C.L #29 – O que são livros de distopia?

Um dos meu gêneros literários favoritos é a tal da distopia. Até um tempo atrás eu não conhecia esse termo e encaixava ele na ficção. Mas aí você diz ” Ana, é a mesma coisa!”. E ai eu digo ” não é não, amadinho”. 

E o post de hoje é sobre isso: o que são livros de distopia?

Para quem não conhece, aqui está a oportunidade de aprender. Para quem já conhece, aqui está a oportunidade de falar que eu escrevi besteira hahaha

Vamos lá!

distopia

Primeiro, vou colocar uma lista de livros que se encaixam no gênero, vocês vão entender logo de cara: 

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Delírio-Capa

CAPA-Sob-o-Céu-do-Nunca

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Pode colocar na lista também, Jogos Vorazes, Legend, Startes e Mazze Runner. Ah os oitos primeiros livros indicados tem resenha no blog, é só clicar na capa!

Na distopia encontramos uma sociedade que vive oprimida, em total desigualdade, tem medo do governo, são exploradas e vivem em meio a ignorância e falta de informação. Ela pode se passar no futuro  ou no passado, mas grande parte das histórias se passa no futuro e/ou conta que no passado houve uma guerra ou um levante, alguma coisa do tipo e desde então o sistema mudou.

Nesse gênero dificilmente a personagem principal será fraca, é por isso que eu adoro esse gênero literário. A personagem sempre vai á luta para conquistar o que ela deseja, e muitas das vezes as consequências não são nada boas. As personagens de distopia possuem caráter forte, e uma personalidade definida – ou que vai se definindo cada vez mais através da narração. Normalmente são mulheres, uhul, e  estão na adolescência, entre 14 a 18 anos.

É possível ver que alguns desses acontecimentos são reais, que nós vivemos algumas das situações descritas, mas é retratado de forma exagerada nos livros.

Por exemplo, as manifestações em São Paulo. Na saga ” Reiniciados”, tudo começou com manifestações que saiam do controle e a cidade ficava destruída. Para acabar com isso o governo criou uma lei para reiniciar o cérebro de adolescentes que eram pegos causando a desordem. Ao invês de prender, eles apagavam a memória, davam uma segunda chance e o individuo era monitorado 24 horas por dia. E se escorregar nas leis, daí colega, adiós. Faca na caveira.

Outro exemplo é na saga ” Silo”. Os países não entravam em acordo e uma guerra estava prestes a começar. Um país cria uma arma biológica letal para destruir os Estados Unidos. O governo americano para não sair perdendo, constrói abrigos subterrâneos, seleciona pessoas para viverem nesses abrigos e destrói o mundo todo com uma arma biológica mais poderosa. Pronto. Agora quem quiser viver deverá seguir as regras do abrigo.

Até hoje fico pensando no que seria de mim se houvesse um governo opressor (ou até mesmo um ataque zumbi).

Resumindo, para identificar uma distopia basta verificar se:

  • Existe um governo opressor.
  • Existe um personagem principal adolescente de personalidade forte.
  • Existe diferenças sociais gritantes e
  • Violência generalizada.

É isso pessoal, espero que tenha ajudado!

Esqueci de citar algo? Comenta aqui!

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana

Resenha: A garota no trem, Paula Hawkins

a garota no trem

Autor: Paula Hawkins     Editora: Record      Páginas: 378  Ano: 2015

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse: 

A trama, que gira em torno do desaparecimento de uma jovem mulher, com três narradoras femininas duvidosas, conquistou fãs como o mestre do mistério Stephen King, que publicou em sua conta do Twitter que o “excelente suspense” o manteve acordado a noite inteira: “a narradora alcoólatra é mortalmente perfeita”. O livro segue uma linha de recentes sucessos literários de uma nova geração de autoras que vem redefinindo as convenções do gênero policial, com personagens femininos complexos que fogem do estereótipo de vítimas ou megeras, e tramas que criam suspense a partir de evoluções psicológicas sutis e dinâmicas ardilosas do casamento e relacionamentos.

Em menos de um mês, o livro – que vem sendo comparado pela crítica a uma mistura de Garota exemplar e Janela indiscreta – ultrapassou a impressionante marca de 500 mil exemplares vendidos e alcançou o primeiro lugar nas listas de mais vendidos em todos os países em que foi publicado (Reino Unido, Irlanda, EUA e Canadá) desde seu lançamento em janeiro. Com os direitos vendidos para 37 países e uma adaptação para o cinema em andamento pela Dreamworks.

“Uma para tristeza, duas para alegria, três para menina. Três para menina. Fico empacada nas três. Não consigo passar disso. Minha cabeça está repleta de sons, minha boca, repleta de sangue. Três para menina. Posso ouvir as aves, as pega-rabudas – estão rindo, debochando de mim, um crocitar estridente. Um bando. Mau agouro. Posso vê-las agora, negras contra o sol. Não as aves, outra coisa. Alguém está vindo. Alguém está falando comigo. Veja só. Veja só o que você me obrigou a fazer.”

Quando você abre a primeira página do livro se depara com o final – a partir daí o leitor vai descobrir o que levou até aquele desfecho – e só então nos são apresentados os personagens.

Rachel viaja todos os dias de trem para ir e voltar do trabalho, ela é divorciada e mora com uma amiga, Cathy. Seu ex-marido, Tom, atualmente está casado com a mulher que fora sua amante, Anna. Agora eles moram na casa que já pertenceu à Rachel, por onde ela passa todos os dias de trem. Eles tem uma filha, uma linda família, para a tristeza de Rachel. Mas Anna não se importa, está feliz com sua vida, só poderia ser mais feliz se a ex-mulher parasse de infernizar a vida deles.

“Nunca entendi como as pessoas podem neglicenciar com tanta frieza os danos que causam ao seguir o que manda o coração. Quem foi que disse que fazer o que manda o coração é uma coisa boa? É puro egocentrismo, um egoísmo de querer ter tudo.”

Em suas viagens, Rachel gosta de observar a vida de um casal que mora próximo à sua antiga casa. Todo dia, de dentro do trem, vê um pedacinho da vida deles e o que não vê, preenche com a imaginação, um casal perfeito, que no passado ela formou com Tom, a quem ela nomeia de Jess e Jason.

Na realidade, eles são Megan e Scott. Megan é dona de um passado difícil, com muitas perdas, trabalhava em uma galeria de arte, mas depois que o negócio fechou as portas, ela ficou sem rumo, então permanece entediada em casa,  sai apenas para ir à aula de pilates e sua consulta com seu psicanalista Kamal.

Um dia Rachel vê pela janela do trem que Megan está na varanda com um homem, mas esse homem não é Scott, ela vê quando eles se beijam e fica indignada por o casal perfeito existir só na sua imaginação.

No dia seguinte, Rachel resolve que deve contar à Scott o que viu. E é com essa loucura e todos os seus problemas alcoólicos que ela embarca no trem. Então, vem um apagão, ela acorda em seu quarto e não se lembra de nada do que aconteceu.

“Eu me sinto assustada e confusa. Alguém está tentando me bater. Posso ver o punho vindo e me agacho, as mãos para o alto tentando proteger a cabeça. Já não estou no trem, mas na rua. Ouço gargalhadas de novo, ou gritos. Estou na escada, estou na calçada, é tudo tão confuso, meu coração bate acelerado.”

Em uma notícia da internet ela vê a foto de Megan e a manchete “Moradora de Witney Desaparecida”. Rachel fica obcecada em saber o que aconteceu, ainda mais porque foi na noite em que ela teve o apagão. Começa sua busca para tentar desvendar o mistério e ela vai a cada lembrança chegando mais perto da verdade.

“A garota no trem” é um thriller psicológico. Fui me envolvendo na história aos poucos, e ia de um suspeito a outro tentando descobrir o que aconteceu, até que, quase no final, a autora revela um detalhe que era a peça chave que faltava. Foi escrito em primeira pessoa, como se fosse um diário das três mulheres envolvidas na trama, Rachel, Megan e Anna.

É um livro para quem é curioso devorar. Mas não posso revelar mais detalhes, quem quiser saber o que acontece vai ter que ler. Me contem depois o que acharam! Ah, o filme será lançado em novembro desse ano.

Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: Quando você voltar, Kristin Hannah

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Autor: Kristin Hannah    Editora :Arqueiro        Ano: 2013        Páginas: 338

Classificação 5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Como tantos casais, Michael e Jolene não resistiram às pressões do dia a dia e agora estão vendo seu relacionamento de doze anos desmoronar. Alheio à vida familiar, Michael está sempre mergulhado no trabalho, não dá atenção às duas filhas e não faz a mínima questão de apoiar a carreira militar da esposa. Então Jolene é convocada para a guerra.  Ela sabe que tem um dever a cumprir e, mesmo angustiada por se afastar de casa, deixa para o marido a missão de cuidar das meninas e segue para o Iraque. Essa experiência mudará para sempre a vida de toda a família, de uma forma que ninguém poderia prever.  No front, Jolene depara com a dura realidade e precisa, mais do que nunca, recorrer à sua força e inteligência para se tornar uma heroína em meio ao caos. Em suas mensagens para casa, ela retrata um mundo cor-de-rosa, minimizando os horrores que vivencia com o objetivo de proteger todos do sofrimento. Mas toda guerra tem um preço, e ela acaba se vendo protagonista de uma tragédia. Agora Michael precisa encarar seus medos mais profundos e travar uma batalha em nome da família.

“Jolene permaneceu parada até que alguém buzinasse. Sentia a dor da filha com intensidade. Se havia algo de que entendia era rejeição. Não passava a vida esperando que seus pais a amassem? Ela tinha que ensinar Betsy a ser forte, a escolher a felicidade. Ninguém consegue nos magoar se não permitimos. A melhor defesa é o ataque.”

Jolene é uma mulher que possui várias identidades, amiga, esposa, mãe e piloto de helicóptero. Uma mulher que teve uma infância difícil e aos 41 anos faz de tudo para ter uma família feliz e tem sempre uma atitude positiva na vida.

Vida essa que gira em torno de cuidar das duas filhas – Lulu, de 4 anos e Betsy, de 12 anos – e ser tenente do exército dos EUA. Jolene é casada com Michael, um advogado que não apoia seu trabalho como militar. Após a morte do pai de Michael, o casamento começa a enfrentar uma crise.

Então acontece algo que irá mudar a vida de todos: Jolene é convocada para a guerra, e terá que partir para o Iraque por uma ano junto com sua melhor amiga, e também piloto de helicóptero, Tami.

No Iraque, dia após dia, Jolene segue trabalhando naquela realidade horrível, se perguntando se irá ver sua família novamente. Michael cuida das filhas em Seattle, ao mesmo tempo em que defende um fuzileiro naval acusado de matar a esposa após retornar da guerra. Essa experiência de Michael o faz enxergar o quanto estar no front da guerra, em meio à violência, perda e tristeza, pode mudar alguém. Será que Jolene voltaria? E se voltasse, o que poderia ter mudado nela?

“… foi combater o terrorismo no Iraque, onde viu alguns dos piores episódios da guerra. Todo dia via amigos serem mortos ou mutilados; todo dia se perguntava se o próximo passo que daria seria o último. Viu crianças e mulheres sorrirem para ele e, em seguida, explodirem. Recolheu partes do corpo de seu melhor amigo depois que uma bomba na beira da estrada despedaçou o jovem… Até pouco tempo atrás eu não sabia o que isso significava, mas deveria, pois a minha mulher também é militar. Eu a vi partir para a guerra sem ter a menor noção da dimensão de tudo aquilo.”

Escolhi “Quando você voltar” em meio a tantos outros porque nunca havia lido um livro com um personagem militar, e o fato de ser a história de uma soldado me despertou interesse.

É uma delícia de leitura, uma história de amor entre companheiros de vida, entre mãe e filhas, amor entre amigas e amor pela profissão.

“-Eu amo você. Até a lua, ida e volta.”

Depois de metade do livro não conseguia mais parar de ler. Quando pensava “ah, agora acabou, esse vai ser o fim” era surpreendida com um evento novo.

É lógico que não vou contar o fim, e para os curiosos eu super indico a leitura!

Beijocas!

assinatura nova tábata

Resenha: Bruxos e Bruxas, James Petterson e Gabrielle Charbonnet

bruxos e bruxas

Autor: James Petterson e Gabrielle Charbonnet                                   Editora: Novo Conceito                      Páginas: 288           Ano: 2013

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Em pleno século XXI, os irmãos Allgood, With e Whisty são arrancados de sua casa no meio da noite e jogados na prisão, acusados de bruxaria. Vários outros jovens como eles foram sequestrados, presos e outros desapareceram.
Tudo isso acontece porque o mundo foi comandado por um novo governo “Nova Ordem”, que acredita que todos os menores de dezoito anos são suspeitos e que praticam bruxaria. Quem comanda a N.O é O Único Que É O Único, e seu objetivo é tirar tudo que faz parte da vida de um adolescente normal, livros, música, arte, comandar o mundo e desvendar todos os segredos da magia.
Qualquer forma de protesto contra a N.O será punida com muita rigidez e tortura, até que a pessoa possa completar dezoito anos, e assim ser condenado a morte.
A missão dos irmãos Allgood é livrar o mundo desse novo regime e resgatar seus pais desaparecidos. Mas será que eles conseguirão enfrentar a Nova Ordem, salvar todos dessa tortura e encontrar seus pais?

” – Você, Wisteria Allgood, foi considerada bruxa pela Nova Ordem! E você, Whitford Allgood, foi considerado bruxo! “

Eu ainda não consegui decidir se gostei desse livro ou não…Tem muitos pontos positivos mas tem muitos outros que são péssimos! hahaha

O contexto da história é bom sim, é um livro de distopia que envolve bruxos. Quantas distopias de bruxos vocês conhecem? Uma né? rs…Por isso o livro é interessante! São raros os autores que se aventuram nesse universo. Mas ao mesmo tempo, parece que os autores estavam de brincadeira enquanto escreviam, puxaram lá um cigarrinho pra colocar comédia na história.

A forma como o mundo reage a Nova Ordem, a forma como os irmãos são presos, condenados , descobrem os poderes e lutam para salvar os pais é muito interessante. Como todo livro de distopia a mocinha é osso duro. O irmão também não fica atrás, apesar de demorar mais para desenvolver os poderes.

” Eu não ia deixar ninguém machucar minha irmã. E não ia dar uma de bonzinho e obedecer as regras idiotas deles.”

O livro faz parte de um quarteto, todos já foram lançados no Brasil, então se você quiser se arriscar, vai conseguir ler a história completa!

livros de 6 a 9

Faço das palavras da Tábata ( na resenha Cidades de Papel)  as minhas: Se você não tem nada melhor para ler, então leia esse livro!

” No lado direito do tribunal, atrás de uma parede mais baixa, um júri nos encarava com uma cara de paisagem. Eram todos adultos, homens e aparentemente não achavam que duas crianças inocentes sendo julgadas em um jaula não era nada de mais.”

Agora passo a bola para vocês. Vão ler?

E alguém ai já leu? Conta aqui!

Até a próxima seus lindos!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana

Resenha: Convergente, Veronica Roth

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Autor: Veronica Roth      Editora: Rocco               Páginas: 528      Ano: 2013

Classificação 5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

A sociedade baseada em facções, na qual Tris Prior acreditara um dia, desmoronou – destruída pela violência e por disputas de poder, marcada pela perda e pela traição. Em Convergente, o poderoso desfecho da trilogia de Veronica Roth iniciada com Divergente e Insurgente, a jovem será posta diante de novos desafios e mais uma vez obrigada a fazer escolhas que exigem coragem, fidelidade, sacrifício e amor.

“Será que poderei ser perdoada pelo que fiz para chegar aqui?
Quero ser.
Eu posso.
Eu acredito.”

Talvez se tudo fosse diferente, o agora seria diferente. Ideologias, valores, princípios e escolhas. Esta última te transforma, destrói, mas, sobretudo, te define. As coisas perdem o controle para aqueles que ultrapassam as barreiras da grande cidade de Chicago. Não apenas ao derredor, mas irão descobrir que perderam controle sobre eles mesmos.

“Talvez não tivéssemos nos sentido tão reprimidos…
Talvez tivéssemos nos tornado pessoas diferentes…
Talvez ele pudesse ser um homem amável se este fosse um lugar diferente…”.
“O que aprendi nos últimos dias me fez sentir que não há nada neste lugar que valha a pena salvar”.

Aqui temos dois personagens narradores: Tris e Tobias. Cada capítulo é alternado entre um e outro permitindo o leitor de se envolver à narrativa em diversos cenários. Estes estão transbordando de realidades impensáveis, instigando aos personagens a pensarem em remodelar todas as coisas que acreditavam ser únicas.

“(…) ainda estou viva, mesmo que seja neste lugar estranho, onde tudo em que eu acreditava está desmoronando. Mas ainda sei de algumas coisas. Sei que não estou sozinha, que tenho amigos e que estou apaixonada. Sei de onde vim. Sei que não quero morrer, e, para mim, isso já é alguma coisa”.

Tris se mostra mais forte do que nunca. Não me refiro apenas a sua força física. Ela suportou mortes, decepções, torturas, mentiras e sacrifícios. Seu orgulho totalmente explícito nos livros anteriores finalmente se transforma em discernimento, enquanto a sensatez de Tobias parece desfalecer.

Leitor, se você quiser saber o fim desta história, meu único conselho é: seja corajoso!

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês.

Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

Sorteio: Muito Mais que 5inco Minutos!

sorteio kéfera

E para alegria geral dos fãs e dos haters, vai ter sorteio do livro da Kéfera! 

Mas como faz para participar? É bem fácil!

1° Curtir nossa página no -> face e seguir no – > insta!

2° Compartilhar o post lá no face!

3° Clicar em -> ‘quero participar‘!

Pronto! Simples demais!

Agora vamos para as regras! Pelo amor, leiam isso aqui direitinho heim!

Regulamentos:

– A promoção começa dia 09/11 as 11 horas e o sorteio será dia 16/11 as 21 horas.

– O resultado será postado no dia do término em até uma hora após o mesmo. 

– É imprescindível que o participante cumpra todos os requisitos do sorteio.

– O livro será enviado pelo correio. Caso o ganhador more na cidade de São Paulo,
poderá escolher se prefere a retirada do prêmio ou envio pelo correio.

– Não será validado como ganhador qualquer perfil Fake do Facebook ou perfis criados visivelmente apenas para participar de promoções.

– Serão anulados os perfis com fotos e comentários preconceituosos ou com conteúdo obsceno, xingamentos, violentos e/ou considerados de mau gosto. 

– Os participantes concordam com a utilização de suas fotos, nomes, imagens, depoimentos e fotos de seus avatares para divulgação e resultados da promoção, sem qualquer ônus adicional para as promotoras e seus patrocinadores. 

– Cada participante só poderá concorrer uma única vez ao sorteio.

– O sorteado terá um prazo de 72 horas para enviar seu endereço, caso contrário o sorteio será anulado e realizado outra vez entre os participantes, seguindo o mesmo
regulamento.

BOA SORTE!!

assinatura nova ana

Resenha: Formaturas Infernais

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Autor: Diversos             Editora: Galera Record Páginas: 320               Ano: 2009

Classificação 2 ⭐️ 🚍

Á venda l Submarino l Americanas

Sinopse:

Nessa emocionante coleção de contos de terror, as autoras bestseller Meg Cabot (O Diário da Princesa), Stephenie Meyer (Twilight), Kim Harrison, Michele Faffe e Lauren Myracle se reuniram para mostrar que a formatura pode ser um evento muito mais aterrorizante do que se pensa. Problemas no guarda-roupa e um par que dança mal não são nada comparados a descobrir que vocês está dançando com a Morte – e que ela não está aqui para elogiar seu vestido.
De problemas com vampiros até uma batalha entre anjos e demônios, estas cinco histórias vão divertir mais do que qualquer DJ em um terno brega. Nada de limusine ou vestido de gala: só uma grande dose de assustadora diversão.

” Fiquei atenta para ouvir melhor.
Sim, um barulho a poucos metros da porta. Um barulho que era claramente de algo não humano.”

Formaturas Infernais é o primeiro livro da coleção de contos infernais a ser lançado no Brasil pela editora Record. Os demais são: Beijos Infernais (2011), Amores Infernais (2011) e Férias Infernais (2015), todos também lançados pela editora Record. Ele é constituído de 5 contos muito bem elaborados por cinco escritoras distintas. Segue abaixo a mesma ordem de aparição no livro:

1. A Filha da Esterminadora, Meg Cabot (A Mediadora, O Diário da Princesa);

2. O Buquê, Lauren Myracle (Deixe a Neve Cair);

3. Madison Avery e a Morte, Kim Harrison (Danças Malditas, Uma Bruxa em Apuros);

4. Salada Mista, Michele Jaffe; (Bad Kitty);

5. Inferno na Terra, Stephenie Meyer (Crepúsculo, A Hospedeira);

Todas as autoras, com suas diferentes maneiras de escrever, dá ao exemplar uma personalidade alternada única e interessante. O conto que eu mais gostei foi o que tinha menos páginas. Não estou desmerecendo os outros, pois todos têm predileções diferenciadas.

Gostaria de, antes de terminar, salientar o não cumprimento certeiro do gênero. Encontramos, claro, muitos estereótipos vampirescos, apocalípticos e sobrenaturais. Como o título soa forte, pensei em destacar esse fato.

Não seria pertinente falar sobre cada uma das cinco histórias. Elas são pequenas e podem ser facilmente lidas em alguns minutos. O conto é uma obra abreviada que se estende em conflitos concisos.

Qual conto que vocês mais gostaram ou qual título dentre os cinco te despertou mais expectativas?

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês.

Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

Bombou em Outubro!

Oi lindos, lindas e pessoas normais!

Novembro começando e me fazendo feliz por dois motivos: finalmente 2015 está acabando e o 13° tá pra chegar! Mas antes dessas benças acontecerem, vamos conferir o top 5 do que bombou aqui em Outubro! Para ler é só clicar na imagem!

1° Especial Halloween: Os personagens mais assustadores

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2° Curiosidades Literárias 15: Livros para chorar!

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3° Dicas de livros para presentear

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4° Grandes Escritores da Era Vitoriana

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5° Resenha Caixa de Pássaros, Josh Malerman 

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Bem variado esse mês né?

Ah e só para avisá-los, esse mês tem sorteio! Fiquem ligados!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana

Como surgiu o Halloween?

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E hoje 31/10 é dia de festa para azamigas! É o dias das bruxas! Beijos!

Apesar de ser uma tradição fortemente americana, aos poucos está sendo inserida no Brasil. Eu concordo? Não. Mas é legal? É simmmmm.

Todos nós conhecemos o halloween por desenhos, filmes, séries…e querendo ou não, acabamos nos aproximando. Mas, você sabe como surgiu? Por que surgiu? Da onde vem? O que comem? Como se reproduzem? Sexta- feira no…tá parei.

A tradição é originária da Irlanda, esse País lindo com gente linda, que ao imigrarem para os Estados Unidos no século XIX , levaram essa tradição para amenizar a saudade de casa e a América gostou tanto, mas tanto, que hoje todos pensam ser uma tradição 100% americana. Copiaram e levaram a fama.

E por que surgiu essa comemoração? Bom, a mais de 2500 anos essa data não era motivo de festa. O povo celta acreditava que no solstício de verão, 31 de Outubro, os espíritos saiam do cemitério para apossar novos corpos e viverem novamente. Como ninguém quer perder a vez de viver, os vivos se vestiam e se pintavam como mortos e decoravam a casa com ossos e frutas apodrecidas, assim eles ‘ enganavam’ os espíritos, já que só iam encontrar mais gente morta pelo caminho. Tá certoooo né.

Ao longo dos anos a tradição foi sendo adaptada, então não tem como saber  o por que de certos costumes. Por exemplo, essa brincadeira do ‘ doce ou travessura’, alguns dizem que na véspera as crianças iam nas casas pedir um ‘ bolo de almas’, era uma fatia normal de bolo e em troca elas rezavam pelos parentes falecidos.  A parte da ‘travessura’ veio depois, durante a perseguição dos católicos na Inglaterra e eles colocaram a segunda parte da frase como uma forma de ironia.

Nabo-de-HalloweenE a abóbora? Esse simbolo tão forte do Halloween? Pois saibam que no começo quem mandava no pedaço era o nabo. O costume vem de uma lenda do Jack O’Lantern, um cara bêbado e grosseiro que tentou enganar o diabo e como castigo fica vagando pelo limbo. Mas como gentileza, o diabo lhe dá um pedaço de brasa para iluminar o caminho. Jack então coloca a brasa dentro de um nabo e sai perambulando. Quando a tradição do folclore foi para a América, eles trocaram a verdura pela abóbora, por que nabos eram raros de serem encontrados.

Segundo a lenda, quem presta atenção e consegue ver uma pequena luz fraca na noite de 31 de outubro, é porque conseguiu ver a passagem de Jack procurando uma saída do limbo em que está preso.

Hoje o significado da festa de Halloween é completamente diferente de séculos atrás. Ninguém reza pela alma do falecido em troca de doce, o nabo tá no escanteio, o Jack deve ter achado a saída do limbo…Hoje o único significado é se fantasiar, festar, começar uma diabete infantil, fazer filme de terror e gastar dinheiro na 25 de março com a decoração 😂. Brincadeira gente! Eu acho super relevante continuar com os costumes. 

Espero que tenham gostado! Mais uma vez aprendi muito e meu nível de cultura deu uma levantada.

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau especial hoje!

ana

Fui trabalhar assim ontem! Comemoração do halloween no trabalho! 😀

Ed Gein, o maníaco que inspirou personagens no cinema!

Edward Theodore Gein2Na mesma proporção que Stephen King teve seus livros adaptados para o cinema, Ed Gein teve personagens e livros inspirados em sua insanidade.

Dúvida? Então aqui vai alguns exemplos de filmes: O Massacre da Serra Elétrica, Psicose, O Psicopata Americano, O Silêncio dos Inocentes…e blá blá blá. O cara se tornou material de estudo para a criação de novos personagens devido a seu comportamento maníaco!

Fatos curiosos é o que não faltam para atiçar a imaginação de vocês e deixá-los com medo. Dúvida ainda? Então se preparem! 

– Ele foi culpado pela morte de duas mulheres, dessa forma não se encaixa como ‘ serial killer’, mas durante as buscas em sua casa, foram encontrados mais de quinze corpos de mulheres decapitadas, abertas como animais, sem pele, penduradas em ganchos pelos tornozelos com um corte que ia do peito a genitália….urgh!

luminária de pele ed gein

Já dizia a música: um abajur cor de ‘carne’ 🎶

– Ed Gein era um decorador de interiores com um gosto exótico, em sua humilde residencia foram encontrados muitos móveis com  peles humanas. Quer exemplo? Tá bom. Foi encontrado um crânio usado como tigela para tomar sopa, puxadores de janela com lábios, uma cadeira,  candelabros e meias revestidos com a pele de outras vitimas, seios usados como copos, cinto feito com mamilo humano, ossos como talheres e restos de corpos dentro da geladeira. Lembrou do Massacre da Serra Elétrica agora? Pois não é coincidência.

– Já assistiram Psicose? Normam Bates tinha uma mãe manipuladora e obsessiva que não o deixava ter amigos e dizia que as mulheres eram sujas. Bom, a mesma coisa aconteceu com Ed Gein durante sua infância e vida adulta, suas únicas companhias eram a mãe e o irmão. A mãe fazia o possível para que seus filhos não se relacionassem com nenhuma outra pessoa.

– Ed Gein tentava agradar a mãe, mas essa o insultava constantemente dizendo que ele seria um fracasso assim como o pai. Era uma mulher infeliz, com fortes crenças religiosas e que provavelmente sentia prazer em menosprezar seus filhos. Durante as tardes, lia a bíblia para os filhos, escolhendo partes do Antigo Testamento sobre morte, assassinos e castigos divinos.

cadeira feita com pele

Algumas noites de sono foram perdidas após essa foto.

– Henry, o irmão mais velho, começou a desrespeitar a mãe pela forma como viviam, e se preocupava com a relação tão próxima dela com Ed. Até que um dia houve um incendio no celeiro em que moravam e Henry faleceu. Mas não foi queimado! Foi com contusões na cabeça e incrivelmente quando a policia chegou, Ed  levou os policiais direto ao corpo. Nem disfarçou procurando. A policia encerrou o caso como ‘ morte por asfixia’.

– Ed tinha comportamentos afeminados e depois da morte da mãe, decidiu que queria mudar de sexo. Para isso ele desenterrou diversos túmulos, e com a pele dos defuntos, criou uma ‘roupa’ feminina que ele vestia dentro de casa.

– Durante um bom tempo trabalhou como babá e adorava a função. Sentia-se melhor entre as crianças do que com adultos.

– A maioria dos pedaços e restos de corpos encontrados na casa eram de cadáveres que ele tinha desenterrado. Nunca se soube ao certo quantas pessoas ele assassinou.

– No google vocês conseguem ver fotos dos corpos encontrados na casa. São fortes!

– O julgamento de Ed Gein ocorreu em 1968, dez anos após sua prisão e durou uma semana. E se eu disser que ele não foi considerado culpado devido sua insanidade, vocês acreditam? Pois podem acreditar.  Ele ficou detido no hospital psiquiátrico  até sua morte por insuficiência cardíaca em 1984.

– Depois de sua prisão, sua casa foi queimada pelos moradores da cidade e nunca foi vendida. Depois de sua morte algumas pessoas retiravam pedaços da lápide para recordação, até que ela foi completamente roubada em 2000. A lápide foi recuperada em Junho de 2001 e dada a um museu em Wautoma, Wisconsin.

Eu gosto desse lugar, todo mundo me trata bem, embora alguns deles sejam doidos”, disse ele certa vez sobre o hospital psiquiátrico no qual ficou internado por quase trinta anos.

Apesar de todo esse horror, fico pensando que tudo poderia ter sido diferente caso a mãe dele fosse uma pessoal equilibrada. Pensem no quanto ele sofreu quando criança e como foi corrompido durante a transição para a fase adulta. É claro que, mesmo tendo uma vida normal  a história poderia ter o mesmo rumo. Nunca saberemos.

Aqui tem um vídeo com legenda contando um pouco mais sobre o rapazote. Vale muito assistir!

E vocês achando que o mês do horror tinha acabado né? Guardei o melhor para a última semana muá-hahahahaha

Espero ter assustado vocês, por que eu fiquei assustada!  😱 😱 😱

E tem mais essa semana! Até a próxima seus lindos!

Beijo, outro, tchau!

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Dicas de Livros de Terror!

E para aterrorizar a vida de vocês, hoje temos uma lista com dicas de livros de terror! Preparados?

Vamos lá! 

O Demonologista
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5 ⭐️  – Se você realmente gosta de histórias de terror, daquelas que fazem você parar a leitura quando ouve um barulho estranho, ou a música para de tocar sozinha enquanto você está lendo, então esse é o livro que você procura. Com uma trama muito envolvente, seguindo o estilo de Dan Brown, Pyper vai amarrando os acontecimentos de forma que a cada pergunta que é respondida outras novas vão surgindo, fazendo com o que o protagonista David vai mergulhando cada vez mais fundo nesse grande mistério e levando o leitor junto com ele. A gente vai vibrando a cada descoberta e a cada vitória alcançada, e também se assustando com todas as cenas de terror que vamos acompanhando, cenas do estilo “O Exorcista”, daquelas que nos fazem dar aquela fechadinha no livro para tomar fôlego e ver se está tudo bem à nossa volta! E são várias durante o livro. – Blog Livros com Pipoca

O Bebê de Rosemary
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4 ⭐️  – O Bebê de Rosemary é incrível, leve e ágil. A escrita de Ira Levin, bastante cinematográfica, cria uma ansiedade, um desejo, uma agonia de prosseguir com a história, ele seduz e te faz acompanhar cada página, cada linha, com os cabelos arrepiados…É talvez um dos melhores livros de terror psicológico já escritos, mostra toda a classe do terror pois a história garante várias horas de tensão sem derramar uma gota de sangue e mesmo assim o medo nos acompanha constantemente durante a leitura. – Blog Biblioteca do Terror

Ele não é isso 
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⭐️ ?” Conhecemos todas as personagens e a história se desenvolve em um drama da vida real, normal até que….coisas estranhas começam acontecer com Júnior: A princípio seria apenas um perfil patognomônico do garoto, ou seja, um transtorno de conduta, mas não é bem isso que se passa. Seria mais uma história de zumbis clichê? Dei continuidade à leitura e não percebi nada de comum, achei bem interessante como a história se desenvolveu. Não posso contar pra vocês se é um livro sobre vírus, zumbis, coisas sobrenaturais ou mortos-vivos, pois penso que estragaria o suspense da trama. ” – Blog Sociedade do Livro

O Exorcista

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4 ⭐️ – ” O livro é assustador, em alguns momentos você se convence que o narrador é o próprio demônio. O conteúdo é extremamente detalhado, sem chegar ao exagero de um senhor dos anéis é claro, mas em alguns pontos é extremamente visceral e nojento, dando náuseas em quem acompanha a trama. Até o erotismo do livro é macabro, principalmente quando são descritos os rituais negros que envolvem orgias com elementos sagrados e quando o demônio começa a violar o corpo da menina com objetos. – Blog Homem Expresso

A Profecia

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5 ⭐️ – As partes envolvendo Damien são o ápice do livro, como quando sua mãe o leva ao zoológico e os animais ficam loucos ao ver o menino. A forma como todos vão se afastando da família vai levando principalmente Katherine ao fundo do poço. O suspense no livro é muito bem construído. Achei somente alguns fatos com os personagens, como o fotógrafo que tem uma obsessão por Jeremy meio estranhos e forçados mas não tirei nenhuma pontuação por causa disso. O livro é ótimo como um todo. – Blog Leitor Cabuloso

O Desfiladeiro do Medo

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5 ⭐️ – “Muitas das vezes me impressionei pela falta de caráter de muitos personagens, pelas atitudes egoístas que nos fazem pensar até onde a fama e o dinheiro influenciam na moral de cada um. Prepare-se mentalmente para ler um terror nojento, excitante e cruel quando tiver O Desfiladeiro do Medo em mãos.  Prepare-se para entrar na Terra do Demônio onde nunca há garantia de volta.” Blog Policial da Biblioteca

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Confesso que fiquei com medo fazendo essa postagem. Procurem as resenhas do livro ‘O Exorcista’ no skoob e vocês vão entender. Credo.

E aí, vocês tem outras dicas? Conta aqui! Sugestões são sempre bem vindas!

Até a próxima seus lindos!

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: Sombras da Noite, Stephen King

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Autor: Stephen King         Editora: Objetiva   Páginas: 411                 Ano: 2008

Classificação 2 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Stephen King reúne aqui 20 de seus mais inquietantes contos- relatos de acontecimentos bizarros e atos impensáveis, surgindo daquela região crepuscular onde ruídos nas paredes e sombras perto da cama prenunciam algo terrível que ronda à solta. Os cenários são familiares e acima de qualquer suspeita – um colégio, uma fábrica, uma lanchonete rodoviária, uma lavanderia, um milharal. Mas no mundo de Stephen King, qualquer lugar pode servir como território sobrenatural. Só é necessária uma hora propícia da noite e a distração das vitimas. Alguns desses clássicos inspiraram filmes memoráveis: As Crianças do Milharal (Colheita Maldita) O Homem do Cortador de Grama (O Passageiro do Futuro), A Máquina de Passar Roupa (Mangler: O Grito de Terror) e Às Vezes Eles Voltam.

” Trabalhei aqui, Sr. Boone, e não sou nem cega, nem surda. Já ouvi sons medonhos nas paredes, sons medonhos – coisas batendo e estrondos, e uma vez um estranho lamento que era meio uma risada. Fez meu sangue gelar.”

Ai gente..então. Não gostei. Desculpa fãs do King, mas não gostei.

Ok, alguns contos salvam, mas a maior parte é ruim. Eu até desanimei de ler. Caramba.

O livro é uma coletânea de vinte contos de Stephen King ao longo da carreira. Alguns contos são passagens das histórias que ele já escreveu, como Colheita Maldita e também A Dança da Morte, esse por sinal foi um conto que me fez desanimar, e o conto  A máquina de passar roupa foi o estopim para dar fim na leitura.  Hum, e para quem leu, deve ter percebido que eu não li os contos na ordem apresentada, mas isso não atrapalha em nada, por que os contos são independentes.

Mas como disse, ele não é de todo ruim, o primeiro conto Jerusalem’s Lot é muito bom! Toda uma trama incrível com um final surpreendente e assustador. As Crianças do MilharalO Bicho-Papão também merecem um salva de palmas. Mas é só. Dos vinte contos, três salvam.

No wikipédia vocês encontram as descrições dos contos. Dá uma olhada!

É claro que essa é minha opinião e com certeza muitas pessoas tem uma opinião contrária. Mas que fique claro, eu sou fã desse escritor! Então agora  a decisão é com vocês. Vão ler? Já leram? Conta aqui! 

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: A Casa Assombrada, John Boyne

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Autor: John Boyne    Editora: Companhia das Letras Páginas: 296                Ano:  2015

Classificação 3.5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Eliza Caine tem 21 anos e acaba de perder o pai. Totalmente sozinha e sem dinheiro suficiente para pagar o aluguel na cidade, ela se depara com o anúncio de um tal H. Bennet. Ele busca uma governanta para se dedicar aos cuidados e à educação das crianças de Gaudlin Hall, uma propriedade no condado de Norfolk – sem, no entanto, mencionar quantas são, quantos anos têm ou dar quaisquer outras explicações. Assim, ela larga o emprego de professora numa escola para meninas e ruma para o interior.  Chegando a Gaudlin Hall, Eliza se surpreende ao encontrar apenas Isabella, uma menina que parece inteligente demais para sua idade, e Eustace, seu adorável irmão de oito anos. Os pais das crianças não estão lá. Não se veem criados. Ela logo constata que não há nenhum outro adulto na propriedade, e a identidade de H. Bennet permanece um mistério. A governanta recém-contratada busca informações com as pessoas do vilarejo, mas todos a evitam. Nesse meio tempo, fica intrigada com janelas que se fecham sem explicação, cortinas que se movem sozinhas e ventos desproporcionais soprando pela
propriedade. E então coisas realmente assustadoras começam a acontecer…

 “Não tinha sido minha imaginação. Duas mãos tinham agarrado meus tornozelos e me puxado — eu ainda podia senti-las.”

Sim eu senti medo! 😱👻 Mas agora que a leitura acabou percebi que não foi assim tão aterrorizante e isso é ótimo, sabe por que? Isso mostra o quão envolvida eu estava na história!

A história é boa sim apesar de ter achada ela clichê. Quase no meio do livro eu já tinha acertado o que estava acontecendo com a coitada da protagonista e imaginei o que viria. Achei também que o autor deu uma enrolada chegando no final do livro. Mas eu li do mesmo jeito e com o mesmo entusiasmo, por que apesar de ser manjada a história, ela tem o que muitas outras não tem: ação por parte da assombração!

” Havia uma presença naquela casa, alguma coisa profana; uma noção que eu antes desprezara como fantasia tomou conta de mim e me disse que aquela era a verdade.”

 

“Com quem você estava falando?”, perguntei, caminhando em sua direção, segurando-o pelos ombros e levantando a voz.
“Com o velho”, Eustace disse.
“Aqui não tem nenhum velho”, berrei, soltando-o e dando uma volta completa para verificar o quarto antes de olhar para ele outra vez. “Não tem mais ninguém aqui.”
“Agora ele saiu”, disse Eustace, baixinho, afundando sob as cobertas. “Mas ainda está na casa. Diz que não vai embora, por mais que ela queira. Ele não vai para onde deveria ir, não enquanto você ainda estiver aqui.”

 

” Conforme lia, comecei a temer que não conseguisse dormir naquela noite, tamanha minha certeza de que estava cercada pelos espíritos daqueles que deixaram suas formas corpóreas para trás, mas que ainda não tinham feito a passagem pelos portões do céu.”

Desde o primeiro dia que Eliza Caine chega na mansão ela já é atacada pela assombração, isso mesmo, sem rodeios, o fantasma foi lá e agarrou os tornozelos da mocinha enquanto ela dormia. Que simpatia né? E durante a história os ataques vão piorando! É água que ferve do nada, é ventania que só atinge Eliza e a levanta do chão, é mãos em seus pescoço…uma loucura.

Para ajudar  no clima de mistério, a história se passa em Londres durante a era vitoriana, o que me lembra muito as famosas e polêmicas fotos com defuntos e Jack o estripador. E para dar o tchan, temos neblina, muitaaa neblina!

Ah! No livro temos muitas citações do famoso escritor Charles Dickens, são citadas diversas obras e atá um sarau com o próprio!

Bom, vamos a história! No livro conhecemos Eliza Caine, uma jovem de 21 anos que após a morte do pai, se torna orfã e acaba aceitando um emprego como governanta numa cidade do interior de Londres. O que ela não imaginava é que seria a única adulta de toda a mansão e que as últimas quatro governantas morreram de formas brutais. Ela tenta, e como tenta obter informações sobre seus patrões, já que eles não a receberam e até o momento não apareceram, mas todos mudam de assunto e não esclarecem nada. Naquele tempo as pessoas era muito cordias e polidas então acredito que esse foi o motivo de Eliza ter demorado tanto para conseguir informações sobre a mansão. Se fosse hoje era só gritar ou bater que o pessoal já abre o bico hahaha

As crianças que ela cuida são Isabella de 12 anos e Eustace, 8 anos. Até mesmo eles dois não dizem onde estão seus os pais e Isabella é uma criança terrivelmente assustadora, parece até estar possuída.

E bom, durante os 45 dias que Eliza fica na casa como governanta e tentando descobrir o que está acontecendo com a mansão, com os habitantes e as crianças, muito ataque fantasmagórico acontece na vida dela.

“Você não permitiria, não é?”, ela perguntou. “Se tivesse filhos. Não permitiria que outra mulher os criasse.”
“Não”, eu disse. “Seria função minha.”
“Então você entende”, ela respondeu,
“Entendo o quê?”, perguntei, sem a menor ideia do que ela estava querendo dizer.
“Tudo”, Isabella disse, com um suspiro profundo, desviando o rosto e olhando pela janela.

É um livro bacana, recomendo!

Depois me conta o que acharam!

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: O Oceano No Fim Do Caminho, Niel Gaiman

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Autor: Niel Gaiman            Editora: Seguinte  Páginas:  368               Ano:  2012

Classificação 3 ⭐️ 🚍

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Sinopse

Foi há quarenta anos, agora ele lembra muito bem. Quando os tempos ficaram difíceis e os pais decidiram que o quarto do alto da escada, que antes era dele, passaria a receber hóspedes. Ele só tinha sete anos. Um dos inquilinos foi o minerador de opala. O homem que certa noite roubou o carro da família e, ali dentro, parado num caminho deserto, cometeu suicídio. O homem cujo ato desesperado despertou forças que jamais deveriam ter sido perturbadas. Forças que não são deste mundo. Um horror primordial, sem controle, que foi libertado e passou a tomar os sonhos e a realidade das pessoas, inclusive os do menino.

Ele sabia que os adultos não conseguiriam — e não deveriam — compreender os eventos que se desdobravam tão perto de casa. Sua família, ingenuamente envolvida e usada na batalha, estava em perigo, e somente o menino era capaz de perceber isso. A responsabilidade inescapável de defender seus entes queridos fez com que ele recorresse à única salvação possível: as três mulheres que moravam no fim do caminho. O lugar onde ele viu seu primeiro oceano.

“Eu crio arte. Às vezes, arte verdadeira. E, às vezes, isso preenche os espaços vazios na minha vida. Alguns deles. Não todos.” 

Podem me chamar de herege, pois esse foi o primeiro livro do Neil Gaiman que eu li na minha vida. Mas assim, conheço o maravilhoso trabalho do autor, em específico, Sandman. E vou ser sincera com uma coisa, esperava muito mais do livro. Muito mais mesmo. Sempre via todo mundo falando bem do enredo e, então, acabei criando uma grande expectativa para o ler.

Sabe aquela sensação de já ter lido a história antes? Então…

Não sei por que, mas o enredo trouxe a tona outro livro escrito em 1948: No Caminho de Swann,Marcel Proust. Creio eu que isso deve-se ao fato de ambas histórias retratarem de lembranças da infância de ambos protagonistas, sendo que em O Oceano no Fim do Caminho essa nostalgia é retratada de tom fantástico, típico das obras de Neil Gaiman.

O nosso protagonista, que não possui o nome, retorna a sua cidade natal para um enterro. No entanto, durante o caminho resolve procurar a sua antiga residência mas falha ao reparar o quanto as coisas mudaram nos últimos 20 a 35 anos. Ao olhar ao redores do lugar onde passou a a maior parte de sua infância, encontra uma antiga casa conhecida de seu eu, a antiga fazenda Hempstock, lugar o qual protagonizou ótimos e desesperadores momentos aos seus 7 anos de idade. Suas lembranças até então esquecidas voltam com toda força ao reencontrar uma espécie de lago, o oceano.

Aqui que entra as semelhanças com No Caminho de Swann. Não, não estou viajando no meu oceano, vulgo mente barulhenta, ao comparar os dois livros. A maneira que Gaiman e Proust tratam o tema são muito semelhantes mesmo, até mesmo na composição das personagens principais eu achei parecidas. Ambos falam de lembranças do período da infância de um garoto introspectivo que possui o seu mundinho e as suas angústias características de sua idade. Enquanto em Proust o estopim para isso ocorre durante um devaneio da madruga, em Gaiman temos o derramamento de fragmentos, até então esquecidos, diante do oceano sem fim.

A sacada de Neil Gaiman está em sua maneira de narrar a história do nosso quarentão. Pelo fato do protagonista e sua família não possuírem nome, ao contrários das outras personagens secundárias, temos uma imersão total na vida dessa personagem. O leitor se agarra aos temores da criança, entra em desespero junto com ela, quer ajuda-la. Isso é um ponto que o autor explora de forma fantástica, sendo esse o motivo de eu ter lido até o final o livro.

“Deito-me na cama e me perco em histórias. Gosto disso. Os livros são mais seguros do que as outras pessoas mesmo.”

Ok, então por que não me agradei com a obra? Simples, não sou fã de fantasia. Já tive a minha fase de gostar desse tipo de enredo, mas passou. Porém tenho certeza que ela vai voltar, porque tem horas que eu estou amando uma determinada coisa e depois estou odiando. Minha vida se resumi nisso, mas enfim…

É apaixonado por fantasia e suspense? Vai fundo, meu amigo e minha amiga, no O Oceano no Fim do Caminho. Não curte muito essas coisas? Leia também, a histórinha é muito interessante e o autor fantástico, vale a pena tentar. Tenho certeza que você não vai largar o livro por tão cedo quando iniciar essa viagem no mundo mágico de Gaiman.

E, então, concordam com o meu paralelo com No Caminho de Swann? Acham que eu viajei?  Não leram um dos livros? Ou nenhum? Está esperando o que? Corre que está perdendo.

3 beijos,

assinatura Barbara

Resenha: A Seleção, Kiera Cass

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Autor: Kiera Cass            Editora: Seguinte      Páginas:  368               Ano:  2012

Classificação 5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

“Nós dois nunca fomos apenas amigos. Desde o primeiro momento em que o vi, eu o amei.”

A Seleção (AS) se trata de um exemplar de uma trilogia composta pelos seguintes títulos:

1. A Seleção

2. A Elite

3. A Escolha

Antes de qualquer coisa, devo dizer que a trilogia é bastante comparada com a saga Jogos Vorazes (JV), embora, deveras, a comparação para no ponto em que as duas se denotam reality shows, e pela fome e a pobreza de determinadas “castas” (são 8 no total), o que consequentemente gera certo cenário de revolução.

Casta 1: A nobreza e o Clero.

Casta 2: Celebridades, modelos, atletas profissionais, políticos, atores e oficiais.

Casta 3: A elite, educadores, filósofos, inventores, escritores, cientistas, médicos, veterinários, dentistas, arquitetos, bibliotecários, engenheiros, psicólogos, cineastas, produtores musicais e advogados.

Casta 4: Fazendeiros, joalheiros, corretores de imóveis e de seguros, chefes de cozinha, mestres de obras, proprietários e donos de restaurantes, lojas, hotéis e trabalhadores de indústrias.

Casta 5: Artistas, músicos, fotógrafos e dançarinos.

Casta 6: Secretários, serventes, governantas, costureiras, balconistas, cozinheiros e motoristas.

Casta 7: Jardineiros, pedreiros, lavradores, pessoas que limpam calhas e piscinas, e quase todos os trabalhadores braçais.

Casta 8: Pessoas com deficiência (especialmente quando desamparadas), viciados, fugitivos, sem-tetos, bastardos e traidores (acrescentei por conta própria essa última característica). http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Sele%C3%A7%C3%A3o

As duas sagas têm valores diferentes, povos diferentes e poderes diferentes. Em JV nos deparamos com um poder absolutamente centralizador, cujo presidente da então PANEM, Presidente Snow, tem o país em suas mãos e faz parecer exatamente tudo o que quiser que pareça. Já em AS, o poder amplifica-se ao rei Clarkson (o rei como poder maior, claro), na rainha Amberly e em seu filho, príncipe Maxon, assim podendo dizer que o mesmo se revela como um ser muito adorável, diferente do Presidente Snow, cujos ataques e destruições ao povo vêm de suas ordens, e em A Seleção, o terror é feito por rebeldes determinados sulistas e nortistas. Agora vamos ao que interessa! (Uhul /).

Para darmos início a resenha, vamos conhecer um pouco do cenário por onde se passa os acontecimentos. Estamos diante de um país chamado Iléa. Antes de ser concebido a este nome, era chamado de Estado Americano da China, porque, de acordo com a história, os Estados Unidos ficaram em dívida com a China, por conseguinte, este determinou invadi-los. Paremos por aqui essa aulinha de história, porque A Seleção narra precipuamente a respeito da tão acirrada Seleção, o que não é um fenômeno, muito menos um acaso, e sim quase como que uma cerimônia real, não tendo uma data pré estabelecida de sua ocorrência.

O glorioso “porquê” desse fato é captar 35 garotas dentre toda Iléa. No livro diz que acontece um sorteio para a escolha das 35, mas lógico que eles querem as mais lindas para fazer parte desse reality, pois além de apenas a inscrição de dados pessoais, eles tiram uma foto de cada garota. O objetivo é que o príncipe Maxon vá eliminando garotas com as quais ele menos tem afinidade, até sobrarem 10, para que assim essas 10 façam parte da Elite (assunto a ser tratado no segundo livro da série). Em vista disso, é marcado encontros, jantares e saídas. (Imagine um garoto saindo com 35 garotas ao mesmo tempo. Pois é! Claro que uma garota por vez). A escolhida (assunto a ser tratado no terceiro livro da série) quem será nomeada princesa. Pode parecer um pouco óbvio, mas quem sabe as aparências não enganam?

Voltando ao início do livro, ficamos inquietos com a empolgação da mãe de America Singer (casta 5), uma artista que canta e toca piano excelentemente bem. A exaltação de sua mãe vem da carta que a família Singer recebera, cujo conteúdo era uma chamada para meninas entre dezesseis a vinte anos solicitando sua inscrição na Seleção (não importava de qual casta pertencia). A princípio, America estava decida não tentar a sorte. Usar a coroa, ser princesa, ter conforto e segurança (não sabia que o palácio não era tão seguro assim até ter estado lá dentro), dentre outros tratamentos reais. Sua certeza se concretizou no dia em que Aspen (namorado secreto de America por dois anos, casta 6) insistiu para que ela se inscrevesse, porque ele se sentia um obstáculo entre sua amada e a mordomia e conforto que os dois nunca ousariam pensar em ter. E óbvio que ela foi selecionada!

Já no castelo, America se vê diante dentro de uma, como ela própria diz, jaula. Sentia-se pressionada no meio de tantas garotas finas, como se não pertencesse àquele lugar, e isso era de se esperar, levando em consideração que a garota era, vulgarmente, pobre. Lá, ela tinha aulas de história e bons modos. Achava o príncipe Maxon metido e apostava que ele não se importava tanto assim para seu povo, até conhecê-lo.

Detalhe: Ao ser selecionada, America deixou de pertencer a casta 5 e se tornou uma 3!

Certa noite, a senhorita Singer sai correndo porta afora de seu quarto a procura de ar. Se esbarra com os guardas na porta do palácio que não a deixa sair e (antes mesmo de ler eu já sabia) o príncipe Maxon aparece (com uma entrada triunfal!) e ordena que os guardas abram a porta. O restinho desse primeiro encontro dos dois é segredo para você que ainda não leu. Posso assegurar que não decepciona.

Em suma, não é tão abordado o quadro político e revolucionário (o que é uma pena, porém não influencia na essência do livro), e sim o estado psicológico que a Seleção causa na vida interpessoal e sentimental da queridinha do público e do príncipe, America Singer.

Bom, espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês.

Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza