalho em equipe seja efetivo e para que tenham sucesso na investigação. A confiança entre eles precisa se estabelecer antes que mais mulheres tenham suas vidas ceifadas.

Tess Gerritsen, chinesa, radicada nos EUA, médica patologista de formação, iniciou sua carreira como escritora após o nascimento de seus filhos, pois precisava passar mais tempo com eles e escrever lhe permitia que ficasse mais em casa (que sonho…)! Desde o início optou pelos thrillers médicos, uma vez que pela sua formação pode descrever com precisão os procedimentos e a anatomia humana.

Nem preciso dizer o quanto gosto de thrillers médicos!!! Adoro as descrições e os detalhes quando bem apresentados, e Tess faz isso de maneira única e primorosa e mesmo aos que não tem familiaridade com termos e rotinas médicas, ela descreve os procedimentos de forma clara e simples. Ela une seus conhecimentos médicos a investigação forense e o resultado é fascinante.

Mas, se você treme só de ouvir sobre sangue ou necropsias, essa leitura pode não ser tão agradável assim! rs

O Cirurgião é o primeiro livro do que ficou conhecido como Série Rizzoli e Isles. São 11 livros até o momento, sendo 10 publicados no Brasil. O personagem da detetive Jane se desenvolve e no decorrer dos livros se estabelece cada vez mais forte. Dra Maura Isles, é a médica legista que surge em seu próximo livro, O aprendiz, e acompanha Jane em suas investigações.

Devido ao sucesso dos livros, a TNT resolveu gravar uma série televisiva que leva o nome Rizzoli & Isles e que teve os direitos de exibição comprados pelo SBT e Space, mas que em nenhum momento se parece com a dupla apresentada nos livros! Podem me julgar agora, mas a série de TV apresenta as personagens totalmente estereotipadas, surgem como lindas detetives, sempre arrumadas, barbies contra o crime (será que é clichê??), grandes amigas que trabalham juntas e se completam apesar de serem opostas em tudo. Desculpa, mas nada tem a ver com as personagens tão bem delineadas na obra.

Apesar da minha desaprovação, que não foi levada em consideração pelos produtores (!), a série teve seus direitos de exibição renovados e continua a fazer sucesso, principalmente nos EUA. Leia um dos livros que a dupla trabalha junto e tire sua conclusão…posso estar sendo chata demais! rsrs

Tess escreve de maneira detalhada, com personagens bem trabalhados, aborda questões delicadas como estupro e preconceito em relação as mulheres. Constrói um suspense envolvente, que ao mesmo tempo te aproxima do horror vivido pelas vítimas e faz com que você se sinta próxima ao assassino. É o tipo de leitura que flui, cadenciada e intrigante e faz com que você queira terminá-la em um final de semana.

Apesar de ser uma série, os livros tem começo, meio e fim o que permite que você não siga a ordem de lançamento e não prejudique seu entendimento quanto aos personagens e a trama. Vale a leitura com certeza!

Até a próxima!

assinatura camila

Resenha: Viva Para Contar, Lisa Gardner

viva para contar

Autor: Lisa Gardner     Editora: Novo Conceito Ano: 2012       Páginas: 476

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

Á venda l Submarino l Americanas 

Sinopse:

Em uma noite quente de verão, em um bairro de classe média de Boston, um crime foi cometido: quatro membros da mesma família foram brutalmente assassinados. O pai – e possível suspeito – agora está internado na UTI de um hospital, entre a vida e a morte. Seria um caso de assassinato seguido por tentativa de suicídio? Ou algo pior? D.D. Warren, investigadora veterana do departamento de polícia, tem certeza de uma coisa: há mais elementos neste caso do que indica o exame preliminar. Danielle Burton é uma sobrevivente, uma enfermeira dedicada cujo propósito na vida é ajudar crianças internadas na ala psiquiátrica de um hospital. Mas ela ainda é assombrada por uma tragédia familiar que destruiu sua vida no passado. Quase 25 anos depois do ocorrido, quando D.D. Warren e seu parceiro aparecem no hospital, Danielle imediatamente percebe: vai acontecer tudo de novo. Victoria Oliver, uma dedicada mãe de família, tem dificuldades para lembrar exatamente o que é ter uma vida normal. Mas fará qualquer coisa para garantir que seu filho consiga ter uma infância tranquila. Ela o amará, independentemente do que aconteça. Irá protege-lo e lhe dar carinho. Mesmo que a ameaça venha de dentro da sua própria casa.

“As vezes, os crimes mais devastadores são aqueles que acontecem mais perto de nós”.

Meu nome é Camila, tenho 32 anos. Sou Enfermeira especialista em Emergência que temporariamente é dona de casa com satisfação!

Sou apaixonada por livros e livrarias desde a infância, e minha verdadeira paixão por temas policiais veio pelos livros da Agatha Christie, que foram apresentados por meu pai na minha adolescência, sendo o primeiro que eu li, Noite das Bruxas, aquele que confirmou meu interesse por investigação, suspense e assassinato.

Sei que isso pode soar meio tétrico, mas esses assuntos realmente me fascinam! Pra ser sincera já tentei ler outros assuntos – dramas, ficção científica, biografias – e com exceção dos 7 livros da série Harry Potter que eu amo de paixão (e o desejo de passar minha aposentadoria em Hogwarts…) e das dezenas de livros de culinária que eu tenho (sou viciada em receitas!) temas policiais são meus prediletos…na verdade são os únicos pelos quais eu realmente me interesso, leio e releio sempre.

Nessa primeira resenha como colaboradora do blog, resolvi escrever sobre o livro Viva para Contar,  que trata de investigação e assassinato e de um assunto tabu na sociedade: psicopatia infantil.

O tema é instigante. Confesso que em vários capítulos fiquei tão ansiosa que após terminar a leitura alguns trechos teimavam em martelar minha cabeça, pensando na angustiante vivência dos personagens.

Esse foi o 13º livro da autora de best-seller do The New York Times Lisa Gardner. É um suspense envolvente. Se baseia em três histórias que correm em paralelo mas que apresentam elos de ligação: crianças problemáticas e sobreviventes. São personagens que tiveram suas vidas marcadas por traumas, sobreviveram a crimes e torturas, físicas ou psicológicas, ou sofrem com transtornos psiquiátricos.

Danielle

A história que serve de base para a narrativa é protagonizada por Danielle, uma enfermeira da ala de psiquiatria infantil que tem mais do que histórias de corredor pra contar. Ela é uma sobrevivente. Carrega culpa e sofrimento por uma tragédia familiar ocorrida há 25 anos.

Danielle passa mais tempo no hospital do que em sua própria casa, uma maneira de fugir de sua própria realidade, de seus próprios pensamentos.

 “- Meu pai matou a família inteira, exceto a mim. Será que aquilo significava que me amava mais do que aos outros, ou me odiava mais do que os outros?
– O que você acha? – era o que o dr. Frank sempre respondia.
– Acho que essa é a história da minha vida.”

 Sua vida se resume em trabalhar em excesso, dormir pouco, beber demais, se alimentar de menos e contar todos os dias que faltam para o aniversário de sua tragédia pessoal. E sentir culpa.

Sobreviver, quando todos que você ama se foram, traz culpa. Não ter sido capaz de proteger sua família, traz culpa. Lidar com crianças com as quais você não é capaz de manter o controle, traz culpa

E assim ela vai sobrevivendo e lutando contra seus fantasmas. Porém nem sempre você pode viver a história da sua vida como você sempre desejou.

 “Mas me levanto a cada manhã. E, a cada noite, eu ainda faço a mesma promessa. Viverei com mais luz no coração. Vou continuar a trabalhar com crianças doentes. E vou me apaixonar por um homem realmente bom. Eu sou a única sobrevivente, e sobrevivi para contar esta história.”

D.D. Warren

D.D. Warren é sargento, investigadora de polícia em Boston, loira, bonita, com quase 40 anos, “com um apetite de lutador de sumô, mas o corpo de uma supermodelo”. Adora o estresse, dorme pouco, namora menos ainda, passa dias seguidos no departamento de polícia envolvida em desvendar um mesmo caso. Mas sente um prazer absoluto quando um crime é solucionado e consegue desvendar toda a trama. Ela até se diverte com isso.

E em muitos trechos ela quebra um pouco o clima tenso que a narrativa impõe. Ela tem um humor peculiar, um tanto sarcástico.

Está num jantar quase romântico quando é chamada para visitar uma cena de crime no mínimo assustadora: família de classe média alta, assassinada dentro de sua própria casa, na hora do jantar, cada um com um modus operandi. Todos com exceção do pai, que sobreviveu e passa por uma cirurgia após um tiro na cabeça. Tentativa de suicídio? Talvez. E o elo vem quando D.D. Warren é informada que um dos filhos do casal sofria de psicopatia e esteve internado sob os cuidados da enfermeira Danielle. Dias após esse crime, outro acontece. Outra família, também em Boston, é assassinada em sua casa. Porém é uma família de classe baixa, onde o pai estava envolvido no tráfico de drogas. Mas todos foram mortos de maneiras distintas, não seguindo um padrão, que é o que se espera em casos de assassinos seriais.

Será que os dois casos estão relacionados? Ou são tristes histórias de famílias que foram destruídas por assassino ocasional, apenas coincidências?

Durante a busca por respostas, D.D. se vê cada vez mais envolvida com um membro de sua equipe e não vê a hora de solucionar os dois casos e iniciar qualquer tipo de relacionamento que não seja profissional e não envolva crimes.

“(…) Fechamos o caso, alguma emissora de TV produz um documentário a respeito, e finalmente consigo fazer sexo. D.D. se interrompeu. Provavelmente não deveria ter dito aquela última parte em voz alta.”

Victoria

Victoria é uma mãe que ama seus filhos mais do que a si mesma. Mesmo que isso venha a lhe custar a própria vida.

Ela é mãe de Evan, um garotinho que passa a maior parte dos seus dias a base de sedativos, intercalando períodos de brincadeiras com períodos de fúria e descontrole. Ele está na segurança de sua casa.

Mas será que Victoria está segura?

“Seguro sua mão, que agora está relaxada, não mais ferindo nem destruindo. Imagino se esta será a noite em que finalmente vai me matar. Este é Evan, meu filho. Ele tem 8 anos.”

Ela também tem uma filha e um ex-marido, os quais abandonou. Tudo por Evan.

Mas ela precisa agir assim. Ela também é uma sobrevivente.

Seu filho é uma criança com transtorno psiquiátrico, que antes dos 5 anos passou por dezenas de especialistas, recebeu inúmeros diagnósticos, teve várias babás, deixou de frequentar o jardim de infância por ser uma ameaça para colegas e professores. Passou por terapias e teve indicações de internações mas que por total risco e instinto de proteção de sua mãe é mantido dentro de casa…não que isso garanta a segurança dos dois.

Esses trechos narrados por Victoria são com toda certeza meus prediletos!

Eles trazem o dia a dia de uma mãe que sabe dos graves problemas do filho mas que opta em abdicar de sua própria vida em prol da dele. Que vive, dorme e acorda com medo. Que aprendeu a dormir o mínimo necessário para não enlouquecer, que tranca os armários com cadeados e vive sempre alerta.

Tem trechos que chegam a dar medo, são relatos detalhados do que é conviver com um psicopata. Mesmo que ele tenha apenas 8 anos. Mesmo que você o ame.

 “Sempre pensei que o momento chegaria no meio da noite. (…) Eu cairia no chão e meu filho estaria sobre mim, com a boca espumando.”
 “- Ele disse que foi o diabo que o mandou mata-la. E disse que era melhor que a ambulância viesse depressa, porque ele ainda não havia terminado.”

Se o livro aborda de maneira fidedigna os casos de psicopatia infantil? Sinceramente não sei, tem certos exageros, pode romancear demais. Que trata de crimes que podem ocorrer em nosso meio? Com certeza.

Sei que é envolvente e mesmo com suas 476 páginas prendeu minha atenção e me trouxe várias vezes a perturbadora sensação de que essas coisas acontecem, independente de como você espera, que crimes ocorrem mesmo dentro de casa, quando você se sente seguro, com as pessoas que você ama. E principalmente, que nem sempre sobreviver é a melhor opção.

Espero que tenham gostado e até a próxima!

assinatura camila

Opinião da Blogueira – Combo Dan Brown

Hoje vou falar sobre um dos meus escritores prediletos, o digníssimo Sr. Dan Brown!

Todo o mundo deve conhecer os livros e filmes dele, os livros são repletos de conhecimento,  enigmas, mistérios, as histórias são intrigantes, curiosas…você se diverte e aprende sem perceber.

Lembra os desenhos da Carmen SanDiego não é mesmo? Nossa aprendi muito com esse desenho…

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Voltando, não posso perder o foco…Eu devo ter lido quatro ou cinco livros do autor, confesso que o último foi um pouco broxante e desanimei de ler logo no começo, mas ninguém é perfeito..te perdôo por essa Dan!

As vezes eu acho que o Robert Langdon, Tom Hanks e Dan Brown são as mesmas pessoas hahahaha

Tem pessoas que não gostam dos livros pois acham prevísiveis, ok concordo, mas os livros do Sidney Sheldon também são, e nem por isso deixam de ser bons ou um sucesso.

Já peço desculpas se ficar muito ruim, mas faz uns cinco anos que eu li eles hahahaha

 

O Codigo da Vinci

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Provavelmente essa é a obra mais conhecida do autor e o livro mais legal rs..eu gostei muito e recomendo sem dúvidas. Nossa me deu até vontade de ler de novo agora..

O livro conta a história do professor de simbologia Robert Langdon e da criptografa da policia Sophie Neveu, que juntos tentam solucionar o assassinato do curador do museu do Louvre, Jacques Suniere,  que antes de morrer deixa uma mensagem criptografada na cena do crime.

Como Sophie é a única parente de Jacques, e na cena do crime está escrito o nome de Robert, os dois se tornam suspeitos da policia e juntos tentam descobrir quem matou o curador. Na busca pela verdade eles descobrem que Jacques Suniere era o líder de uma antiga sociedade secreta, O Priorado de Sião. Logo mais segredos são descobertos e novos enigmas surgem. Ao mesmo tempo em que eles tentam desvendar quem é o assassino de Jacques, eles precisam solucionar mensagens e descobrir o segredo dos maiores mistérios do cristianismo, como o enigmático sorriso da Mona Lisa e o significado do Santo Graal.

É bem interessante!

 

Anjos e Demônios

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Ahhhh esse também já é de casa não é mesmo? Deve ser o segundo livro mais conhecido do Dan Brown, também virou filme e fez o maior sucesso.

O livro conta a primeira aventura do protagonista, Robert Langdon , um professor de simbologia e história da arte que é chamado ao centro de pesquisas na Suíça, para resolver o mistério do assassinato de um cientista, que foi marcado a fogo no peito com o símbolo dos Ilimunati, uma fraternidade que foi considerada extinta a mais de 400 anos. Ele descobre que o assassino roubou uma poderosa arma do centro de pesquisas e aparentemente pretende explodir a bomba no Vaticano, para matar os quatros cardeais mais cotados para sucessão papal. Langdon vai para Roma junto de Vittoria Vetra, uma cientista italiana e amiga do cientista assassinado.

Já em Roma, Langdon começa uma busca frenética para descobrir onde é o covil dos Iluminatti para então impedir que a bomba seja ativada e também porque os cardeais mais cotados começam a ser assassinados.

Esse livro é bem instigante, bem frenético, cheio de informações sobre ciência e história e eu adorei!rs

Ponto de Impacto

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Ahhh esse aqui é legal heim…tem uma cena onde um personagem morre afogado, é descrito de uma forma tão envolvente, com uma riqueza de detalhes que eu senti falta de ar, senti a água gelada entrando nos meus pulmões…e livro bom é assim, te coloca dentro da história e te faz sentir o que os personagens sentem.

Nesse livro Robert Langdon não está presente, ele sequer é citado rs…acho que ele não suporta muito o frio hahaha dormi com o bozo.

A história se passa no Ártico, onde um grupo de cientistas é enviado para pesquisar um objeto escondido nas profundezas do oceano. A Nasa está passando por uma crise financeira e de credibilidade, e esse objeto pode ser sua salvação. Na expedição, a analista da inteligência Rachel Sexton começa a perceber que nesse angu tem caroço  que há algo errado e se depara com uma fraude cientifica. Como se não bastasse estar longe de tudo, no frio congelante e descobrir um pepinão, ela ainda tem que fugir de um assassino contratado por alguém que faria de tudo para encobrir a verdade. E não só ela está sendo perseguida, outras pessoas que descobrem a fraude no decorrer na trama são assassinadas ou se aliam a ela para sobreviver. O livro sugere ainda que há vida extraterrestre, e dá informações incríveis sobre a NASA. É bem legal.

Então separa o casaco e o chá mate e vá ler o livro!

Fortaleza Digital

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É..esse é legal mas…sabe né?

Se você entende de computação é provável que odeie o livro, se você é como eu e usa no máximo o whatsapp, vai gostar. Esse livro foi uma visão do futuro sobre o caso Edward Snowden hahahahaha..mentira heim.

O livro é sobre um computador da Agencia Nacional de Segurança que decodifica e-mails e paginas da internet, dissecando cada informação a procura de algo que signifique alguma ameaça para os E.U.A. Em palavras simples: ele fica bisbilhotando tudo o que acontece no mundo virtual. Quando o funcionário Ensei Takado é demitido, ele se revolta e cria um código de criptografia chamado fortaleza digital, tão potente que nem esse super computador é capaz de desvendar. E é aí que entra a inteligente Susan Fletcher, chefe da área de criptografia da ANS. Ela precisa impedir que esse código caia em conhecimento de todos, pois caso aconteça, todos os terroristas, hackers e afins vão poder tramar roubos e ataques sem que a ANS tome conhecimento.

 

O Simbolo Perdido

 

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Esse eu não consegui ler, me dava sono e eu acabei desistindo…como estou em época de vacas magras é bem provavel que eu volte a ler hahahah. Segue a sinopse:

“Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon – eminente maçom e filantropo – a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal’akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está. Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.”

Autor: Dan Brown

Editora: Sextante

 

Já leu algum livro? Me conte o que achou.

Não leu? Comente também! =D

 

Beijo, outro, tchau!

assinatura ana