Resenha: O jogo da mentira, Sara Shepard

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   Autor: Sara Shepard – Editora: Rocco                  Ano: 2013 – Páginas: 296

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

O jogo vai começar. Primeiro volume da nova série da autora de Pretty Little Liars, que ficou mais de 50 semanas no ranking do The New York Times e vendeu mais de cinco milhões de exemplares, O Jogo da mentira acompanha a história de duas gêmeas separadas ao nascer e unidas por um misterioso assassino. Com uma trama ainda mais intrincada e sombria, que tem início quando Emma resolve trocar de lugar com a irmã, a série repete a trajetória de sucesso de PLL, com um enredo repleto de suspense, intrigas e reviravoltas de tirar o fôlego, e uma bem-sucedida adaptação para a TV.

 

“Não me admira que Emma não consiga me ver. Não me admira que eu não aparecesse no espelho. Eu não estava ali. Eu estava morta!”

Já imaginou acordar sem memória em uma banheira e ver a si própria entrando pela porta, agindo como uma pessoa que você sabe que não é você?!  E o pior de tudo é descobrir que além dessa confusão, ninguém parece ver você por um simples e único motivo: Você está morta e agora é um fantasma! É exatamente isso que acontece com Sutton Mercer.

Beleza, antes de continuar me sinto na obrigação de avisar a você caro leitor que esse é o primeiro livro de seis e somente quatro chegaram a ser traduzidos para o português. Não porque os outros ainda não foram lançados, mas porque a série não fez tanto sucesso quanto a coleção Pretty Littles Liars.

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coleção completa

Mas continuando…

Sutton, depois de “acordar” morta em forma de fantasma, descobre que tem uma irmã gêmea que foi abandonada por sua mãe e não teve a sorte de ser adotada.

Emma Paxton, que sempre sonhou em ter uma família, descobre por um meio um tanto peculiar que tem uma irmã gêmea rica e marca um encontro com ela. Mas, o que era para ser um reencontro familiar se torna um pesadelo quando uma mensagem anônima chega as mãos de Emma dizendo que Sutton está morta e que se ela não se colocasse no lugar da irmã, acabaria perdendo a vida.

Sem saída, Emma decide se passar por Sutton, mesmo sem conhecer os hábitos da irmã e descobre que mais de uma pessoa (tipo toda sua família e amigos) são suspeitos do assassinato da irmã e que todos tem mais de mil motivos para odiar Sutton e querê-la morta!

O que mais me chamou atenção foi o fato do livro contar com dois pontos de vista dentro de um argumento (se é que você me entende): De um lado, Emma, que luta para se tornar uma Sutton tão boa quanto a original, ao mesmo tempo que tenta descobrir o assassino; E o de Sutton, que vai se redescobrindo, já que ela não se lembra de absolutamente nada de sua vida, apenas partes.

E tudo fica mais frustrante, porque Sutton não pode se comunicar com a irmã, portanto não pode contar das coisas que se lembra.

“Eu queria chorar, eu queria gritar, mas tudo que eu conseguia fazer era seguir Emma…’’

Bom, não vou continuar escrevendo, porque sou capaz de contar o livro todo, mas, se você não se importar de ler em inglês, eu super recomendo essa série. Em uma escala de 0 á 5 minha nota para esse livro é sem duvida um 5. Mas não se empolguem! As chances dos outros dois últimos livros serem traduzido é de 1 em 1 milhão. #Chateada. Mas, para vocês não dizerem que sou uma pessoa muito má por ter postado essa resenha, vou desejar um boa noite no estilo Sutton:

“Bons sonhos minha irmã gêmea há muito perdida. Eu a verei pela manhã…Ainda que você não me veja!”

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Livros para desidratar!

Prepara o lenço e vamos lá! As resenhas vocês encontram clicando no título do livro.

Como eu era antes de você, JOJO MOYES

E aproveitando a fama do momento, vamos começar com esse grande desidratador (oi?) de corpos. Quando eu terminei Como eu era antes de você confesso que não chorei. Eu apenas joguei o livro na parede. E fiquei mal dos por dias e dias…tanto que eu nem queria escrever a resenha. Depois, quando eu reli o último capitulo ( porque eu gosto de sofrer), daí sim eu chorei. Sabe quando o olhos ficam marejados de lágrimas e a visão embaçada? Então…até hoje eu olho para o livro e sinto vontade de jogar na parede de novo.

uma curva no tempo, DANI ATKINS

Esse livro eu manjei o final quando estava na metade. Mas eu não queria acreditar porque seria muito triste e pensei “ a autora não vai fazer isso não, ela é uma boa pessoa”. Ah, tadinha de mim….Minha nossa senhora dos finais tristes, que que isso heim! Eu chorei em público mesmo, sem constrangimento nenhum. Que história triste. Não precisava disso não. A protagonista é tão querida. O pai dela tão bacana. Os amigos, até mesmo o que morreu no começo do livro, são tão legais ( exceto uma piranha lá). É um livro que começa triste e termina triste. Quantas vezes eu já falei ” triste”?

a menina que roubava livros, MARKUS ZUSAK

Esse foi o primeiro livro que me fez chorar, foi ele que abriu a torneirinha. A Liesel, protagonista da história, é uma menina tão nova mas que já viveu tanto e é normal o leitor torcer por momentos felizes. Fique muito chateada no começo quando o irmão dela faleceu, fiquei chateada porque a mãe teve que entregá-los, fiquei chateada por ela ter encontrado um amigo e bons pais adotivos e aí…bom, aí é com vocês, deixo para vocês lerem e chorarem 🙂

o silencio das montanhas, KHALED HOSSEINI

Nossa estou ficando deprimida. Quanta história triste! E esse livro já começa triste! Tudo começa quando os irmãos Pari e Abdullah são separados ainda crianças. O pai não tinha condições de criar os dois e entrega Pari para uma família rica. Mesmo Pari sendo muito pequena nessa época, ela cresce com a sensação de que está faltando alguma coisa em sua vida. Já Abdullah, que devia ter uns quatro anos a mais, passa a vida sentindo a falta da irmã. Outros personagens entram na história e cada um tem uma ligação com os irmãos. O final é para deixar qualquer um deprimido. Meu coração enrugou de tanto desespero que fiquei. Como diz seu Omar ( todo mundo odeia o Cris): trágico!

eleanor e park, RAINBOW ROWELL

Eee dona Rainbow, a senhora é destruidora mesmo heim! O livro inteiro é fofo, é impossível ficar uma página sem dizer “ ownnn”. Eleanor e Park são o casal mais improvável e fofo do mundo! Eu queria namorar o Park! Daí a autora vai lá e faz um final bem triste, pra te deixar desidratado e chateado mesmo. Valeu! Tô aqui esperando a senhora se redimir e escrever uma continuação.

Raio de sol, KIM HOLDEN

Esse livro eu comecei a chorar umas duzentas páginas ANTES do final. Meus olhos ficavam tão marejados que eu não conseguia ler! E por mais que eu soubesse que não tinha COMO a história ter um final diferente eu torci do mesmo jeito. Queria que o livro virasse uma história de ficção e alguma coisa mágica acontecesse e mudasse tudo. Mas não né. A história é bem real, bem pé no chão. Bem chateada aqui.

David Copperfield, de Charles Dickens

David Copperfield é um livro gigante, com mais de mil páginas. E você vai se apegando aos personagens aos poucos. Mas se apega tanto, que eles começam a fazer parte de sua vida, e até mesmo de sua família! Vemos a humanidade escrita em cada um dos personagens. Você se emociona com algumas passagens, com falas e com coisas que simplesmente lembra durante a leitura. Mas eu chorei mesmo, no final do livro: foi tão maravilhoso, que eu sabia que iria ficar com saudade de seus personagens pelo resto da vida – mas ainda bem que sempre há a possibilidade de uma releitura 😊 ( Indicação do blog Bibliotecária Leitora)

TODA LUZ QUE NÃO PODEMOS VER, ANTHONY DOERR

“Pensa em um cenário de guerra, onde de um lado temos o recruta alemão Werner, e do outro a judia Marie-Laure. A história é linda e retrata os dois lados da Segunda Guerra Mundial e todo seu sofrimento, fato que por si só já era motivo para chorar, mas o autor decidiu que Marie-Laure seria cega, Werner seria órfão e pra piorar tudo os dois se encontram, mas não ficam juntos, momento esse que me fez derramar lágrimas de raiva pelo Sr. Anthony Doerr e de tristeza por um dos dois.” – Indicação por Tábata Mendes.

Para sempre Alice, lisa genova

“Alice é uma mulher que ama seu trabalho como professora de Psicologia, tem uma família estruturada, com três filhos já adultos e um marido amoroso. E descobre que tem mal de Alzheimer. Pior do que saber que tem a doença, foi saber que seus filhos poderiam desenvolvê-la no futuro e que quem passa o gene para os filhos é a mãe. A autora relata de uma forma muito tocante a evolução da doença. O final não foi o que eu esperava, lógico que feliz não seria, pois a doença não tem cura, mas me colocando no lugar de Alice, preferia que fosse outro.” – Indicação por Tábata Mendes.

Dewey, um Gato entre Livros, Vicki Myron

” Esse livro reúne duas paixões minhas, gatos e livros. Ele conta sobre a vida de Dewey, um gatinho “laranja” que foi deixado pequeninho, num dia frio de inverno, dentro da caixa de devoluções de uma biblioteca de Spencer, no estado de Iowa, Estados Unidos. A história é real, e mostra a trajetória de Dewey, que cresceu dentro da biblioteca e acabou influenciando a vida de muitas pessoas da pequena cidade, pois sabia exatamente quando algo ou alguém não estava bem. Não é um livro triste, mas como gosto muito de gatos e eles sempre me trazem boas lembranças, acabei ficando emocionada ao terminar a leitura.” – Indicação da leitora Cíntia Bená.

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Mas a vida continua. Enxuga essas lágrimas e vamos lá encarar mais uma leitura, porque a gente reclama mas gosta!

Tem indicações? Conta aqui! Ah e se você quer mais livros para chorar, -> confere essa lista < –

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: Maldosas, Pretty Little Liars # 01, Sara Shepard

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Autor: Sara Shepard      Editora: Rocco          Páginas: 296                Ano: 2010

Classificação 2.5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Maldosas’ é o primeiro livro da série ‘Pretty Little Liars’. Na trama, Emily, Aria, Spencer, Hanna e Alison vivem no sofisticado subúrbio de Rosewood, na Pensilvânia. Inseparáveis, as cinco se mantêm ligadas especialmente em função de Alison, a garota mais popular da escola, que exerce um certo poder sobre cada uma das meninas e é a confidente de todas elas. Um dia, porém, Alison desaparece sem deixar rastro. Aos poucos, Emily, Aria, Spencer e Hanna se afastam. Alguns anos depois, as jovens começam a receber e-mails e mensagens ameaçadoras de alguém que aparentemente sabe de tudo que se passa em suas vidas e misteriosamente se identifica apenas como ‘A’. Será que Alison estaria viva e disposta a revelar todos os segredos de suas ex-amigas?

“Três pessoas podem guardar um segredo se duas delas estiverem mortas”

Pronto, você já está totalmente envolvido no drama das quatro meninas mais belas e mentirosas de Rosewood.

Imagine que, durante uma inocente festa do pijama a líder do seu grupinho de amigas desapareça misteriosamente. Agora imagine que anos mais tarde, os restos mortais dessa mesma amiga são encontrados e você e suas amigas começam a receber mensagens misteriosas de uma pessoa que se idêntica como –A.

O que era para ser uma divertida festa do pijama se torna um verdadeiro pesadelo para as amigas Hanna Marin, Spencer Hastings, Aria Montgomery e Emily Fields.

Tudo bem, confesso que, comparado a série, os livros não são de longe tão bons! Sim, esse é o clássico e raro caso em que eu prefiro a série/filme do que os livros. Talvez porque eu tenha visto primeiro a série, mas ainda assim. Foi decepcionante descobrir que NADA é igual e que todos os belos sonhos e teorias criadas pela série vão por água abaixo durante os dezesseis livros.

Mas, para ser justa, o livro começa a ficar interessante quando as quatro amigas restantes acabam perdendo contato e enterram todos os seus segredos junto com o corpo de Alison (a líder desaparecida), que é encontrado três anos depois de seu desaparecimento. E é justamente quando tudo parece estar bem que surge um novo e anônimo personagem: -A.

-A parece saber de todos os mais sujos segredos das nossas liars (mentirosas em inglês) e está disposto a revelar cada um deles, sem se importar com quem sairá ferido.

“Amigas partilham segredos, é o que as mantém unidas. –A”

Sara Shepard (a autora) é brilhante! Ela consegue juntar vários temas dentro de um só e, como se não fosse difícil o suficiente juntar quatro diferentes histórias dentro de uma só (sim, porque cada menina tem sua história) e fazer dar certo; Sara ainda consegue fazer com que -A controle as quatro diferentes histórias, criando uma perfeita harmonia entre os personagens e os seus segredos.

E uma nota de 0 á 5 eu dou 2,5 para esse livro. A história é boa, a autora cria um universo interessante e a idéia é maravilhosa, mas eu acho que teve pouco. Sendo um pouco mais clara, Sara poderia ter explorado um pouco mais desse universo. Em vez dela expandir as ideias, ela permanece em uma zona de conforto. E, cá entre nós, eu prefiro mil vezes a série. (Marlene não estrague nosso sonho lindo deixando com que Spaleb fiquem juntos para sempre).

Brincadeira (não é sério!). Enfim, “Maldosas” consegue fazer com que viajemos por quatro diferentes mundos (em um pequeno espaço, mas…). Só tome muito cuidado porque esses livros vão fazer vocês criarem mil e uma teorias sobre quem é –A.

E antes que eu me esqueça, -A tem um recadinho para vocês:

“Eu ainda estou aqui vadias, e eu sei de tudo! –A”

assinatura leticia

Resenha: A Escolha, Nicholas Sparks

A escolha

Autor: Nicholas Sparks –  Editora: Novo Conceito Ano: 2012 -Páginas: 308

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Travis Parker possui tudo o que um homem poderia ter: a profissão que desejava, amigos leais, e uma linda casa beira-mar na pequena cidade de Beaufort, Carolina do Norte. Com uma vida boa, seus relacionamentos amorosos são apenas passageiros e para ele, isso é o suficiente. Até o dia em que sua nova vizinha, Gabby, aparece na porta.
Apesar de suas tentativas de ser gentil, a ruiva atraente parece ter raiva dele. Ainda sim, Travis não consegue evitar se engraçar com Gabby e seus esforços persistentes o levam a uma jornada que ninguém poderia prever.
Abrangendo os anos agitados do primeiro amor, casamento e família, A Escolha nos faz confrontar a questão mais cruel de todas: Até onde você iria manter o amor de sua vida?

” Com relação a Travis, aquele homem definitivamente fazia com que ela se sentisse desconfortável. Bem, pelo menos quando ele estava sem camiseta.”

Eu amo os filmes do Nicholas Sparks. Já chorei mil vezes com ” Diário de uma paixão”, ” Noites de tormenta” e até com ” Um amor para recordar”. Daí a espertinha aqui pensou: se eu amo os filmes é claro que eu vou amar os livros! 

Só que não.

Por ter me emocionado tanto com os filmes eu esperei essa emoção toda no livro e me decepcionei. A história inteira não teve nada de mais, foi super tranquila sem emoções. Confesso que fiquei com os olhos marejados no final, mas foi só. 

A história é sobre o casal Travis e Gabby e conta desde quando eles se conheceram até depois do casamento, que é o ponto alto do livro onde Travis precisa fazer ” a escolha”. O livro começa nos dias atuais com Travis chegando no hospital onde Gabby trabalhou nos últimos anos e ele começa a recordar como começou a história deles. Gabby mudou para a casa ao lado de Travis e o amor  por animais acabou aproximando os dois. Gabby era muito implicante com Travis e não queria fazer amizade, até porque ela tinha um namorado e Travis estava muito saidinho com ela rs.

” Ter amizade com um vizinho era uma coisa, mas fazer amizade com um cara que gostava de flertar era algo completamente diferente.”

” Gostava da natureza espirituosa que ela tinha, seu controle e sua autoconfiança, e ele especialmente gostava do fato de que ela parecia não ter consciência de que tinha essas qualidades.”

Mais da metade do livro é sobre como começou o relacionamento deles. E a Gabby é muito chata, peloamordedeus hahaha…Tava lá louquinha pra dar uns pegas nele e ficou fazendo charme.

Como eu disse, a história é bem parada mas é claro que Nicholas Sparks não deixaria você terminar o livro sem chorar né! E você vai chorar sim, vai sim! 

Mas de coração eu não recomendo esse livro, acho que tem livros melhores dele. Ok, eu só li esse, mas eu acho que tem. Ah e esse livro também foi adaptado para os cinemas! Olha aí o trailler ( Gente mudaram a história toda no filme! Já me irritei aqui heim rs)

Só uma coisa aqui, a Gabby é ruiva, não se deixem enganar por essa loira. 

E vocês já leram esse livro? Tem outro que vocês amaram e desidrataram? Me conta! Eu quero dar uma segunda para o Nicholas!

Até a próxima,

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: Apenas Um Dia, Gayle Forman

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Autor: Gayle Forman – Editora: Novo Conceito Páginas: 378 – Ano: 2014

Classificação 5/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

A vida de Allyson Healey é exatamente igual a sua mala de viagem: organizada, planejada, sistematizada. Então, no último dia do seu curso de extensão na Europa, depois de três semanas de dedicação integral, ela conhece Willem. De espírito livre, o ator sem destino certo é tudo o que Allyson não é. Willem a convida para adiar seus próximos compromissos e ir com ele para Paris. E Allyson aceita. Essa decisão inesperada a impulsiona para um dia de riscos, de romance, de liberdade, de intimidade: 24 horas que irão transformar a sua vida.
Apenas um Dia fala de amor, mágoa, viagem, identidade e sobre os acidentes provocados pelo destino, mostrando que, às vezes, para nos encontrarmos, precisamos nos perder primeiro… Muito do que procuramos está bem mais perto do que pensamos.

Série “Apenas um Dia” (3 volumes), em sequência, “Apenas um ano” (versão de Willem), e “Apenas uma noite”, final da trilogia.

“Nascemos em um dia. Morremos em um dia. Podemos mudar em um dia. E podemos nos apaixonar em um dia. Qualquer coisa pode acontecer em apenas um dia.”

Essa é a história de Allyson Healey, uma garota de cabelo escuro, olhos escuros e traços mais fortes e começa na Inglaterra quando ela está fazendo uma viagem com a melhor amiga Melanie, que é totalmente diferente dela, loira e de olhos verdes. Um tour pela Europa, o Teen Tour, quem não sonha com isso? Eu sonho! Mas esse não era o sonho dela, os pais tinham planejado essa viagem pós formatura.

Até que Willem, um holândes de 20 anos, um metro e noventa, cabelo loiro e olhos negros, de lábios macios e vermelhos, a convida para assistir “Noite de Reis”, de Shakespeare, a peça em que vai atuar. Um dos roteiros do Teen Tour é assistir a peça “Hamlet” em um anfiteatro, mas ela e Melanie fogem para assistir a peça de Will Guerrilheiro ao ar livre.

“- Acho que você é o tipo de pessoa que acha dinheiro no chão, balança a nota no ar e pergunta se alguém a perdeu. Acho que chora nos filmes que nem são tristes porque tem um coração mole, apesar de não demonstrar. Acho que faz coisas que a assustam, e isso a faz mais corajosa do que aqueles malucos por adrenalina que saltam de bungee-jump das pontes.”

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Louise Brooks

No dia seguinte, ao pegar o trem em direção a Londres, quem Allyson encontra? Will! Eles ficam a viagem toda conversando e ele a acha parecida com a atriz Louise Brooks. E a partir de então, para Will, ela é Lulu. Ao chegar ao seu destino, por um impulso, Allyson e Will resolvem que vão passar um dia em Paris, antes dela voltar para Boston. É uma loucura largar a excursão e viajar sozinha com um cara que acabou de conhecer sem avisar os pais, somente Melanie sabe seu destino.

Quando chegam a Paris, Allyson logo vê o primeiro problema: o que fazer com as bagagens? Mas Will tem uma solução: deixar as malas na boate de sua amiga Cèline. Eles passam o dia juntos em Paris, acontece de tudo, ida a parte dos cabarés da cidade, mesmo que durante o dia, passeio de bicicleta e ataque de skinheads. Mas o dia chega ao fim e já é hora de Lulu voltar para sua vida real, de responsabilidades: uma faculdade de medicina à espera.

“Eu o encaro por um momento, boquiaberta. Ele me olha de volta, e então sua boca se abre num sorrisinho mínimo. Então percebo que o que eu disse antes estava certo: Ninguém é quem parece ser.”

Mas Allyson não quer voltar e decide ficar mais uma noite. Os momentos com Willem foram mágicos e ela quer ficar mais tempo com ele. Quando acorda no dia seguinte, ela não vê Will, nem seu relógio que ganhou da sua mãe.

Vida que segue, ela vai à faculdade, e tem que estudar muito, mas não deseja mais ter essa vida que os pais escolheram para ela. Quer ser autêntica como sua amiga Melanie, quer tomar cerveja, quer ir ao restaurante com as amigas e não usar a reserva feita pelos pais, nem a coleção de despertadores que a mãe também escolheu. Chegou o momento de se libertar! De saber quem é Allyson de verdade!

“Eu abaixo os olhos, cutuco a unha.

– Isso apenas faz de mim uma mentirosa.

– Não, não faz. Está apenas testando identidades diferentes, como todos aqueles nas peças de Shakespeare. E as pessoas que fingimos ser já estão dentro de nós. É por isso que fingimos ser essas pessoas, para começar.”

Esse livro é maravilhoso e duas partes me afetaram profundamente. Meu lado mãe diz que ela é uma ingrata, porque quem pode viajar pela Europa, almoçar em restaurantes chiques, passar férias em Cancun. Mas a história não é sobre os pais da Allyson, é sobre descobrir quem é seu eu verdadeiro. Vocês já pararam pra pensar se essa vida que levam foram a que escolheram? Além de ter o romance com o holândes Willem, e eu amo romances!

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Trilogia completa. Apenas o último não foi lançado no Brasil.

Beijocas!

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Resenha: A garota perfeita, Mary Kubica

A Garota Perfeita

Autor: Mary Kubica     Editora: Planeta         Páginas: 336    Ano: 2016

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Mia, uma professora de arte de 25 anos, é filha do proeminente juiz James Dennett de Chicago. Quando ela resolve passar a noite com o desconhecido Colin Thatcher, após levar mais um bolo do seu namorado, uma sucessão de fatos transformam completamente sua vida.
Colin, o homem que conhece num bar, a sequestra e a confina numa isolada cabana, em meio a uma gelada fazenda em Minnesota. Mas, curiosamente, não manda nenhum pedido de resgate à familia da garota. O obstinado detetive Gabe Hoffman é convocado para tocar as investigações sobre o paradeiro de Mia. Encontrá-la vira a sua obsessão e ele não mede esforços para isso.
Quando a encontra, porém, a professora esté em choque e não consegue se lembrar de nada, nem como foi parar no seu gélido cativeiro, nem porque foi sequestrada ou mesmo quem foi o mandante. Conseguirá ela recobrar a memória e denunciar o verdadeiro vilão desta história?

” – Você está bêbada. Não pode sair assim.
Ela sorri e diz que minha atitude é meiga. Pensa que estou preocupado com ela. Pobre coitada. Eu não me importava nem um pouco com ela.”

Eu comecei a leitura um pouco chateada, porque a história não estava me prendendo. Mas lá pela página 30 as coisas começaram a mudar e deslanchei na leitura! #Saudades

A história central é sobre o sequestro de Mia, uma jovem de 25 anos e filha de um famoso Juiz. O livro é narrado em primeira pessoa por três personagens: Eve, a mãe de Mia, o detetive do caso Gabe Hoffman e o sequestrador Colin Thatcher. Cada capitulo é dedicado a um personagem e alternam em durante o sequestro e depois. Eu gosto muito de livros assim, principalmente porque você conhece cada personagem “pessoalmente”.  Um ponto importante é que a própria Mia não tem voz no livro, o único capitulo dedicado a ela é o último. Pensem agora na agonia que senti e a vontade de pular para o final haha

E bom, a sinopse já diz que encontram Mia mas ela está sem memória certo? Eu vou mais além e digo a vocês que ela está tão desorientada que jura de pé junto que seu nome é Chloe. 

“- Como isso funciona? Você se lembra de que eu sou seu pai, essa é sua mãe, mas pensa que seu nome é Chloe…Sabe quantos anos tem e que tem uma irmã, mas não tem ideia de quem é Colin Thatcher. Sendo franca, você não sabe mesmo onde esteve nos últimos três meses?”

Obviamente vocês descobrem o que aconteceu para deixar Mia tão abalada, mas até lá vocês sofrem com ela. É um bom livro para estudantes de psicologia que precisam estudar sobre mudança de personalidade e a tal da síndrome de Estocolmo. Mas além disso, conhecemos pelo ponto de vista da Eve como foi a criação de Mia, com a família está desmoronando e como foi difícil a relação da filha com o pai. Pontos de interrogação começam a surgir…

Outro ponto interessante é como as pessoas sem comportam durante a trama. Eve  se afunda em culpa e a cada dia se martiriza por ter sido uma mãe relapsa. Temos o pai de Mia que é um grosso e acredita que Mia fugiu. Já o detetive passa seus dias decidido a encontrar Mia e encerrar esse caso. Temos o sequestrador Colin, que NÃO.DÁ.PRA.ENTENDER.O.QUE.TÁ.QUERENDO.DA.VIDA. E por fim temos Mia, você não sabe se tudo é encenação, tristeza, realidade…

“E se…? E se ela não estiver bem? E se estiver bem e nunca a encontrarmos? E se estiver morta e nunca descobrirmos? E se estiver morta e ficarmos sabendo quando o detetive nos pedir para identificarmos seus restos mortais?”

Não quero entrar em detalhes para não estragar as teorias antes da leitura. Eu mesma montei várias e no fim fiquei de boca aberta soltando um lindo ” oxeeeeeeee” .

Oxeeeeeee!!!!!???

A autora está de parabéns por criar uma história e conseguir manter o suspense sendo que os leitores já sabem do sequestro e que a vitima foi encontrada. É um ótimo thriller psicológico.

Recomendo a leitura e tenho certeza que poucas pessoas vão descobrir o que realmente aconteceu com Mia antes do final.

E me contem a opinião de vocês!

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

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Resenha: Uma história incomum sobre livros e magia, Lisa Papademetriou

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Autor: Lisa Papademetriou – Editora: Arqueiro Páginas: 196 – Ano: 2016

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:
Kai chega ao Texas para visitar sua tia-avó Lavinia – uma senhora extravagante, durona e fã de hip-hop. Do outro lado do mundo, no Paquistão, Leila deseja ser tratada como uma princesa pela família de seu pai e viver fortes emoções.

Elas só não fazem ideia de que seus mundos completamente diferentes estão prestes a se chocar graças a um enigmático livro em branco.

Quando Kai escreve no livro, suas palavras magicamente aparecem no exemplar de Leila. As meninas então percebem que O cadáver excêntrico reage a cada frase acrescentada – não importa se foi inspirada pelo ataque de um chihuahua ou por um mal-entendido com uma cabra – com um trecho da história de amor vivida por Ralph Flabbergast e Edwina Pickle mais de cinquenta anos antes.

Uma história incomum sobre livros e magia entrelaça essas três perspectivas – de Kai, Leila e Ralph – de uma forma divertida e emocionante. É uma narrativa mágica sobre o destino e os laços invisíveis que nos ligam uns aos outros.

Você está tentando me dizer alguma coisa? , escreveu ela. Fechou o livro. Contou até cinquenta. Então voltou a abri-lo e soltou um gemido. Uma nova frase havia aparecido: Eu pensei que você é que estava tentando me dizer alguma coisa“.

Quando esse livro diz que é mágico você pode acreditar que é. E é muito fofo, mas isso ele não diz 😍

Na história temos três personagens principais, Leila ( que está de férias no Paquistão), Kai ( que está de férias no Texas) e o livro ( que está nos dois lugares). E como eles três se encontram? Aí que está a magia e você só vai descobrir quando ler!😏

As duas meninas tem a mesma idade, por volta dos 12 anos e passam por problemas típicos da idade: garotos, amigas, aquele sentimento de não pertencer a nenhum lugar…e as férias se mostram muito melhor que o esperado. Kai encontra um livro dentro do armário da casa da tia-avó, O cadáver excêntrico,  com uma capa maravilhosa e uma dedicatória assinada por Ralph Flabbergast. Mas porque está em branco? Kai então escreve ” que livro idiota”. E bom, o livro reage….

Do outro lado do mundo temos Leila, uma americana com pais Paquistaneses e para se aproximar da cultura é enviada de férias ao Paquistão na casa dos tios. É um choque cultural para ela. As roupas, a língua, o calor infernal…E então do nada, ela encontra um livro na biblioteca do tio , O cadáver excêntrico. Ela leva o livro para o quarto e tem a mesma surpresa que Kai, o livro está escrevendo sozinho sua história! E pior, o livro fica seguindo Leila, não importa onde ela esconda, ele sempre aparece na sua cama.

” Não importa, disse Leila a si mesma. Vou devolver o livro a biblioteca amanhã de manhã. Aí vou esquecer tudo.’ Isso prova que as pessoas não tem ideia do que vão acontecer com elas”.

Bom, já que nenhuma das duas consegue fugir do livro e ele se mostra cada vez mais interessante bora lá se envolver na história e descobrir o que o livro quer delas. Não dá pra falar muito mais, se não perde o encanto, mas vocês vão descobrir como tudo se encaixa, mesmo que não pareça possível.

” Sabia agora que toda história, até mesmo a dela, tinha uma própria magia, e tudo o que devia fazer era continuar virando as páginas até o verdadeiro final feliz”.

Esse é um livro para o público juvenil, é uma ótima indicação para crianças, tem uma história leve, curiosa, com lições sobre relacionamentos com pais e amigos  e com um final feliz. Sim, é um livro fofo, eu disse!

 

” O livro mágico lhe ensinara uma coisa: ela nem sempre precisava compreender o que estava acontecendo para continuar avançando”.

Ficaram curiosos? Espero que sim! E fica a dica para presentear aquela criança que gosta de ler ou que você quer incentivar!

Até a próxima!

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Resenha: Goosebumps, Acampamento Fantasma#2 – R. L. Stine

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Autor: R.L Stine       Editora: Fundamento            Ano: 2006     Páginas: 104

Classificação 3/5 ⭐️ 🚍

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Sinopse:

Piada sem graça!

Harry e seu irmão Alex querem muito fazer amizade com o pessoal no Acampamento do Espírito da Lua. Mas o lugar tem algumas tradições estranhas: a saudação boba, o cumprimento esquisito e o jeito como os campistas mais antigos gostam de pregar peças nos recém-chegados.

Pouco a pouco, as brincadeiras começam a ficar estranhas, perigosas… e bem assustadoras! Primeiro, uma menina põe o braço na fogueira. Depois, um garoto enfia uma estaca no pé…

Mas é tudo brincadeira! Ou será que não?…

“A estaca pontuda tinha perfurado e prendido o peito do pé de Sam no chão(…). Com calma, ele puxou a estaca do pé com as duas mãos.

Soltei um gemido, porque o meu pé doeu, acho que por solidariedade”.

Desde muito tempo a Editora Fundamento vem lançando os livros da coleção Goosebumps, mas somente de um tempinho para cá estes tomaram uma proporção maior de popularidade em razão de sua adaptação cinematográfica lançada dia 22 de outubro desse ano (Goosebumps: Monstros e Arrepios). Particularmente, já conhecia os livros, no entanto só agora que tive a oportunidade de ler um. E o primeiro livro dessa coletânea que li não me decepcionou, ao contrário, me fez querer completar minha coleção!

Harry e Alex são irmãos e estão a caminho do Acampamento do Espírito da Lua. Assim que chegam lá, são surpreendidos por um silêncio amedrontador. Até pensam que o acampamento poderia ter esquecido da chegada dos dois. Mas logo logo os campistas surgem e se divertem fazendo uma pegadinha com os irmãos. Eles percebem que o lugar é cheio de tradições, como por exemplo, histórias de fantasmas ao redor da fogueira e comprimentos bobos. Quanto mais tempo passam ali, mais Alex quer ficar e mais Harry que dar o fora. De fato, Harry percebeu que lá poderia acabar sendo divertido, só não conseguia esquecer das coisas sinistras que achava que via.

Ao menos que isso fosse realmente coisa da cabeça de Harry, o garoto esqueceria sua ideia de sair dali, todavia não foi isso que ocorreu. Continuava a ver um monte de coisas macabras acontecendo com os campistas, e foi aí que descobriu de todos eram fantasmas. Harry, em desespero, correu com Alex em seu calcanhar. Mas eles não deixariam que os irmãos fugissem assim sem mais nem menos. Disso podem ter certeza!

Todos os livros dessa coleção têm clichês típicos de terror, mas é certo que não há como fugir deles. O modo como R.L. Stine mescla esses estereótipos nas crianças e nos adolescentes faz parecer mais cômico do que aterrorizante, e isso se destaca nos livros de Stine. Ele escreve terror para jovens de modo que não predomine sexo, violência intensa ou drogas. Eu mesma cheguei a dar muitas risadas com Harry.

Espero que essa resenha tenha aguçado a curiosidade de vocês. Ressalvo que este é meu ponto de vista, assim, abro um caminho para que vocês sintam-se a vontade e comentem quando e o que quiserem, pois a opinião de todos é valida!

Obrigada pela leitura!

assinatura nova luiza

Resenha: Prodigy, Marie Lu

Prodigy-Trilogia-Legend-Marie-Lu

               Autor: Marie Lu    Editora: Rocco                  Ano: 2013   Páginas: 304

Classificação 4/5 ⭐️ 🚍

Á venda l Submarino l Americanas

Sinopse:

Os opostos perto do caos. Depois que um cataclismo atingiu o planeta Terra, extinguindo continentes inteiros, os Estados Unidos se dividiram em duas nações em guerra: a República da América, a oeste, e as Colônias, formadas pelo que restou da costa leste da América do Norte. June e Day, a menina prodígio e o criminoso mais procurado da República, já estiveram em lados opostos uma vez. Agora eles têm a oportunidade de lutar lado a lado contra o controle e a tirania da República e, assim, alterar para sempre o rumo da guerra entre as duas nações. Resta saber se estão preparados para pagar o preço que as transformações exigirão deles.

Esse é o segundo livro da saga Legend! A resenha do primeiro livro você encontra -> aqui <-

“- Existe uma hora e um lugar para tudo. (…) Acabar com a pessoa encarregada de todo esse maldito sistema me parece um pequeno preço a se pagar para começar uma revolução”

Quando terminei o primeiro livro, Legend, peguei a sequencia e já devorei. Ainda bem que consegui desviar da ressaca literária tipo o Neo em Matrix.

O segundo livro tem muito mais ação que o primeiro como toda boa saga deve ser ( no primeiro apresentam a história, no segundo tem muita ação e alguma enrolação e o terceiro é quando todo mundo morre e descobrimos o porque de tudo hahahah). Normalmente o segundo livro costuma ser decepcionante mas esse me surpreendeu. Na trama June e Day estão fugindo de trem para Las Vegas encontrar os patriotas e buscando uma solução para a confusão que se meteram ( do mesmo ponto que termina o primeiro livro). Quando chegam lá descobrem que o Primeiro Eleitor morreu e seu filho Anden assumiu o controle. Isso dividiu muito o governo e a população.

Os patriotas sugerem que Day e June se separem, pois eles tem um plano para assassinar o Primeiro Eleitor e sugerem que June volte e conquiste a confiança de Anden dizendo que foi sequestrada e quer seu cargo de volta na Republica. Já  Day deve se alistar aos patriotas e ser o cara que vai atirar em Anden.  Quem leu o primeiro livro sabe que Day quer ver o capeta mas não quer ser um patriota, só que ele acaba topando até porque eles prometeram resgatar seu irmão que ainda está com a Republica. 

” A animação de Pascoa me anima um pouco. Incomodar a República? Eu nasci pra isso!”

” Talvez ele tenha morrido, esse é o preço que as pessoas pagam por cruzarem meu caminho”

Quando June volta para a República ela descobre que muitas coisas ditas pelos patriotas não fazem sentido. A primeira delas é que Anden não é tirano como seu pai e ele tem planos de mudar muitas leis na República, tornar o lugar mais seguro. Já Day está alimentando cada vez mais raiva da República e do Primeiro Eleitor, viver com os patriotas tem mostrado o quanto a República destrói a vida das pessoas.

E aí começa a confusão.

June não consegue avisar Day que os Patriotas estão mentindo. Day não consegue avisar June que ela está se deixando seduzir por Anden e o dia do assassinato está chegando.

Esse é um livro com muitas revelações. É sério, muitas! Revelações que te pegam de surpresa e mortes que vão te deixar bem chateada e bônus: surge um romance homossexual.  Alguns personagens secundários ganham destaque, como a Tess, Kaede e Thomas. E nossa esse Thomas me irritou profundamente.

” – Metias estava apaixonado por você – sussuro” –

Se você gostou do primeiro tem grandes chances de ler esse em poucos dias!

E agora, bora lá ler o terceiro livro né!

Até a próxima.

Beijo, outro, tchau!

assinatura nova ana marys

Especial 8 de Maio – Tem mãe na história

Acho que mãe é a palavra mais gritada em todo o mundo. Como é bom poder chamar mãaaaae, manhêeee, mãezinhaaa, mainhaa e, o meu preferido, mamãe. Cada um tem um tipo único de mãe, mas todas tem algo em comum: o amor. O que seria de seus filhos sem elas?! Já dizia a pensadora contemporânea Lady Gaga “Você quer se casar com alguém que te ame, te dê carinho, e que esteja sempre do seu lado? Se case com a sua mãe.” kkkk

Brincadeiras à parte, nos livros elas também estão presentes, quer ver? Eu provo!

Mãe adotiva – a Cidade do Sol (Khaled Hosseini)

A cidade do solA meu ver Laila foi adotada por Marian. Quem vê um pouco de notícias internacionais sabe que a vida das mulheres no Oriente Médio, na região que sofre com as guerras, é muito difícil, e com essas duas personagens não foi diferente.

Ambas são esposas de Rashid, mas tem uma diferença de quase 20 anos de idade. Apesar de no começo Marian não aceitar a menina e nem querer vê-la pintada de ouro, a situação em comum, as dificuldades e sofrimentos de ambas as unem. E Marian começa a cuidar de Laila, com um amor capaz de salvá-la.

Quero representar aqui aquela mulher que não é sua mãe de sangue, mas que de alguma forma cuida de você, sempre querendo o seu bem.

“Aprenda isso de uma vez por todas, filha: assim como uma bússola precisa apontar para o norte, assim também o dedo acusador de um homem sempre encontra uma mulher a sua frente. Sempre. Nunca se esqueça disso, Mariam.”

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Mãe de rebelde – Férias (Marian Keyes)

férias

Coitada da mãe da Rachel. A filha é toxicômana e a mãe preocupadíssima resolve interná-la em uma clínica de reabilitação. Ao longo dos tratamentos em sessões de terapia, Rachel percebe que sempre achou que a culpa de tudo que dava errado fosse dela e que a mãe tinha mais apreço pelas irmãs.

Era tudo coisa de sua cabeça e quando Rachel precisou de apoio, quem estava lá? A mãe! Resenha aqui

“- Olha! – ordenou ela, exibindo-a contra a luz e apontando a parte da frente. – Isso não cobriria o traseiro de uma formiga. E quanto a isso? – indicou o fio que dá nome à peça. – Que serventia tem para alguém? O que me espanta é como ela foi se rasgar de uma maneira tão uniforme, deixando só esse fiozinho certinho – confidenciou.

– Você não está entendendo – disse eu, branda. Tomando o fio-dental de sua mão, expliquei: – Essa parte não é para a bunda, é para a frente. Esse fiozinho certinho sim, é que é para a bunda…

– Sua SEM-VERGONHA! Isso pode ser o tipo de coisa que se usa em Nova York, mas você não está mais em Nova York, e, enquanto viver embaixo do meu teto, vai se cobrir como uma cristã.”

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Mãe trabalhadora – Quando você voltar (Kristin Hannah)

Quando voc+¬ voltarJolene é tenente do exército e quando é convocada para a guerra, precisa deixar suas filhas aos cuidados do pai. Manda cartas e liga quando consegue, sempre sofrendo e com saudades. Sentindo-se culpada por não estar presente em todos os momentos, mas lutando pelo futuro delas. Resenha aqui

“Jolene permaneceu parada até que alguém buzinasse. Sentia a dor da filha com intensidade. Se havia algo de que entendia era rejeição. Não passava a vida esperando que seus pais a amassem? Ela tinha que ensinar Betsy a ser forte, a escolher a felicidade. Ninguém consegue nos magoar se não permitimos. A melhor defesa é o ataque.”

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Mãe super protetora e mãe relapsa – Cuco (Julia Crouch)

Cuco

Rose é dona-de-casa e teve o privilégio de cuidar das filhas bem de pertinho. Acompanha a filha até a escola, faz almoços saudáveis, compra roupas, cuida da educação proximamente, cada detalhe sempre rigorosamente bem planejado.

Polly é a mãe que quer filhos independentes, até demais! Nico e Yan se criam praticamente sozinhos, a edícula onde moram é uma bagunça e não tem rotina. Ela é cantora e trabalha em casa, se estiver compondo, os meninos podem fazer o que quiserem, desde que não a atrapalhem.

São dois extremos, minha opinião é que o melhor é saber balancear os dois. Resenha aqui

“- Eu sei que você quer ser a mamãe de todo mundo Rose, E nós duas sabemos exatamente por quê.
Rose engasgou, chocada com o que Polly tinha acabado de dizer.
– Não se preocupe Rose – continuou. – Só não desconte isso nos meus filhos.”

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Mãe durona – A menina que roubava livros (Markus Zusak)

A menina que roubava livrosPara fugir da perseguição nazista, Liesel vai morar com sua nova mãe Rosa. A mãe adotiva mostra-se relutante, como se não gostasse da situação, ela apelida a menina de porca e é sempre grosseira.

Aos poucos Rosa vai demonstrando o quanto ama aquela menina, daria tudo o que tem para Liesel ser feliz, mas não sabe como dizer ‘eu te amo’. Resenha aqui

” — Como você chamava sua mãe de verdade?

— Auch Mama, também de mamãe — respondeu Liesel, baixinho.

— Bom, então eu sou a mamãe número dois — fez Rosa.

— Sim — concordou Liesel, prontamente. Naquela casa se apreciavam respostas rápidas.

— Sim, mamãe — corrigiu-a Rosa. — Saumensch, me chame de mamãe quando falar comigo.”

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Mãe que erra tentando acertar – Precisamos falar sobre o Kevin (Lionel Shriver)

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Quando um filho erra a culpa sempre é jogada descaradamente sobre a mãe. Sabemos que a criação é obrigação dos pais, mas cada pessoa é única, há exemplos de mães que educam seus filhos da mesma maneira, mas eles tem atitudes diferentes.

Eu confesso que não li o livro (está na minha lista de desejos), só vi o filme. Na história Eva luta para ser a mãe perfeita, ao mesmo tempo vai descobrindo aos poucos que seu filho é psicopata e ninguém lhe dá ouvidos. Ela poderia tê-lo abandonado, mas permanece firme e forte ao seu lado, sofrendo por cada erro que ele comete. Se foi culpa dela? Só Deus para julgar! 

“A maternidade (…). Isso sim é que é país estrangeiro.”

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Vamos aumentar essa lista! Sabe de alguma personagem mãe? Comente o nome da mãe, se souber, e o livro! Beijocas!

assinatura nova tábata

Dicas de Livros Para Presentear

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Oi Brasil!

Ain gente tá tão difícil minha vida virtual!  Meu tablet quebrou, o hd do notebook queimou…estou numa maré de azar eletrônica.

Mas vamos lá! Vou tentar postar enquanto as coisas se ajeitam!

Hoje estou trazendo uma lista com dicas de livros para presentear e agradar todos os estilos literários! Vou dar duas dicas de cada estilo, assim você já tem por onde começar e lê o post até o fim rs.

Bora lá?! Então pega na mão da tia.

Para os criativos

criativos

Para as românticas

romanticas

Para as fãs de sagas

trilogia

Para quem gosta de vampiro

vampiros

Para as danadinhas

danadinhas

Para quem está louco por lançamentos

lançamentos

Para quem curte um terror de leve

terror de leve

E para quem curte um terror aterrorizante

terror

Para quem curte ficção

ficção

Para quem curte escritores brasileiros

brasileiros

Para as adolescentes

adolescentes

separador-lápiz-3É isso!

Ajudei? Espero que sim!

E se precisar, pode me procurar!

Ah e se você já indicou um livro e a pessoa não gostou me conta! Morro de rir quando acontece isso comigo! 😀

Beijo, outro,  tchau!

assinatura ana