Resenha: Amigo Secreto, Sylvia Day 🔞

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                   Autor: Silvia Day – Editora: Paralela           Ano: 2013 – Páginas: 120

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Em Amigo secreto, a autora narra duas histórias contemporâneas, bem apimentadas e muito românticas que certamente farão as leitoras perderem o fôlego. A primeira, que dá título ao livro, conta a história de Nick e Steph, colegas de trabalho que secretamente sentem uma enorme atração um pelo outro. Isso até o momento que Nick tira Steph no amigo secreto e escolhe um presente claro e direto: uma foto sensual e provocadora que promete esquentar as coisas entre eles. Já a segunda narra o relacionamento difícil e obsessivo de um casal que se vê envolvido na investigação e no roubo de joias de Gideon Cross.

 

Não sei porque tive vontade de ler uma história, como posso dizer, “picante”, mas esse livro surgiu em minhas mãos e eu pensei ‘porque não?’. Já aviso que o livro e a resenha são para maiores de 18 anos. Então vamos à história…

Ela começa na festa de final de ano de uma empresa, durante o amigo secreto, Nicholas dá um presente um tanto inusitado para sua amiga secreta Stephanie: uma foto completamente sem roupa, com apenas um laço cobrindo aquilo que vocês bem sabem, e também um jantar para dois em um restaurante, como se fosse um convite.

Antes da festa, aconteceu de Nick, em um dia em que estava fazendo hora extra, encontrar perto do lixo  um papel amassado com uma anotação com a letra de Steph, era sua lista de desejos para presente de Natal.

“Minha lista de desejos (safadinhos)

Nicholas James sem roupa, embrulhado apenas em um laço.

Nick me beijando até eu perder os sentidos.

Nick cozinhando pelado pra mim (para eu poder ficar olhando a bunda dele)…”

Depois do tal presente, eles ficam mais próximos e a primeira cena “caliente” acontece no escritório. Nick convida Steph para jantar em sua casa e promete realizar todos os desejos de sua lista. Ela só quer uma noite de diversão, já ele quer compromisso. Para Steph é difícil acreditar que o homem mais conquistador e garanhão que ela conheça esteja realmente apaixonado por ela e que queira algo sério. Steph tenta não se envolver, por um motivo de sua vida pessoal que impede que ela invista em relacionamentos.

A história é curta, quase como se fosse um conto, que gira em torno dos dois e se eles vão ficar juntos ou não.

Depois desse, o livro tem outro conto, que eu particularmente gostei mais. Anastasia é uma investigadora particular, que descobre o paradeiro de artigos de luxo roubados. Ela está de volta à sua cidade natal para investigar o sumiço de pedras preciosas, a Coroa de Rosas.

” – Só porque você tem um filho não significa que a sua vida acabou.”
  – Mas significa que as minhas vontades não vêm em primeiro lugar. Eu não posso…” Ela fechou os olhos.

Após 12 anos sem aparecer na cidade, ela reencontra um antigo namorado, o delegado Jake, um homem alto e esguio, com olhos azuis e lábios firmes. Ele a convida para ficar em sua casa enquanto estiver na cidade. Na primeira noite, após o jantar, já acontece a primeira cena de amor.

Em sua investigação, Ana descobre que o irmão dela e o de Jake estão envolvidos no roubo das pedras preciosas. E o pior, a mãe dela, Tilly, é sequestrada por Rick, bandido envolvido no roubo.

Após saber a localização de Tilly, Ana e Jake vão juntos para tentar resgatá-la. Nisso eles ficam mais próximos e Ana se pergunta como irá se relacionar com um delegado, sendo que sua família é envolvida com o crime.

O livro é pequeno, com apenas 118 páginas, mas eu só indico a leitura caso queira ter em sua imaginação as cenas “picantes”, fora isso é uma história com enredo escasso. Então, se estiver procurando por pura diversão, leia, caso esteja procurando uma boa história, não abra esse livro.

Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: Nerve, Jeanne Ryan

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      Autor: Jeanne Ryan – Editora: Outro Planeta Ano: 2016 – Páginas: 304

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Você já se sentiu desafiado a fazer algo que, mesmo sabendo que pode se arrepender depois, acaba levando em frente? A heroína deste livro também.
Vee cansou de ser só mais uma garota no colégio, e quer deixar os bastidores da vida para assumir seu merecido posto sob os holofotes. E o jogo online Nerve, febre nacional transmitida ao vivo, pode ser o início dessa trajetória de sucesso. Basta que ela clique no botão “Jogador” em vez de “Espectador” para entrar na disputa, que propõe, a cada etapa, um desafio novo.
A adolescente acaba formando uma dupla imbatível com Ian, um garoto desconhecido com quem trava contato ao se inscrever em Nerve. Juntos, vão galgando posições no jogo. Mas, conforme os dois avançam na disputa, os desafios ficam cada vez mais complexos… e perigosos.

” – Se quer mesmo se envolver com o nerve, acesse o site amanhã como observadora

Quando eu comecei a leitura eu senti que já tinha visto isso antes..e vi mesmo, ano passado quando li o livro The Game [ O jogo] 😳 😳 

Em nerve, a adolescente Vee trabalha como assistente em um teatro onde sua melhor amiga é a estrela da peça. Vee tem um vida bem comum, sem grandes emoções, principalmente depois de um mal entendido que a deixou de castigo pelo resto da vida. Cansada de todos dizendo que ela devia se arriscar mais, ela resolve fazer um desafio do jogo online Nerve. Mas só para provar que ela pode fazer umas loucurinhas quando quiser.

” É difícil acreditar que pouco antes eu estava deprimida atrás de uma cortina empoeirada vendo minha melhor amiga me esfaquear pelas costas. E agora? Prêmios, diversão e dinheiro, talvez. Adoro esse jogo”.

Esse jogo online disponibiliza desafios para os usuários, e quem fizer mais sucesso é selecionado para a etapa seguinte. Coisas simples, como virar um copo de água na cabeça no meio da cafeteria ou cantar bem alto em público…a cada jogada o desafio fica mais difícil e o prêmio aumenta…como uma bolsa de estudos, um carro, uma viagem…o interessante é que o jogo sabe o prêmio que o jogador quer e usa isso a favor.

E aí meus queridos que a Vee toma gosto e quando nota, está completamente envolvida e mais encrencada que nunca. 

” Solto um sorriso e respiro fundo. E de novo. É hora do show”

” Quanto mais rápido eu cumprir o desafio, maior é a chance de sobreviver a ele. Ou não desmaiar, pelo menos”.

No meio dos desafios ela encontra Ian, um outro jogador. Nerve decide que eles serão uma dupla e passam a realizar os desafios juntos. Além dos jogadores temos os observadores, eles pagam para assistir o jogo, sugerem desafios e muitas vezes acompanham as missões. 

Mas nem tudo é diversão. O jogo começa a tomar um rumo muito sombrio, com desafios pessoais que ameaçam relacionamentos e o bem estar da dupla. Mas os prêmios são tão bons que eles decidem ir até o desafio final. Esse desafio envolve todos os outros jogadores que conseguiram cumprir todas as missões e o jogo preparou uma grande surpresa para eles. Confesso que não gostei dessa parte, enrolou muito e ficou confuso…

” Todo mundo prende a respiração. Há sete pistolas penduradas no fundo do armário”

Mas no geral o livro é viciante! Li em dois dias e queria uma continuação. Super recomendado!

Recentemente saiu um filme inspirado no livro. Isso mesmo, inspirado. Porque NÃO TEM NADA A VER COM O LIVRO. Nada. Agora eu sei como os fãs de Percy Jackson se sentiram 💔 

Confere aqui o trailer:

É isso pessoal! O que acharam? Já leram ou assistiram o filme?

Conta aqui tudo o que passa nessas cabeçinhas!

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Gelo Negro, Becca Fitzpatrick

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        Autor: Becca Fitzpatrick – Editora: Intrínseca Ano: 2015 – Páginas: 304

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Britt Pfeiffer passou meses se preparando para uma trilha na Cordilheira Teton, um lugar cheio de mistérios. Antes mesmo de chegar à cabana nas montanhas, ela e a melhor amiga, Korbie, enfrentam uma nevasca avassaladora e são obrigadas a abandonar o carro e procurar ajuda. As duas acabam sendo acolhidas por dois homens atraentes e imaginam que estão em segurança.

Os homens, porém, são criminosos foragidos e as fazem reféns. Para sobreviver, Britt precisará enfrentar o frio e a neve para guiar os sequestradores para fora das montanhas. Durante a arriscada jornada em meio à natureza selvagem, um homem se mostra mais um aliado do que um inimigo, e Britt acaba se deixando envolver. Será que ela pode confiar nele? Sua vida dependerá dessa resposta.

” Já ficara bêbada antes, mas nunca daquele jeito. Ele lhe dera alguma coisa. Devia ter colocado alguma droga em sua bebida. A droga a deixava exausta e ela se sentia pesada.”

Esse livro estava na minha lista de leitura desde o lançamento…não sei porque demorei tanto para ler, mas ainda bem que demorei, porque acabei comprando ele por 9,90 😀 

E pensa num livro bom, sério mesmo, uma história ótima! Só pecou no romance, a autora deu uma viajada em umas partes e deixou muito meloso, por isso eu não dei uma nota cinco. Mas tirando isso todo o resto é incrível. É uma história com muitas reviravoltas, para se surpreender a cada virada de página.

Tá, mas do que fala o livro? Desculpa, me precipitei né?

Britt e sua melhor amiga Korbie decidem passar o recesso de verão nas montanhas para fazer escalada, esquiar, comer brigadeiro de panela rs..e principalmente porque Britt precisa esquecer de vez seu último namorado, Calvin ( que por acaso é irmão da Korbie).

Na viagem de ida elas pegam um chuva forte seguida de uma nevasca e são obrigadas a abandonar o carro e ir em busca de abrigo. Depois de horas de caminhada na neve elas encontram um cabana e pedem socorro. O problema é que os homens que estão na cabana são dois criminosos que estão fugindo da polícia.

Tenso heim parsa. Vai morrer na neve ou vai ficar como refém de criminosos? Fica aí a reflexão.

” – Podemos fazer isso da maneira mais fácil, ou da maneira em que vocês acabam mortas. E, acreditem em mim, se gritarem, resistirem ou discutirem, eu vou atirar.”

” De repente, pensamentos desesperados e irracionais bombardearam minha mente. Eu tinha que sair dali. Tinha que correr. Talvez eu não fosse congelar na floresta…iria correr sem parar, até estar fora de perigo.”

A partir do momento que as meninas entram na cabana a história toma um ritmo acelerado e tenso. Você fica com aquele sentimento ” putz vão morrer”, ” não, agora vão morrer”…” eita, vai morrer”….e daí, bum, a história dá aquela reviravolta que você fica de boca aberta! Fantástico!

” Pressionei o rosto nos braços cruzados e deixei escapar um som profundo de agonia. As lágrimas corriam corriam pelo meu rosto. O pesadelo estava me arrastando de volta.”

” Mais do que nunca, eu me ressentia de qualquer atração que pudesse estar sentindo por ele. Ele era meu sequestrador.”

Falando sobre os personagens, a Britt é uma adolescente muito mimada, ela mesma confessa que é muito dependente do pai e do irmão, como se eles devessem sempre cuidar dela. Imagina uma menina dessa perdida no meio de uma nevasca? Já a Korbie é uma péssima amiga, invejosa, nada fiel…mas mesmo assim elas se consideram melhores amigas. Vai entender né? 

” As palmas das minhas mãos estavam arranhadas e sangrando por causa da queda. Olhei para elas sem reação…aquilo não estava acontecendo comigo. Eu não estava ali fora de novo, no frio, enfrentando a morte.”

Para quem nunca viu a neve, o livro dá umas dicas super legais de como sobreviver na neve. Já me sinto preparada hahah

E para finalizar: sim, eu recomendo o livro! Os momentos de romance são chatos mas a trama compensa muito! Sem contar que a capa é linda e vai ficar show na sua estante ❤

Ah! E a autora do livro é a mesma da saga ” Hush Hush”. Nunca li e nunca lerei.

Tô aqui aguardando o comentário de vocês.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Terra Morta #1 – Fuga, Tiago Toy

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               Autor: Tiago Toy – Editora: Draco           Ano: 2011 – Páginas: 248

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Romance de estréia de Tiago Toy, “Terra Morta – Fuga” imagina o apocalipse zumbi ambientado em São Paulo.

Em ‘Terra Morta: Fuga’, o leitor acompanhará uma saga de sobrevivência ao terrível mal que assolou o interior de São Paulo e agora se dirige à capital.

Tiago é um rapaz introspectivo que sempre sonhou em viver na megalópole de São Paulo e buscar novos desafios. Só não imaginava que sua chance chegaria da pior maneira possível. Jaboticabal, sua cidade natal, é o cenário de um terrível apocalipse zumbi, uma tragédia que parece saída de um videogame ou filme de terror.

De repente, o jovem acostumado a treinos de parkour e muito trabalho precisa lutar para sobreviver. Nenhum local é seguro, ninguém mais é confiável, água e comida não são mais garantidas no dia a dia. Mesmo que a mente custe a acreditar, não há tempo para duvidar da realidade. A única opção é fugir.

A cada pessoa que Tiago encontra, uma surpresa. Aliado ou inimigo? Nunca uma certeza.

Tiago e seus companheiros deverão enfrentar o passado e seus medos, e em meio a um mar de zumbis canibais, descobrirão que o maior inimigo ainda são os humanos.

Descubra a origem da infecção enquanto corre sem parar, uma aventura dramática que é sucesso na internet e agora se torna uma série de livros. Pegue apenas o necessário e corra sem olhar para trás.

“Sabemos que somos mais sortudos que espertos por continuarmos vivos”

Uma cidade no interior de São Paulo foi atingida por um mal que transformava as pessoas em mortos vivos com uma tremenda fome de carne humana. Tiago (Sim, o personagem principal e o autor têm o mesmo nome hsuahs), um dos sobreviventes, estava sozinho. Seu plano era fugir para a capital em busca de socorro.

No meio de sua fuga, ele cruzou com dezenas de “zombies”, mas também com pessoas que apenas estavam tentando sobreviver, como ele. Uma que merece destaque é a Daniela. Os dois acabaram se tornando cúmplices. Tiago, de início, relutou em aceitar caminhar junto com ela. Ele parecia muito grosseiro e ignorante, mas era compreensível pois, como tudo estava em jogo, bons modos era a última coisa a se pensar.

“A vontade de sobreviver é maior do que qualquer desconforto” 

Os garotos também perceberam que o perigo não estava somente nos corpos sedentos de carne fresca que andavam sem rumo pelas ruas, mas também estava nos não infectados. Houve lutas por comida e abrigo, e todos queriam a mesma coisa. Infelizmente, os recursos estavam se acabando aos poucos, por isso só quem chegasse primeiro conseguiria não passar fome.

“Não é fácil destruir a esperança de alguém que está em total desespero”

Em razão do destino, muitos chegaram ao “topo”, mas logicamente não houve lugar para todos. Por esse motivo, Tiago teve que enfrentá-los para garantir o seu. 

“Não sou eu quem devia ditar seu destino. Não sou eu que devia cravar um facão no meio de suas cabeças para evitar ser um deles”

Já queria ter começado a ler livros com esse tema há tempos, mas nenhum me chamou a atenção justamente por eu não achar que valeria a pena. Afinal, nunca tinha lido livros do gênero antes, mas já tinha assistido a muitos filmes, então pensei que Terra Morta seria apenas mais um livro de zombie. E, meus queridinhos, não era nada disso que eu estava pensando. Eu, sinceramente, esqueci da vida lendo o e-book. 

Enquanto lia, me perdi um pouco nas cenas de luta corporal, parece que elas foram rápidas demais. Acredito serem as mais difíceis de descrever. Algo que me chamou muito a atenção foi a forma que os zombies eram descritos. Eu consegui imaginar a figura. Dava medo (Não é brincadeira gente kkkk Tanto que evitava ler antes de dormir kkkkkk). 

O autor demonstrou, na minha humilde opinião, muito talento! Ele tinha tanto controle sobre as situações descritas que foi capaz de me prender com correntes e cadeados (kkkkkkk) Não queria largar até descobrir o final de tudo aquilo. 

Terra Morta: Fuga tem uma continuação chamada Terra Morta: Infecção. Espero ansiosamente a oportunidade de lê-lo em breve!

assinatura nova luiza

Resenha: Órfão X, Gregg Hurwitz

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         Autor: Gregg Hurwitz – Editora: Planeta     Ano: 2016 – Páginas: 336

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Quando garoto, Evan Smoak foi recrutado no orfanato onde vivia para fazer parte de um programa americano ultrassecreto. Rebatizado de Órfão X, ele foi treinado para ser um exímio assassino e enviado aos piores lugares do mundo para missões que ninguém mais conseguia executar. Depois de longos anos de atividade, Evan deixa o programa e usa as habilidades de agente secreto para “desaparecer” e viver para um único propósito, agora sob o codinome de “Homem de lugar nenhum”: salvar e proteger pessoas pobres e  indefesas como ele havia sido. No entanto, seu passado de matador sangrento passará a assombrá-lo e também a seus protegidos. Alguém tão bem treinado quanto ele – talvez um ex-colega de programa?– está na sua cola, para tentar eliminá-lo.

“Evan respirou. ‘Nunca leve para o lado pessoal. Não presuma nada. Nunca leve para o lado pessoal. Não presuma nada’, pensou ele.

Podia sentir o peso da pistola sobre o joelho. A arma estava sempre ali, leal e confiável, uma constante. Aço e chumbo reagiam de maneira previsível. Eram finitos, imutáveis, domáveis. Evan podia contar com eles.”

Evan Smoak é um assassino profissional, que foi treinado pelo governo num programa que transforma órfãos em máquinas de destruição. Lhe foi dado o codinome de Órfão X, e antes dele tiveram Órfãos com todas as letras do alfabeto.

Evan teve como mentor e treinador Jack, e quando ele é morto, o Órfão X decide fugir do programa e usar o que sabe para ajudar as pessoas. Muda-se para um apartamento em Los Angeles, onde através de um celular, que não pode ser rastreado, ele recebe as ligações pedindo sua ajuda.

Morena é uma garota de 17 anos que vive em um bairro humilde junto com a irmã de 11 anos, Carmen. Elas haviam sido abandonadas pelo pai e a mãe havia falecido fazia um ano. Morena sofria abusos sexuais pelo investigador William Chambers. Ela entra em contato com Evan, conhecido como o Homem de Lugar Nenhum, para pedir sua ajuda, pois teme o momento em que William resolva começar a abusar de sua irmã.

“- Você faz parte do que chamamos de Programa Órfão. É excepcionalmente equilibrado e muito comedido diante do desconhecido e foi escolhido para o programa justamente por ter essas qualidades. Há outros como você. Mas jamais os conhecerá.”

Evan encara essa missão e, rapidamente, põe fim à vida do investigador. Ele era assim, um anti-herói, um matador do bem, se é que isso existe. Após concluir a missão, ele despede-se de Morena e diz para ela encontrar outra pessoa que precise de ajuda e dar seu número de telefone.

Em meio a suas missões, ao fingir ter uma vida pacata, Evan conhece Mia, uma promotora de justiça, moradora de seu prédio, e seu filho de 8 anos Peter. Ele se aproxima cada vez mais dessa pequena família, tendo noção de como é uma vida normal.

“- O que faz você feliz?

Dessa vez, não houve intervalo entre pensamento e resposta:

– Suas sardas.

Mia entreabriu os lábios. Deu alguns passos para trás, para dentro do quarto. Ameaçou falar alguma coisa, mas parou.”

Apenas 5 dias após concluir a missão, ele recebe a ligação de Katrin pedindo sua ajuda, ela diz que foi indicada por Morena e está sob ameaça por dívidas de jogo. Ao encontrar com Katrin em um restaurante, eles sofrem um atentado, mas conseguem sair ilesos. Ela diz que o pai  dela, Sam, encontra-se nas mãos dos bandidos. Esses bandidos eram Slatcher e  Candy, comandados por Top Dog.

Evan começa uma investigação, mas ainda sem conseguir ajudar Katrin, não sabe a identidade nem o paradeiro de quem a ameaça, ele recebe outro telefonema, um pedido de ajuda de Memo Vasquez, que também diz tem sido indicado por Morena. Evan tinha deixado bem claro para Morena que ela deveria indicar somente uma pessoa, então vai atrás dela para descobrir o que aconteceu.

Um dos dois, ou Memo, ou Katrin, está mentindo, e Evan descobre que está sob ameaça, alguém quer ele morto. Agora terá que lutar para sobreviver, ao mesmo tempo em que tenta salvar as pessoas que pedem sua ajuda.

Órfão X é um livro de suspense com muita ação, onde nem tudo é o que parece. No desenrolar da história temos alguns flashbacks de quando Evan ainda era novo e estava em treinamento. Tem muitas partes com lutas, em que ele fica entre a vida e a morte, mas a última é a melhor de todas. O livro é cheio de momentos tensos e não tem quase nada de romance. Tem 59 capítulos e a partir do capítulo 37 é uma emoção atrás da outra.

Beijocas!

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Resenha: Over the rainbow

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Autor: Vários – Editora: Planeta           Ano: 2016 – Páginas: 224

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

E se a Cinderela se apaixonasse por uma garota, e não por um príncipe encantado? Ou se os irmãos João e Maria, homossexuais assumidos, enfrentassem a ira de uma madrasta religiosa que só pensa em curá-los? Ou, ainda, se a Branca de Neve, abandonada numa cidade bem distante de sua terra natal, fosse acolhida por… sete travestis?

Pois pare de imaginar se os contos de fadas fossem revisitados e recebessem uma roupagem LBGTT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Abra este livro e confira as clássicas histórias da infância de milhões de pessoas contadas sob a ótica de cinco autores que fazem parte desse universo, representado pelas cores do arco-íris. Ou melhor, contos de fadxs, como reza a nova norma de gêneros.

” Finalmente alguém a tinha entendido, e esse alguém era um travesti de 2 metros de altura”

Acho que como a maioria, esse livro me fisgou pela curiosidade. Como assim transformar as histórias dos contos de fada em contos de fadxs LGBTT? Oi? Deixa eu ler isso ai nem.

O livro é composto por cinco coletâneas de cinco autores diferentes. Cada história trás um conto de fadas moderno, todos passados no Brasil e com os personagens centrais sofrendo algum tipo de preconceito por serem gays, lésbicas ou travestis. Algumas histórias tem um conteúdo sexual, o que limita um pouco o público, mas isso acontece apenas em duas histórias, na Cinderela e Rapunzel

E se você achava clichê os contos de fadas, com pessoas que se apaixonam e juram amor eterno, assim rapidinho, te digo que é exatamente isso que você vai encontrar na maior parte dos contos hahah…Mas convenhamos que contos de fadas tem que ser assim mesmo né.

Vou falar rapidamente sobre o que trata os contos, assim o post não fica longo e cansativo. O primeiro, Cinderela, conta a história de Catarina, uma adolescente lésbica que mora com a Madrasta e as duas filhas. Catarina é apaixonada pela Helena, sua meia irmã. Ela nutre esse sentimento em segredo e além de sofrer por não poder se declarar ela ainda sofre com o desprezo da Madrasta. ( Essa história é bem safadinha rs)

” Se minha mãe souber que você esteve no meu quarto ela me mata, então bico calado Catarina!”

O segundo conto é João e Maria, dois irmãos adolescentes que vivem com o pai e a Madrasta, essa por sua vez louca religiosa que acha que um exorcismo vai resolver esse ‘ problema’ dos irmãos. Essa foi uma das histórias que mais gostei, porque tem um pegada sombria…

” – Isso – ela socou mais uma vez- é para você aprender – mais um soco- a não mexer com um veado – e mais um soco certeiro- que tem uma irmã sapatão. Porque na hora de bater eu bato como homem e não como menina. E viro mais homem que você seu merda.”

Depois tem o conto A Bela e a Fera que conta a história do romântico Rodrigo e do amargurado Bruno. Muitas baladas, tinder e declarações de amor exageradassssss….rs. Esse não curti muito.

” …’ Mãe, fiz uma promessa a mim mesmo que, quando eu completasse dezoito anos, contaria isso pra você… Eu sou gay.
– Depois disso escutei um trovão e uma freada brusca, a ligação começou a chiar e caiu…. horas se passaram depois da ligação, foi quando bateram em minha porta. Era um policial, ele disse que houve um acidente e meus pais não tinham sobrevivido”

O quarto conto quase erótico rs…é da Rapunzel, conta a história de Augusto, um jovem rico, delicinha e gay, Os pais não aceitam e obrigam ele a esconder sua sexualidade. Essa foi uma história muito interessante porque explica a diferença de HIV e Aids. Foi uma lição para mim porque eu realmente não sabia diferenciar elas, pra mim as duas eram a mesma coisa.

” – Tá bom! O que eu tô querendo dizer é que eu gosto de garotos, eu sou gay.
– Que merda é essa, Augusto? Você perdeu a noção das coisas? Desde quando você virou veado? Tá louco??? Me diz, Augusto! Você quer acabar com a nossa família, manchar nosso sobrenome? Que porra é essa? Era só o que me faltava, ser pai de bichinha.”

E por último mas não menos importante, temos a história de Júlia, uma adolescente que vive com a Madrasta, uma mulher muito vaidosa e com inveja da enteada. E Júlia tadinha, só quer realizar seu maior desejo, fazer sua cirurgia de mudança de sexo. Depois de ser enganada pela Madrasta, ela acorda em um hospital, sem dinheiro, sem identidade e acaba indo morar na rua. Mas sete travestis acolhem Júlia e ajudam a jovem a se reerguer. Esse conto foi muito legal porque a autora tratou do assunto com muita delicadeza, falou muito sobre os sentimentos e como a sociedade julga o travesti. Foi interessante. 

” Naquela casa de travestis segregadas do mundo tradicional existia família e amor.”

Eee acabou! O que acharam? Ansiosos para ler? Conta aqui a opinião de vocês, tô aguardando ansiosa!

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha e frases: O pequeno príncipe, Antoine de Saint-Exupéry

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                  Autor: Antoine de Saint-Exupéry                 Ano: 1943 – Páginas: 128

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, às vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou há 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ao Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.

” Eles não estavam contentes, lá onde eles estavam?
– Nunca estamos contentes onde estamos.”

Esses dias eu estava indo trabalhar toda chateada porque teria que pegar trem…e quem anda de trem em São Paulo sabe como é triste rs…e o pior, eu estava sem livro. Daí por sorte eu passei na frente daquelas máquinas que vendem livro e encontrei um lá do Pequeno Príncipe por 5,00!

Comprei principalmente porque eu precisava de ajuda para superar o desafio de ficar 25 minutos no trem hahaha

E eu reli o Pequeno Príncipe e fiquei surpresa de ter percebido coisas que eu nunca tinha notado quando li a primeira vez, com 12 anos de idade. Não vou dizer que eu entendi o livro, porque eu continuo sem entender, mas ele fez mais sentido. O livro trás a ingenuidade de uma criança e a importância de valorizar os sentimentos alheios.

Para quem não conhece, o livro conta a história de um homem que cai de avião no meio do deserto e depois de alguns dias encontra o pequeno Príncipe. Eles começam a conversar e o Príncipe começa a contar como acabou chegando na Terra. Ele passou por outros planetas, conheceu pessoas com personalidades diferentes e contou sobre sua amizade com sua rosa, que ele deixou no seu planeta e agora sente-se culpado por isso.

O livro tem MUITAS ANALOGIAS. Essa história com a rosa está fazendo minha cabeça fervilhar! A rosa era uma pessoa??? Ah e também tem frases ótimas, eu não conseguia passar uma página sem grifar alguma coisa.

Quem não leu e vê aquele povo postando a foto do chapéu e perguntando ” você vê um chapéu ou um elefante dentro de uma cobra“? Eu vou explicar, porque quem posta não explica. O aviador, conta que quando criança ele desenhou uma cobra que tinha engolido um elefante. Quando ele mostrava esse desenho para os adultos, todos viam um chapéu. Daí ele desenhou o interior da cobra e os adultos pediram para ele parar de desenhar essas coisas e se dedicar a geografia, cálculo…. Ele finaliza com ” as pessoas grandes não entendem nunca as coisas sozinhas e é cansativo para as crianças sempre e sempre dar-lhe explicações”. É interessante, não é? Pegou a coisa aqui?

As pessoas que o Pequeno Príncipe encontrou na sua viagem também serve como crítica ao mundo dos adultos. Pessoas que só pensam em trabalhar, em dinheiro ou em possuir coisas. 

Eu gostei muito do livro, gostei até da dedicatória rs.

E agora para terminar, separei algumas frases do livro para vocês. E fica aí o questionamento: o pequeno príncipe realmente existiu ou foi uma alucinação do aviador no meio do deserto?

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” – O que é essa coisa?
– Não é uma coisa, é um avião, ele voa.
– Então você também vem do céu? De qual planeta você é?
– Você vem de outro planeta então?
Mas ele não me respondeu.”opequenoprincipe

” Eu sofro tanto contando essas memórias. Já faz seis anos que meu amigo partiu com seu carneiro. Se eu tento descrevê-lo é para não esquecê-lo. É triste esquecer um amigo. Nem todos tiveram um amigo.”

”  – Um dia, eu vi o sol se pôr 44 vezes!
E um pouco mais tarde ele acrescentou:
   – Sabe…Quando estamos muito tristes, gostamos dos pores do sol…
   – No dia das 44 vezes, você estava muito triste, então?
Mas o pequeno príncipe não respondeu”

pequenoprincipe” Eu não soube entender nada! Eu deveria tê-la julgado por seus atos e não por suas palavras. Ela me perfumava e me iluminava. Eu não deveria nunca ter fugido! Deveria ter adivinhado sua ternura por trás de suas pobres astúcias. As flores são tão contraditórias. Mas eu era muito jovem para saber amá-la”

” – Você julgará a si mesmo então – respondeu-lhe o rei – É o mais difícil. É muito mais difícil julgar a si mesmo que julgar outrem. Se você conseguir julgar-se bem, então você é um verdadeiro sábio”

” – Apenas conhecemos as coisas que cativamos – disse a raposa – Os homens não têm mais tempo para conhecer nada. Eles compram coisas já prontas nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se você quer ser meu amigo, cative-me!”pequeno principe

” Eis o meu segredo. Ele é muito simples: só vemos bem com o coração. O essencial
é invisível aos olhos.”

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Incrível não é? Sentiu vontade ler? Já leu e quer me contar sua opinião? Gente, comenta! Eu adoro falar sobre livros rs

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Qualquer outro lugar, A.G Howard

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    Autor: A.G Howard – Editora: Novo Conceito Ano: 2016 – Páginas: 416

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Alyssa está tentando entrar novamente no País das Maravilhas. Os portais para o reino se fecharam, não sem antes levarem sua mãe. Jeb e Morfeu estão presos em Qualquer Outro Lugar, reino em que intraterrenos expulsos do País das Maravilhas estão vivendo.
Para resgatá-los, ela precisa recorrer à ajuda de seu pai. Juntos, eles iniciam uma missão quase impossível para tentar resgatar entes queridos, restaurar o equilíbrio dos reinos e o lugar dela como Rainha.
Alyssa precisa lutar não só com a Rainha Vermelha, um espírito malicioso que tem a intenção de refazer o País das Maravilhas à própria imagem, mas também reconstruir seu relacionamento com Jeb, o mortal que ela ama, e Morfeu, o ser fantástico que também reivindica seu coração.
E, se todos tiverem sucesso e saírem vivos, eles poderão finalmente ter o felizes para sempre .

” A toca do coelho, o portal para o reino interior, foi destruída por mim. E agora Qualquer outro lugar é a única porta de entrada.”

E finalmente a novo conceito liberou o último livro da saga! Todos ansiosos? Todos muito ansiosos! Morfeu ou Jeb? Quem a Alyssa vai escolher?

” – Eu amo você – eu sussuro, porque ele tem o direito de saber a verdade antes que eu o mate.”

O último livro começa como terminou o segundo, com a Alyssa e o pai indo para o País das Maravilhas. Muitas questões são esclarecidas e é tanta informação que eu fiquei confusa. Juro, não consegui entender muita coisa não hahah…mas isso é um problema meu mesmo, porque desde o primeiro livro eu tive dificuldade de imaginar o cenário, as roupas…O problema é que dessa vez eu não entendi a trama, eu só li e me deixei levar, sem pensar ou raciocinar.

Bom, como lembramos a Alyssa fechou a toca do coelho e agora ninguém consegue entrar ou sair do País das Maravilhas. A mãe de Alyssa, Jeb e Morfeu estão presos lá e o País das Maravilhas está correndo perigo porque a Rainha Vermelha e a Rainha de Copas estão com planos maléficos para repaginar o País e possuir o corpo de Alyssa. Novos parentes entram na trama, pessoas comuns ficam com poderes incríveis, até Lewis Carrol aparece na história! Ah e claro, temos romance, muito romance! Tanto com Jeb quanto com Morfeu, porque a Alyssa não perde tempo hahaha

” A metade intraterrena de meu coração se expande para se libertar das emoções humanas nele enredadas. Não haverá trégua até eu encontrar meus amados e consertar as coisas no País das Maravilhas”

” Quando eu encontrar a Rainha Vermelha, ela vai implorar para que eu só corte sua cabeça.”

Eu nunca gostei do Morfeu e nesse último livro não seria diferente. Cara arrogante, mentiroso, manipulador…sério, não consigo entender como tem leitor que defende ele. Eu fiquei ansiosa pelo momento em que a Alyssa daria uma surra nele ou mandasse ele embora de vez…Não gostei do desfecho com o Jeb também. E a Alyssa..ai, ai..eu sempre impliquei com ela porque a achava muito fraquinha, não tem personalidade ou opinião própria. E nesse livro ela continuou assim, só foi tomar as rédeas no final do livro. Mulher, você é a RAINHA do País das Maravilhas, põe ordem, mostra quem manda!

” – Finalmente eu tenho um segredo só meu. Não é tão divertido ficar do outro lado, heim?
– Pelo contrário minha Rainha. Não consigo imaginar nada mais delicioso do que despi-la de suas defesas, camada por camada, e desnudar seu precioso…segredo.”

Mas mesmo reclamando eu gostei da saga. Essa história sempre foi a minha preferida e ler outras versões é sempre divertido! Só um tipo de leitor vai gostar do final e tudo depende pra quem você torce: Morfeu ou Jeb.

Contem aqui a opinião de vocês. 

” – Minha preciosa Alyssa, compartilhe a realidade comigo. Dê-me a eternidade. Juntos causaremos os mais belos estragos.”

” – Justo? Todo esse tempo ele esteve com você nas horas em que estava acordada. Eu só a tinha durante seus sonhos. Quero você na realidade. Já esperei pelo que parecem ser mil anos. É hora da nossa eternidade começar.”

Ah e não acabou não! Ainda tem um quarto livro! Simmmmm! É aquele com a Alyssa vestida de noiva e com o título em inglês ‘ Untamed”. Sem previsão de lançamento aqui viu gente.  Mas ele é bem parecido com o livro ‘ A mariposa no espelho”, não é uma continuação, é uma versão estendida sobre o futuro da Alyssa. E pra terminar, fiquem com essas fan art que são lindas e merecem aplausos…os fãs são ótimos né! Só acho que faltou ilustração do Jeb 😦 

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

 

Resenha: O jogo da mentira, Sara Shepard

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   Autor: Sara Shepard – Editora: Rocco                  Ano: 2013 – Páginas: 296

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

O jogo vai começar. Primeiro volume da nova série da autora de Pretty Little Liars, que ficou mais de 50 semanas no ranking do The New York Times e vendeu mais de cinco milhões de exemplares, O Jogo da mentira acompanha a história de duas gêmeas separadas ao nascer e unidas por um misterioso assassino. Com uma trama ainda mais intrincada e sombria, que tem início quando Emma resolve trocar de lugar com a irmã, a série repete a trajetória de sucesso de PLL, com um enredo repleto de suspense, intrigas e reviravoltas de tirar o fôlego, e uma bem-sucedida adaptação para a TV.

 

“Não me admira que Emma não consiga me ver. Não me admira que eu não aparecesse no espelho. Eu não estava ali. Eu estava morta!”

Já imaginou acordar sem memória em uma banheira e ver a si própria entrando pela porta, agindo como uma pessoa que você sabe que não é você?!  E o pior de tudo é descobrir que além dessa confusão, ninguém parece ver você por um simples e único motivo: Você está morta e agora é um fantasma! É exatamente isso que acontece com Sutton Mercer.

Beleza, antes de continuar me sinto na obrigação de avisar a você caro leitor que esse é o primeiro livro de seis e somente quatro chegaram a ser traduzidos para o português. Não porque os outros ainda não foram lançados, mas porque a série não fez tanto sucesso quanto a coleção Pretty Littles Liars.

saga-o-jogo-da-mentira

coleção completa

Mas continuando…

Sutton, depois de “acordar” morta em forma de fantasma, descobre que tem uma irmã gêmea que foi abandonada por sua mãe e não teve a sorte de ser adotada.

Emma Paxton, que sempre sonhou em ter uma família, descobre por um meio um tanto peculiar que tem uma irmã gêmea rica e marca um encontro com ela. Mas, o que era para ser um reencontro familiar se torna um pesadelo quando uma mensagem anônima chega as mãos de Emma dizendo que Sutton está morta e que se ela não se colocasse no lugar da irmã, acabaria perdendo a vida.

Sem saída, Emma decide se passar por Sutton, mesmo sem conhecer os hábitos da irmã e descobre que mais de uma pessoa (tipo toda sua família e amigos) são suspeitos do assassinato da irmã e que todos tem mais de mil motivos para odiar Sutton e querê-la morta!

O que mais me chamou atenção foi o fato do livro contar com dois pontos de vista dentro de um argumento (se é que você me entende): De um lado, Emma, que luta para se tornar uma Sutton tão boa quanto a original, ao mesmo tempo que tenta descobrir o assassino; E o de Sutton, que vai se redescobrindo, já que ela não se lembra de absolutamente nada de sua vida, apenas partes.

E tudo fica mais frustrante, porque Sutton não pode se comunicar com a irmã, portanto não pode contar das coisas que se lembra.

“Eu queria chorar, eu queria gritar, mas tudo que eu conseguia fazer era seguir Emma…’’

Bom, não vou continuar escrevendo, porque sou capaz de contar o livro todo, mas, se você não se importar de ler em inglês, eu super recomendo essa série. Em uma escala de 0 á 5 minha nota para esse livro é sem duvida um 5. Mas não se empolguem! As chances dos outros dois últimos livros serem traduzido é de 1 em 1 milhão. #Chateada. Mas, para vocês não dizerem que sou uma pessoa muito má por ter postado essa resenha, vou desejar um boa noite no estilo Sutton:

“Bons sonhos minha irmã gêmea há muito perdida. Eu a verei pela manhã…Ainda que você não me veja!”

assinatura leticia

Resenha: A rebelde do deserto, Alwyn Hamilton

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Autor: Alwyn Hamilton – Editora: Seguinte                   Ano: 2016 – Páginas: 288

Classificação 3.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

O deserto de Miraji é governado por mortais, mas criaturas míticas rondam as áreas mais selvagens e remotas, e há boatos de que, em algum lugar, os djinnis ainda praticam magia. De toda maneira, para os humanos o deserto é um lugar impiedoso, principalmente se você é pobre, órfão ou mulher.

Amani Al’Hiza é as três coisas. Apesar de ser uma atiradora talentosa, dona de uma mira perfeita, ela não consegue escapar da Vila da Poeira, uma cidadezinha isolada que lhe oferece como futuro um casamento forçado e a vida submissa que virá depois dele.

Para Amani, ir embora dali é mais do que um desejo — é uma necessidade. Mas ela nunca imaginou que fugiria galopando num cavalo mágico com o exército do sultão na sua cola, nem que um forasteiro misterioso seria responsável por lhe revelar o deserto que ela achava que conhecia e uma força que ela nem imaginava possuir.

” Aquilo doeu. Depois de quase dois meses de confiança, bastava ser uma garota para mudar tudo (p.161)”

 assinatura nova luiza

O que os leitores andam dizendo nas redes sociais #02

E como o primeiro post fez muito sucesso, aqui vai o segundo! Por que rir e se reconhecer em cada frase, faz parte da vida do leitor! 😀 

Quando você é um leitor a favor da natureza

leitores

Quando você tem um livro favorito e não conhecem ele 

leitores

A pergunta que qualquer usuário do Skoob se faz todo dia

leitores

Quando o que nos resta é apenas olhar.

leitores

Quando a gente se veste como mendigo mas tem uma estante digna de rei

leitores

Quando a nossa carta de Hogwarts chega, é impossível não compartilhar! Invejosos dirão que é falsa.

leitores

E já que não temos dinheiro pra uma Nimbus 2000, porque não construir uma? 

leitores

E é aquele negócio, qualquer hora é hora pra uma leitura.

leitores

Quando a gente entra em choque e não sabe se ri ou chora!

leitores

Quando você é a diferentona e encontra outra diferentona

leitores

Quando a gente se engana, achando que arrumar a estante leva pouco tempo

leitores

Quando um autor faz qualquer tipo de contato com a gente, não dá pra segurar a emoção 

leitores

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Muito bom né? Eu adoro postagens assim, me faz sentir normal hahaha

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

 

 

 

 

 

*Caso você seja o autor de uma das frases e não deseja ter ela divulgada, me avise que eu retiro.

Resenha: A instrução dos amantes, Inês Pedrosa

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Autor: Inês Pedrosa – Editora: Planeta                 Ano: 2006 – Páginas: 168

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

A instrução dos amantes é um romance sobre o amor. Ou melhor, é o amor o principal personagem deste livro. Há a história de Cláudia que se apaixona por Dinis no funeral de Mariana, que não se sabe como pôde ter se matado – ou teria ela caído da varanda acidentalmente? Assim como há as narrativas das aventuras da turma liderada por Ricardo Luz – o valente namorado de Cláudia -, que brinca no cemitério à noite ou rouba gasolina dos carros para alimentar as motos. Também há as outras turmas, mas há, principalmente, meninos e meninas, todos com o coração à flor da pele. E nada disso importa, pois há a pele, que junta e separa, e os beijos, os corpos, os segredos, e o sem-jeito das palavras, a submissão, as dores das traições e rejeições e, claro, as cartas ridículas. Há, enfim, o amor, tão misterioso quanto a frase resmungada pelo velho Murinelo: “Há respostas humanas para o que não é humano”.

“Filipe cultivava a maior das misoginias, que é a de compreender as mulheres. Costumava dizer que havia três variedades de Belas Adormecidas: as mais baratas eram as que não acordavam nunca; dentro da gama mais sofisticada, que acorda com um beijo, havia as que tinham um mecanismo para adormecer outra vez e as que não voltavam a adormecer, por mais que se lhes fizesse – e eram estas, evidentemente, as que saíam mais caras.”

A história desse livro gira em torno de um grupo de amigos, composto por Cláudia, que namorava Ricardo, as gêmeas Luísa e Laura, Teresa, João, Isabel, seu namorado Filipe, Radar, Linhos, Alexandra e, o irmão de Isabel, Dinis, que não fazia exatamente parte do grupo. A trama inicia-se no funeral de Mariana, amiga do grupo, que havia se matado. E a história principal surge quando, durante o funeral, Cláudia apaixona-se por Dinis.

Os personagens estão na época de escola, acredito que no Ensino Médio, e entre amizades e romances, surgem as brincadeiras. Como uma vez que vão até o cemitério, vendam um integrante do grupo e a vítima deve procurar, agarrar e nomear quem achar primeiro, sem falar com ele.

“Depois a memória acabou, caiu, despenhou-se inteira nas mãos dele, ali, na cintura dela. Fechou os olhos, desejou morrer dentro daquele peito que lhe escaldava o coração: ‘onde é que eu estou, onde é que eu começo, não sei de mim, de onde vem esta alegria que me dói tanto, se ao menos eu conseguisse parar de tremer.'”

E é através de um jogo, em que é feita uma pilha de papéis com os nomes das mulheres e dos homens, onde cada um vai dançar com a pessoa que sortear, que Cláudia aproxima-se de Dinis. Mesmo ainda estando com Ricardo, ela acaba envolvendo-se com o rapaz.

No mesmo clima de paixão da adolescência, João pede ajuda de Teresa para escrever uma carta de amor à Alexandra. Enquanto Cláudia aproxima-se de Isabel para poder ficar perto de seu amor Dinis. Elas acabam tornando-se amicíssimas de verdade. Mas será que essa amizade permanecerá mais forte que o romance com garotos?

“- A beleza, meu filho, para as raparigas, é uma coisa espiritual. Sem explicação nem medida. É por isso que é muito difícil encontrar duas raparigas com a mesma opinião sobre a beleza de um rapaz. As mulheres não são todas iguais, como os homens. Até são capazes de gostar de um monstro como tu.”

A instrução dos amantes é um livro curtinho, com enredo simples, e, apesar de ter sido escrito no português de Portugal, dá pra entender tudo. Fala de paixão, de como essa coisa arrebatadora entra em nossas vidas e nunca mais somos a mesma pessoa, fala também do amor não correspondido.

Mas, não espere muitos ensinamentos desse livro, nem um final espetacular, ele serve apenas como uma lembrança de como é a paixão juvenil. Quem nunca sofreu de “paixonite” nem comece a lê-lo. Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: O menino que desenhava monstros, Keith Donohue

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Autor: Keith Donohue – Editora: DarkSide           Ano: 2016 – Páginas: 256

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Um livro para fazer você fechar as cortinas e conferir se não há nada embaixo da cama antes de dormir. O Menino que Desenhava Monstros ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.

Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar.

Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais.

Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas.

” Ultimamente, os monstros vinham persegui-lo dentro dos sonhos. Eles pousavam a mão em seus ombros. Sussurravam em seus ouvidos enquanto ele dormia…”

Eu pensei muito se faria uma resenha desse livro, porque sabia que ia ser difícil. Um coisa é certa, a capa e a sinopse promete mais que a história.  O problema maior é a expectativa que a gente cria ao ler e ver coisas que não condizem com o livro…

O menino que desenhava monstros é realmente um thriller psicológico que mistura realidade e fantasia. Você passa a leitura tenso, sem entender se tudo é imaginação ou se realmente tem um monstro, ou melhor, monstros rondando a família de Jack. Outros elementos integram na história para confundir mais o leitor, como a história trágica do naufrágio de Porthleven e uma senhora japonesa que acredita em espíritos.

Jack Peter, o protagonista da história é um menino de dez anos com síndrome de asperger, um tipo de autismo, e agorafobia, medo de lugares abertos. Sempre que a família precisa sair de casa com ele, e isso acontece apenas em ocasiões realmente necessários, como a ida ao médico, o momento se transforma em um inferno. Precisam usar a força e enrolar ele no cobertor.. Mesmo sabendo que ele tem problemas de saúde que dificultam sua socialização, eu não simpatizei com ele desdo o inicio da leitura. Praticamente em todos os momentos eu fiquei com raiva dele…e terminei o livro com raiva dele também.

O pais de Jack , Tim e Holly , recentemente vem discordando muito na criação de Jack. Tim cuida do filho em tempo integral e a mãe trabalha fora como advogada. Ela começa a perceber que o comportamento do filho está mais estranho que o normal e mesmo alertando Tim, ele demora a acreditar. 

” – Podíamos acender a luz – disse Tim
– Ficou maluco? E deixar que o que quer que esteja lá fora nos veja?
– Não há nada lá fora. É um vendaval. Uma frente fria se deslocando.
– Como poderia ser o vento? O vento por acaso mexe em maçanetas? O vento dá batidinhas nas janelas da cozinha? Alguma coisa está tentando entrar, Tim. Eu escuto isso o tempo todo.”

” – Desculpe…achei que estava vindo para me pegar.
–  Eu estava indo pegar você, para acordar você.
– Não. Pensei que tinha um monstro embaixo da minha cama.”

A história conta com muitos problemas de relacionamentos. De Jack com a mãe, dos pais, da amizade de Jack com Nick…e como cereja do bolo: com monstros rondando a casa. Ah e a história enrola também viu. Acho que o autor quis criar um clima de suspense forte e isso acabou se estendendo mais que o necessário. E não senti medo nenhum.

” – Porque está tão frio aqui?, perguntou.
Jip parou de murmurar e se inclinou para frente, batendo com o dedo no vidro. ” É ele. Está tentando entrar.”
– Ele quem?
– O homem, o monstro. – ele falava de maneira tranquila, o olhar fixo no rosto do pai- Você não entende?”

Essa resenha é como a de caixa de pássaros, não tem como falar muito se não o suspense vai pro ralo. E dá vontade de falar sobre ele porque tem muitas particularidades interessantes.

E a DarkSide mais uma vez está de parabéns, a capa dura com relevo me deixou apaixonada. Ah e olha que legal, no fim do livro tem umas páginas em branco para o leitor desenhar seus monstros. Eu desenhei os meus, olha só:

o menino que desenhava monstros

hahahhaha

E fico aqui aguardando o comentário de vocês.

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

 

Resenha: A garota do calendário [ Janeiro], Audrey Carlan 🔞

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          Autor: Audrey Carlan – Editora: Verus                 Ano: 2016 – Páginas: 144

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Ela precisava de dinheiro. E nem sabia que gostava tanto de sexo. O fenômeno editorial do ano e best-seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal
Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato.
A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil.
Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser…
Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele.

” Você vai ser enviada para onde o homem estiver e ser tudo o que ele precisa durante um mês. Mas eu não vendo sexo. Se você dormir com eles, vai ser uma decisão sua.”

Eu nunca fui fã de livros eróticos ou new adult, o mais perto que cheguei desse gênero foi lendo cinquenta tons de cinza…mas cinquenta tons não é NADA perto desse livro aí viu! Só de lembrar da história eu já fico rindo, porque é muita safadeza! hahaha

Esse é o primeiro livro da coleção ” A garota do calendário”, toda a saga é composta por doze livros, cada uma representa um mês e um homem programa diferente. Os livros são pequenos, no máximo 150 páginas e, posso dizer pelo mês de Janeiro que a história flui rapidamente de forma muito cativante, divertida e erótica.

Em Janeiro conhecemos a protagonista Mia, uma jovem de vinte e cinco anos que sonha em ser atriz. Ela trabalha em Vegas como garçonete e cuida da irmã e do pai. Pai esse que está em coma por causa de uma dívida com um agiota e caso Mia não pague, ela e a irmã são as próximas a sofrerem as consequências. Mas como conseguir um milhão de dólares trabalhando como garçonete? Sem condições.

E ai entra a tia Millie, parente da Mia e proprietária do Exquisite Acompanhantes de Luxo. Ela oferece uma solução: trabalhar como acompanhante por um ano. Não é se tornar uma prostituta, mas sim acompanhante. Mia não é obrigada a ter relações sexuais com os clientes e se quiser vai ser por opção dela. É claro que ela ganha um extra se isso acontece, mas ninguém obriga 😎.

” O que eu quero dizer é que, se você pegar o trabalho de acompanhante, só vai precisar estar sempre bonita e transar muito. Você não fica com ninguém há meses. Poderia muito bem aproveitar a chance, né?”

” Eu morava em Los Angeles havia seis meses e nunca tinha ido a um jantar elegante durante esse tempo. Isso me fez pensar em como minha vida amorosa era triste. Pelo menos com esse trabalho, comecei a experimentar as coisas a vida.”

Como ela precisa levantar uma grana alta em um ano ( questão de vida ou morte), sua tia coloca ela como acompanhante mensal, ela ficará 24 dias com o cliente, acompanhando ele em festas e eventos, sendo a mulher troféu.

O primeiro cliente é Wes, um jovem roteirista e aquele homem que toda mulher quer: forte, lindo, rico, bem sucedido, romântico sem exageros, atencioso e muito bom de cama. Sério, muito bom mesmo…tem muitas cenas para comprovar…muitas! 🔥 Mia fez muito esforço para não se apaixonar por ele. E olha que eu fiquei apaixonada e torci muito pra história tomar um rumo diferente. Nossa eu espero que em Dezembro a Mia fique com ele. O relacionamento deles basicamente se resume a festas e sexo. Assim, não tem muito o que contar.

” Parecia um trabalho de verdade, como se eu fosse a assistente pessoal de Wes e não uma prostituta. Tecnicamente eu não era uma prostituta, embora tivesse tido contato sexual com ele no primeiro encontro. Mas isso foi porque eu estava com tesão e ele é muito gostoso.”

Eu achei a história muito parecida com o filme ” Um linda mulher”, sabe aquilo de encontrar o cara perfeito, tudo acontecer bem rápido, muita roupa de grife, quase um conto de fadas? Então, é a mesma coisa, a diferença é que esse livro tem muita sacanagem. 

E sobre a continuação, vi uns comentários que a história do mês de Fevereiro é bem ruim, bem fraquinha, acho que vou pular para Março…que dizer, a Tábata vai ler esse e a Luiza de Abril, porque quando eu contei que estava lendo foi uma tiração de sarro sem fim hahaha

Ah e preparem-se para emoções também! Nem todos os livros serão apenas pegação, a Mia terá momentos de aprendizado, sobre o que é amor, amizade e família. Mas sinceramente, não é isso que o povo quer né 🔥🔥🔥

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Coleção completa. Morra de inveja desses vestidos.

Se vocês procuram um livro parar matar o tempo, encontraram! Eu vou ler os seguintes sim e se reclamar eu faço resenha dos doze livros hahaha

Até a próxima! 

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

 

Entrevista com o autor: Ronnyel Sanpe

Oi lindezas!

Um tempo atrás eu postei a resenha do livro ” Atlântica: o enigma perdido de Flystwick“, e hoje para fechar com chave de ouro, tem entrevista com o autor. Confere aí!

 – Da onde surgiu a ideia de escrever sobre Atlântida?
   Sempre gostei muito da lenda sobre Atlântida. Então, foi muito fácil escolher o cenário das aventuras dos quatro amigos. A partir disso, construir o meu livro sobre algo que na minha visão era magnifico, foi bem prazeroso.

– Como foi o processo de criação do livro? E principalmente, escrever um enigma! Eu não consigo adivinhar, muito menos escrever um rs
Na verdade, quando comecei a escrever o livro, não tinha ideia de como seria o encadeamento da história. Sabia apenas que haveria um enigma e 4 amigos. No entanto, quanto mais eu escrevia, mais o desenrolar da trama ia se tornando claro na minha cabeça. Foi assim que surgiu Atlântida ( o nome inicial do livro não era esse). Já em relação ao enigma, não sei dizer. Passei dias tentando escrever algo bom e desafiador, mas sempre acabava descartando os já criados. Até que o atual surgiu na minha mente e fui apenas aperfeiçoando-o.ATLÂNTIDA O ENIGMA PERDIDO DE FLYSTWICK

– E o nome do personagem que causou todo o rebuliço, Flystwick, como você imaginou esse nome?
  Não tenho ideia. Ele foi a primeira personagem a ganhar nome, contudo não lembro exatamente de onde surgiu.

– Os quatro amigos da história são inspirados em pessoas reais?
 Essa pergunta é legal…

Sabe, sempre me voltei para algumas pessoas para criar minhas personagens, tanto de forma física quanto psíquica. Porém, não posso afirmar que tenha alguma personagem que é inteiramente uma pessoa só, mas sim um compilado de características ,conhecidas por mim, vistas em outros indivíduos do meu convívio.

– Eu gostei muito das descrições que você faz sobre o nordeste do Brasil, inclusive se tornou uma aula de geografia e história para mim. E me convenceu que o Brasil pode ser um lugar de grandes aventuras. Você cogitou escrever a história em outro País?   
  Não, não cogitei. Sempre enalteci bastante nossas riquezas e percebi que a história de Atlântida, se bem trabalhada, poderia casar formidavelmente com algumas lendas brasileiras. Logo, cada local foi bem pensado para que tudo saísse o mais próximo da realidade, no que diz respeito às características históricas.

– Quanto tempo levou para escrever a história e sentir pronto para publicar?
 1 ano. Senti que estava pronta para ser publicada apenas 2 anos depois de terminada.

– Podemos esperar por uma continuação?
 Nunca se sabe. A lenda de Atlântida continua nas nossas vidas e em nossa imaginação, quem sabe possa continuar nos meus livros também.

– Quais autores ou histórias são suas inspirações?
Creio que um autor que me inspira é Aluísio Azevedo. Mas história, com certeza, Harry Potter.

– Você sempre gostou de ler e escrever? Recebeu apoio quando decidiu se aventurar como escritor?
 Sim, sempre gostei muito de ler e escrever. O nome do primeiro livro que iniciei foi “Melhem Adas “, mas nunca o terminei (Descobri depois que esse é o nome de um geógrafo brasileiro).

– Quais dicas você daria para alguém que quer  escrever um livro?
Primeiramente, ler bastante e ir escrevendo aos poucos. A história muitas vezes está ótima para você, mas não para o leitor. Vá fazendo um encadeamento de ideias e construindo uma história plausível e interessante. Creio que esses são os três pilares para que um livro possa sair do papel.

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A resenha do livro vocês podem ler –> aqui <-

Tem perguntas para o Ronnyel? Deixa aqui nos comentários, eu aviso ele 😉

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!