Resenha: A vida sabe o que faz, Zibia Gasparetto

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Autor: Zíbia Gasparetto – Editora: Vida e Consciencia – Ano: 2011 – Páginas: 310

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Isabel já pretendia se casar com Gilberto quando foi surpreendida: Carlos, seu ex-noivo, que foi lutar na Itália e dado como morto, voltou depois de cinco anos, cheio de amor cobrando o compromisso. Mas Isabel não quis. Carlos sofreu e se revoltou, contudo não desistiu. Inconformado com a nova realidade, utilizou a raiva para recuperar todos os anos que a guerra havia roubado de sua juventude. No decorrer desta história apaixonante, passada entre Brasil e Itália, logo após a segunda guerra mundial, descobrimos que, dependendo das atitudes de cada um tudo pode mudar, mas sempre, em todos os casos, a sabedoria da vida prevalece, sempre nos trazendo o melhor.

“- …Cada um tem seu próprio processo de seguir adiante e não temos como apressá-los. Vamos confiar na vida, que sabe melhor do que nós conduzir as pessoas para onde devem ir. A conquista da felicidade é de responsabilidade pessoal e intransferível.”

O livro se passa em São Paulo no período pós 2ª Guerra Mundial. Conta a história de Isabel e Carlos. Isabel é uma mulher alta, corpo benfeito, cabelos castanho-claros, ondulados e na altura dos ombros. Há 5 anos seu amor Carlos havia partido para a guerra e não retornara. Acreditando que ele havia morrido, ela decide seguir em frente ao conhecer o médico de olhos cor de mel Gilberto.

Mas como diz a música cuidado com o destino, ele brinca com as pessoas. Carlos reaparece depois de tanto tempo e acredita que Isabel o espera com o mesmo amor e os mesmos planos. Contudo, ela não corresponde aos sonhos dele.

No tempo em que esteve longe, Carlos havia sido prisioneiro do exército russo, após ser livre e ter perdido seus documentos, começou a trabalhar e juntou dinheiro para comprar sua passagem de volta. Ao saber sobre Gilberto, ele acredita que Isabel o havia traído, julgava-se vítima das circunstâncias e merece ser feliz.

Isabel sente-se a pior das pessoas por acabar com todas as esperanças de Carlos, mas o que podia fazer se amava Gilberto? E como foi difícil contar a verdade à Carlos, ainda mais com toda a família dele ao redor, achando que eles iriam era se casar.

“- Esse é um assunto delicado. A vida é muito difícil de entender. Eu, que no consultório luto para restabelecer a saúde das pessoas sem às vezes conseguir vencer a morte, tenho me perguntado o porquê de tanto sofrimento. Comecei a notar que as pessoas que têm fé enfrentam as doenças, a dor e a morte com mais coragem.”

Carlos decide que irá usar todo o conhecimento que adquiriu e irá trabalhar, fazer fortuna e provar para Isabel que é melhor que Gilberto. Ele recebe dinheiro do exército e compra roupas elegantes, vai até uma joalheria oferecendo seu trabalho como representante, deseja vender os produtos no exterior. Consegue o emprego após impressionar o dono ao falar em russo, contando suas experiências.

Nesse meio tempo, Gilberto pede Isabel em casamento. E resolve levá-la à Pouso Alegre – MG, para finalmente conhecer sua família, seus pais Glória e Alberto, e seu irmão Nivaldo. Ela vai com ele e sua prima Dalva.

Em Pouso Alegre, são recebidos muito bem, mas logo Isabel percebe que há um clima desagradável entre os pais de Gilberto. Ao longo de sua estadia lá, ela descobre que há muito tempo seus sogros vivem em um casamento de fachada e Alberto mantém um relacionamento extra conjugal com Alda.

Após trabalhar durante algum tempo na joalheria, Carlos vai para Paris conseguir novos clientes. E assim inicia seu trabalho no exterior, seguindo com seu plano de tornar-se rico para depois reconquistar Isabel. Quando segue para Milão, algo vindo de vidas passadas acontece que prova que não era para Carlos ficar com Isabel.

“- As atitudes das pessoas revelam como elas veem a vida. Ao nos interessarmos por alguém, é bom prestar atenção à forma como essa pessoa pensa e avaliar se nos convém manter um relacionamento. É ilusão pensar que mais tarde ela possa mudar. Essa forma de pensar sempre custa muito caro. As pessoas só mudam quando elas querem.”

Eu gostei muito de ler esse livro, é curioso ver como era antigamente, o romance regado a galanteios, coisas como a moça não poder viajar sozinha com o namorado, o preconceito contra mulheres divorciadas. O livro também mostra o quanto o destino interfere em nossas vidas e que às vezes é melhor deixar a vida tomar seu rumo sem ir contra.

A vida sabe o que faz é um romance leve, com uma pequena dose de espiritualidade, e realmente uma lição de vida. Beijocas!

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Resenha: A Gruta das Orquídeas, Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho

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Autor: Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho      Editora: Petit – Ano: 2007 – Páginas: 296

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Nico é um rico e influente fazendeiro, ameaçado por um grupo de criminosos suspeito de praticar magia negra. Preocupado com o neto e com outras crianças, contrata um detetive particular, a quem delega a missão de descobrir quem são os culpados dos crimes hediondos ocorridos na cidade. No decorrer das investigações, acontecimentos imprevisíveis se sucedem envolvendo Antônio Carlos e Mary, espíritos socorristas que vieram para ajudar a evitar novas tragédias. Afinal, quem são as estranhas criaturas que, em nome do mal, se reúnem às escondidas, na calada da noite, em lugar tão sinistro e misterioso? Abra o livro: acompanhe o Espírito Antônio Carlos até “A Gruta das Orquídeas” e descubra tudo o que o bem pode fazer para ajudar aqueles que sofrem o assédio das sombras…

“- Nico, amo você! Do amor pode haver sexo, mas sexo não é amor! Amo você pelo espírito. É minha alma que ama a sua! Podemos viver nos amando sem sexo e nosso amor será muito mais puro, espiritual. Não conseguirei viver sem sua presença.”

Eu li o livro ‘Violetas na Janela’ da mesma autora já faz um tempo e quando vi esse livro me deu vontade de ler. O livro é psicografado pelo espírito de Antônio Carlos, e tem muitas referências ao Espiritismo. Apesar de ser católica, sou curiosa por todo tipo de religiões. Vamos à história!

Nico é um senhor de 56 anos, muito inteligente e bom administrador, tido como o maior latifundiário da região, dono majoritário das ações de uma fábrica de tecidos. Após ficar viúvo e perder seu filho, sua única alegria e o que dava significado à sua vida era seu neto Nicolas. Tinha muitos parentes, todos interessados em sua fortuna, o único em quem confiava era seu sobrinho Fernando, gerente de sua fábrica.

Dirceu, Lázaro, Tonho, Lemão e Naldo formavam um grupo intitulado Sociedade da Magia Negra, que reuniam-se em uma gruta, chamada de gruta proibida. Eles eram liderados pelo Sexto, nenhum dos cinco sabia quem era ou a aparência do chefe do grupo, nem mesmo se era vivo ou morto (ou como dizem encarnado ou desencarnado). Esse grupo estava com planos de sacrificar crianças, tendo como única determinação que elas tivessem sete letras no nome e sete anos de idade.

“- Vovô, sonho que estou sozinho num lugar fechado. Um homem de capuz com uma faca se aproxima, a faca brilha e eu grito. Outras vezes estou amarrado e em outras eu corro e o homem também corre atrás de mim. Sempre é o homem de capuz preto e não vejo seu rosto.” 

Antônio Carlos e Mary são desencarnados que foram designados para cumprir a tarefa de tentar impedir que isso aconteça e ajudar os espíritos das crianças que vieram a ser assassinadas.

Após saber de dois assassinatos, Nico fica desesperado com o destino de seu neto Nícolas, fará de tudo para que nada de mau aconteça com ele e contará com a ajuda do espírito de sua esposa Lílian.

A história não me prendeu muito a atenção, achei que enrolou muito até chegar a um objetivo, e só tem uma surpresa no final do livro. Mas achei interessante as partes do contato do mundo dos espíritos com o nosso.

“A atividade egoísta é altamente destrutiva. A atitude de um assassino é de egoísmo intenso. Beber sangue do outro querendo a energia vital para si em busca de poder é uma ação de crueldade e ele será réu.”

E você já leu algum livro desse gênero? Se tiver algum para me indicar, escreva nos comentários! Beijocas!

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Resenha: Com o amor não se brinca, Mônica de Castro

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Autor: Mônica de Castro, ditado por Leonel   Editora: Vida e Consciência – Páginas: 359 –         Ano: 2002

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Há quem diga que o amor é a base de tudo, porém eles se esquecem que: há os que se anulam em nome do amor e acabam abandonados. Há os que investem tudo acreditando que serão correspondidos e vivem reclamando do egoísmo alheio. Há os que sonham com um amor perfeito, pretendem encaixar o ser amado neste modelo e acabam descobrindo que cada um é como é e não temos poder para mudar ninguém. Há os que confundem paixão com amor. Não percebem que paixão é admirar no outro o que recalca em si; quando a ilusão projetiva desaparece percebemos o ridículo dos nossos atos apaixonados. Há os que confundem apego com amor. São egoístas que esperam do outro exatamente o que não se dão.

O amor verdadeiro nunca faz sofrer. Traz alegria, motivação e prazer, agindo sempre com seu poder de harmonizar as relações humanas. Quando ser feliz passa a ser um objetivo sério, logo percebemos que ´Com o Amor não se Brinca´.

” Deus não possui religião minha filha. A religião universal, aquela que liga os homens a Deus, é a que vem do coração. O amor, o respeito e a compreensão são as verdadeiras religiões que nos aproximam do Criador.”

E inaugurando a sessão espirita do blog, trago o livro da Mônica de Castro, uma grande referência na área que atua. Uns anos atrás eu li um livro da Zíbia Gasparotto e depois nunca mais tive a oportunidade de ler qualquer outro.

Eu não tenho religião mas acredito em Deus e não foi nenhum problema ler um livro espirita. Então se você tem outras crenças leia a resenha com a mente aberta.

A história se passa no Brasil, acredito que por volta de 1800 pois os negros ainda eram escravos. E temos três personagens principais: Os irmãos gêmeos Fausto e Rodolfo e Júlia, cunhada da irmã dos gêmeos. Desde a infância Rodolfo sente inveja e ciúmes do irmão e isso foi para a vida adulta. Em muitos momentos Rodolfo fala sobre a inveja que sente mas não sabe o porquê, só que precisa destruir o irmão.

Rodolfo é uma péssima pessoa com atitudes enojantes. Fausto é um homem de caráter, não é perfeito, mas é um ser humano muito bom. E temos Palmira, a mãe dos meninos. Pensa numa mulherzinha ruim. Trata os escravos e qualquer outra pessoa não católica com extrema maldade. Quando o marido dela falece, a família toda se reúne da fazenda para o funeral. É quando os irmãos conhecem Júlia. De imediato rola uma atração entre ela e Fausto e quando Rodolfo descobre isso, de imediato prepara um plano para seduzir Júlia.

” O fato era que tinha que possuir tudo o que Fausto quisesse ou possuísse. Era uma necessidade. E se Fausto desejava Júlia, Rodolfo decidiu que teria que que tê-la.”

Outros personagens surgem e ora se envolvem na trama ora tem suas próprias histórias. Acredito que as duas que merecem destaque é Marta e Camila. Marta é filha do capataz. A garota volta a fazenda depois de se formar no escola do convento e conversando com Júlia revela que tem dons, que consegue se comunicar com espíritos. Esse dom é extremamente importante para ajudar Sara, uma personagem judia, que sofre de tuberculose.

” – Bem, ele disse que havia dois espíritos do meu lado.
  – Espíritos? Mas que espíritos?
  – Isso ele não soube me dizer. Apenas disse que eram espíritos que, percebendo minha sensibilidade, aproximaram-se de mim para se comunicar.”

A outra personagem que citei, Camila, é irmã dos gêmeos. Ela é uma personagem muito forte e com muita experiência de vida. Camila se entregou antes do casamento ( lembrem que a história se passa em 1800) e depois do ato o rapaz fugiu. Para não desonrar a família ela é obrigada a se casar com outro rapaz. Decidida a não se casar por conveniências ela decide se tornar freira. O destino então coloca no caminho dela Leopoldo, um homem que não se importa dela não ser virgem e a toma para casamento. Leopoldo e Camila são contra a escravidão e tratam todos com muito respeito, o que é raro dado a época em que vivem.

No fim do livro descobrimos que todos tiveram vidas passadas e nos explica a ligação de todos esses personagens e o motivo de seus sentimentos.
 

” Educação religiosa é uma coisa. Fé sincera é outra bem diferente. O que quero saber é se realmente acredita em Deus como uma força superior a guiar e orientar nossos destinos.”

Falando agora como crítica literária: o livro tem uma linguagem muito simples e poderia ter menos páginas, já que muitas situações e palavras repetem. A primeira impressão que tive foi que parecia novela mexicana: sofrem ao extremo, amam ao extremo e fazem muitas maldades. Mas a mensagem do livro é muito bonita e me pôs a pensar quando terminei.

E durante a resenha descobri que esse livro é o segundo de uma trilogia rs…mas olha, não atrapalhou a leitura, acredito que possam ser lidos sem ordem.

1 – Sentindo na Própria Pele
2 – Com o Amor Não se Brinca
3 – Lembranças que o vento traz.
 

Me contem a opinião de vocês!

Beijo, outro, tchau!

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Entrevista com o autor: JackMichel

Oi meu povo! Hoje temos uma entrevista especial com JackMichel, autora do livro “Arco-Jesus-Íris”, que foi seu primeiro livro publicado, lançado em 2015, pela Chiado Editora. E tem resenha do livro aqui no blog!

Mas antes da entrevista, vou falar um pouco sobre a autora.

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A autora.

JackMichel é o nome artístico de duas escritoras: Jaqueline e Micheline Ramos. São irmãs e nasceram respectivamente em 20 de fevereiro e em 30 de novembro, na cidade de Belém, Estado do Pará (Brasil). O estilo de escrita de JackMichel foi influenciado por autores mundiais clássicos de diversos gêneros literários como Oscar Wilde, Hans Christian Andersen, Lewis Carrol, Edgar Allan Poe, Eça de Queirós, Machado de Assis, dentre outros.

JackMichel professa o lema “ESCREVER É VIVER”. O tema de seus livros é variado visto que possui livros escritos nos gêneros ficção, poesia, romance e conto de fadas. Ela participou do Salão Internacional do Livro de Turim, que aconteceu de 12 a 16 de Maio 2016.

E vamos conferir a entrevista!

No começo de sua carreira, alguém chegou a desestimulá-la? Como fez para conseguir seguir em frente?

Sempre existem os “amigos da onça” mas eles não chegam a constituir percalços efetivos em nossas vidas se temos o substancial recurso da vontade firme, bem como a perseverança nos ideais. Cabe a cada camarada chutar para longe essas pedras do caminho. Bem… declaro que, muitas vezes, refleti sobre as palavras de Martin Luther King: “Se não puder voar, corra. Se não puder correr, ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito.”.

Vivemos num mundo em que qualquer opinião é recebida com sentimento hostil e intolerância. Qual o papel do seu livro na sociedade atual?

Sem dúvida alguma procurar transmitir ensinamentos plenos de paz e de amor, que roboram a máxima: “Amai ao próximo como a si mesmo”. Há mostra de concórdia em todos os 7 círculos de cores do arco-íris psicodélico de Jesus Cristo, onde as vítimas concedem a remissão aos algozes que ceifaram suas vidas… obstaram suas liberdades… traficaram seus sentimentos… destruíram seus sonhos… Seja como for, eu acho que não é fácil penetrar o âmago do coração das pessoas nesta agressiva atualidade infesta, onde os grupos terroristas e os desastres ecológicos dão as cartas, enquanto alguns poucos abaixo-assinados pedem o fim do festival de carne canina em Yulin!

Você sempre quis ser escritora?

Sim. E quando eu comecei a rascunhar manuscritos de minha autoria, tive prontamente o apoio entusiástico de Jack. Nesta época, ela já escrevia antes de mim há alguns anos; estando, portanto, na pole position.

De quem foi a ideia de unir-se? É mais fácil ou mais difícil trabalhar com alguém da família?

Bem… quando eu contava em média 12 anos de idade, fase da adolescência em que lia os vates românticos, simbolistas e parnasianos tanto quanto consumia refrigerantes e chicletes, comecei a escrever meus primeiros textos; Jack, minha irmã e parceira literária, já pegava na pena. A posteriori, haja vista ambas terem acumulado bastante calhamaço, decidimos juntar todo o nosso material escrito. Daí, tivemos uma ideia para mover este meio estático da literatura, composto tão somente por convencionais autores individuais: dar vida a uma terceira pessoa, JackMichel, que possui o slogan “a escritora 2 em 1”. Veja bem… trabalhar com um parente tem prós e contras, como em todas as relações sociais; mas o convívio familiar via de regra é profícuo ao desenvolvimento intelectual em conjunto.

Livro Arco-Jesus-Íris

Para quem você indicaria o livro?

A leitura de “Arco-Jesus-Íris” é indicada a todos os seres que são humanos, dado o elevado grau de sua mensagem de fraternidade cuja ensina que o perdão é a salvaguarda para um status de felicidade e bem-estar que pode ser auferido por quem o praticar.

Como foram determinadas as cores para cada tragédia referente ao “Arco-Jesus-Íris”?

Não foram determinadas por homologia, quero dizer, não foram escolhidas por atribuir-lhes similaridades que concirnam a cada caso abordado nesta fascinante obra ou a seus personagens; conquanto eu creia mesmo que “os perfumes, as cores, os sons se correspondem.”… no cosmo imenso, tal qual versam as Correspondências de Baudelaire.

O livro Arco-Jesus-Íris foi lançado em outubro de 2015, tem algum novo livro em andamento ou próximo do lançamento?

A escritora JackMichel já fechou contrato com a Drago Editorial para o lançamento de mais quatro obras suas no segundo semestre de 2016: “LSD Lua”, “1 Anjo MacDermot”, “Sorvete de Pizza Mentolado x Torpedo Tomate” e “Ovo”. Fora do país, também tem acenos positivos de várias editoras para a publicação de seus livros no exterior, cujos originais foram submetidos à prévia análise.

Quem iniciou você no mundo da leitura?

Ninguém em verdade. JackMichel tem plena convicção de que adentrou neste apurado universo das belas-letras porque cada ser humano traz em si aptidões ou dons inatos adquiridos antes do berço e que leva além do túmulo. Ave atque vale!

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É muito bom conversar com escritores nacionais ! Tem alguma pergunta para a JackMichel? Manda aqui nos comentários!

Beijocas!

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