Resenha: Formaturas Infernais

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Autor: Diversos             Editora: Galera Record Páginas: 320               Ano: 2009

Classificação 2 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Nessa emocionante coleção de contos de terror, as autoras bestseller Meg Cabot (O Diário da Princesa), Stephenie Meyer (Twilight), Kim Harrison, Michele Faffe e Lauren Myracle se reuniram para mostrar que a formatura pode ser um evento muito mais aterrorizante do que se pensa. Problemas no guarda-roupa e um par que dança mal não são nada comparados a descobrir que vocês está dançando com a Morte – e que ela não está aqui para elogiar seu vestido.
De problemas com vampiros até uma batalha entre anjos e demônios, estas cinco histórias vão divertir mais do que qualquer DJ em um terno brega. Nada de limusine ou vestido de gala: só uma grande dose de assustadora diversão.

” Fiquei atenta para ouvir melhor.
Sim, um barulho a poucos metros da porta. Um barulho que era claramente de algo não humano.”

Formaturas Infernais é o primeiro livro da coleção de contos infernais a ser lançado no Brasil pela editora Record. Os demais são: Beijos Infernais (2011), Amores Infernais (2011) e Férias Infernais (2015), todos também lançados pela editora Record. Ele é constituído de 5 contos muito bem elaborados por cinco escritoras distintas. Segue abaixo a mesma ordem de aparição no livro:

1. A Filha da Esterminadora, Meg Cabot (A Mediadora, O Diário da Princesa);

2. O Buquê, Lauren Myracle (Deixe a Neve Cair);

3. Madison Avery e a Morte, Kim Harrison (Danças Malditas, Uma Bruxa em Apuros);

4. Salada Mista, Michele Jaffe; (Bad Kitty);

5. Inferno na Terra, Stephenie Meyer (Crepúsculo, A Hospedeira);

Todas as autoras, com suas diferentes maneiras de escrever, dá ao exemplar uma personalidade alternada única e interessante. O conto que eu mais gostei foi o que tinha menos páginas. Não estou desmerecendo os outros, pois todos têm predileções diferenciadas.

Gostaria de, antes de terminar, salientar o não cumprimento certeiro do gênero. Encontramos, claro, muitos estereótipos vampirescos, apocalípticos e sobrenaturais. Como o título soa forte, pensei em destacar esse fato.

Não seria pertinente falar sobre cada uma das cinco histórias. Elas são pequenas e podem ser facilmente lidas em alguns minutos. O conto é uma obra abreviada que se estende em conflitos concisos.

Qual conto que vocês mais gostaram ou qual título dentre os cinco te despertou mais expectativas?

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês.

Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

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Resenha: A probabilidade estatística do amor à primeira vista

A-Probabilidade-Estatística-do-Amor-A-Primeira-Vista-

Autor: Jennifer E. Smith        Editora: Galera Record Páginas: 224             Ano:  2013

Classificação ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

Quem diria que quatro minutos poderia mudar tudo? Por causa de quatro minutos Hadley perde o avião para Londres onde seu pai está morando agora e irá se casar pela segunda vez. Não que não iria comparecer, ela pegaria o próximo avião. Mas mesmo se por causa do destino não chegasse a tempo, a garota não se importaria. Hadley sente mágoa por ele ter deixado ela e sua mãe e ter se mudado para o outro lado do mundo.

“Devia estar na cozinha deles em casa, vestindo as calças do pijama – as que têm um buraco no calcanhar porque são muito longas. Ou dando uma olhada nas contas no escritório, bebendo chá na caneca com a inscrição TEM POESIA?, pensando em ir lá fora para cortar grama. Na verdade, há um bom número de coisas que poderia estar fazendo neste momento, menos se casando”.

O que a faz distrair um pouco seus pensamentos é Oliver, um garoto simpático e engraçado que conhece no aeroporto. Toda aquela ansiedade ruim de ter de comparecer no casamento de seu pai, conhecer sua nova madrasta e entrar na igreja como madrinha se amenizou quando se deu conta de que iria dos Estados Unidos até a Inglaterra sentada ao lado desse garoto pelo qual teve uma quedinha.

Apesar da capa e sinopse bem sugestivas, o livro de Jennifer E. Smith aborda algo bem profundo que diz respeito entre a relação estreita de uma filha com seu pai. A garota quer que tudo volte a ser como antes, mas ao invés disso, ela se vê obrigada a aceitar aquela nova vida de seu pai. Quando chega em Londres, seu coração fica pequenininho.

“Ela fica sem saber o que fazer com tanta alegria no olhar dele, com seu sorriso profundo. Ela congela, fica dilacerada. Parece que estão torcendo seu coração como se fosse uma toalha molhada. Sua vontade é ir embora para casa”.

Qual seria a probabilidade estatística do amor à primeira vista? Tenho certeza que Hedley e Oliver descobriram isso juntos. Não tem como deixar a atmosfera de romance adolescente de fora.

Assim como sua capa, o livro é muito fofo e gostoso de ler. Tudo acontece em um único dia, também podendo ser lido em um dia. Este romance é indicado para quem deseja se deliciar numa aventura delicada.

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura luiza

Resenha: Amy e Matthew, Cammie McGovern

Amy-e-Matthew

Autor:  Cammie McGovern  Editora: Galera Record Páginas: 336            Ano:  2015

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Amy e Matthew não se conheciam realmente. Não eram amigos. Matthew sabia quem ela era, claro, mas ele também sabia quem eram várias outras pessoas que não eram seus amigos.Amy tinha uma eterna fachada de felicidade estampada em seu rosto, mesmo tendo uma debilitante deficiência que restringe seus movimentos. Matthew nunca planejou contar a Amy o que pensava, mas depois que a diz para enxergar a realidade e parar de se enganar, ela percebe que é exatamente de alguém assim que precisa.À medida que passam mais tempo juntos, Amy descobre que Matthew também tem seus problemas e segredos, e decide tentar ajudá-lo da mesma forma que ele a ajudou.E quando a relação que começou como uma amizade se transforma em outra coisa que nenhum dos dois esperava (ou sabe definir), eles percebem que falam tudo um para o outro… exceto o que mais importa.

” E ali estava ela outra vez,a garota mais azarada que ele era capaz de imaginar, dizendo que se sentia uma garota de sorte? Tinha que ser fingimento. “

Eu só dei atenção para esse livro por que dizia ‘ para os fãs de  Eleanor & Park‘, então claro, fui ler Amy e Matthew.

Amy e Mathhew são dois amigos que tinham tudo para não serem amigos, mas graças a insistência de Amy e a curiosidade de Matthew isso acabou acontecendo. Se tornou aquela relação que você não sabe se é amizade, se é amor, se confundiram amizade com amor…mas é uma história linda.

Ambos personagens tem 16 anos, portadores de doenças diferentes, uma física e outra mental. E foi exatamente isso que os aproximou, a doença. Amy  tem uma doença degenerativa. Ela não consegue falar, usa um andador, não tem amigos, é super inteligente e engraçada. Matthew tem TOC,  que o transforma na pessoa mais estranha do colégio. Fica no banheiro por horas lavando as mãos, ouve uma voz que manda ele fazer coisas sem sentido e diz coisas ruins. Mas apesar desse comportamento, ele é uma pessoa amável e preocupada com o bem estar de todos.

A amizade deles surgiu como uma forma de trabalho, Amy contratou cinco alunos para acompanharem ela durante o último ano de escola e assim conseguir se aproximar de outros alunos, na esperança de fazer amigos e poder sentir que fazia parte daquilo. Matthew faz parte de um dos contratados e a partir daí, começam uma amizade.

” Era por isso que Amy defendia todos eles. Porque precisava dos outros para ter Matthew a cada quatro dias”

” A sua maneira desajeitada, ele era como um príncipe que chegava descabelado e com axilas suadas. Pelo menos estou aqui, ele poderia ter dito. É melhor que nada. E era.”

A história É M-U-I-T-O L-I-N-D-A! Nós acompanhamos o passo a passo dessa amizade, a timidez das primeiras semanas, passamos por momentos difíceis, por ensinamentos e nos surpreendemos com a reviravolta. O final…bom, eu virei a página achando que tinha mais e me deparei com os ‘ agradecimentos’. Senti falta de um final mais exato.

Sorri muito durante a história e desci no ponto errado várias vezes ❤️ 🚌 😎

Personagens:

Gostei muito da Amy, apesar da doença, ela não se deixa limitar. É muito inteligente e busca liberdade de qualquer maneira. Ela só consegue se comunicar por um aparelho, imagino que seja parecido com aquele que o Stephen Hawking usa. Em alguns momentos as pessoas não esperam ela digitar a resposta e saem, ou ela quer digitar mas não está com o aparelho por perto. Sufocante isso, tentar se comunicar e não conseguir.

” Mas não se podia negar. Matthew também era ligeiramente louco. Talvez mais que ligeiramente.”

Matthew  é um garoto com mais problemas que Amy. Muitas vezes me irritei com ele, com a fraqueza em lutar contra sua doença, com a birra, com a preguiça… Mas ele ajudou tanto Amy, quanto foi ajudado. E isso fez dele uma pessoa melhor. 

” Era por isso que ele amava Amy, se é que a palavra amor podia ser aplicada a alguém que ele temia tocar e para quem as vezes sequer gostava de olhar.”

” – Ele não vai me magoar. Ele é o meu melhor amigo.
  – Esse é o problema Aim. Você quer mais do que isso não é? Você não quer ser só amiga dele.”

Sim, eu recomendo o livro! 

Se já leram me conta como foi! E se vão ler, comenta também!

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana